MANAUS, DOMINGO, 4 DE OUTUBRO DE 2015
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Pódio E8
Ra dical Com rios exuberantes e paisagens encantadoras, o Amazonas se tornou um oásis para os praticantes de esportes aquáticos como wakeboard e SUP. Pódio E4 e E5
FRAME
Vasco pega Avaí na Ressacada IONE MORENO
Pódio Paraíso
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BRASILEIRÃO
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Pódio
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Túnel do Tempo esportes@emtempo.com.br Willian D’Ângelo
Mané Garrincha em Manaus DIVULGAÇÃO
Colunista do PÓDIO
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m 1969, o Nacional Futebol Clube conquistou seu 21º título do Campeonato Amazonense, competição que contou com a participação de equipes como Rio Negro, Fast, Olímpico, Rodoviária, São Raimundo, Sul América e América. O time da Vila Municipal tinha como base Marialvo, Pedro Hamilton, Sula, Faustino, Téo, Mário Vieira, Rolinha, Zezé, Rangel, Pretinho e Pepeta, contando também com atletas como Procópio, Chiquinho, Valdomiro, Márcio, Marcelo, Luís Carlos, Jedir e Varto. O ano foi marcado pela ditadura política e revolução cultural, um período de contradições, transição e de mudanças no país. Nesse mesmo ano, Pelé entrou mais uma vez para a história do futebol ao marcar o seu gol número 1.000, numa partida contra o Vasco da Gama no Maracanã. O tento de pênalti foi anotado aos 33 minutos do primeiro tempo. Outro fato marcante foi o amistoso do dia 24 de agosto daquele ano, com o Nacional Futebol Clube vencendo o Maringá, do Paraná, por 1 a 0 no estádio do Maracanã, na preliminar de Brasil e Venezuela pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 1970. Pepeta marcou para o Naça.
No início da temporada de 1969, o Flamengo veio enfrentar Fast e Nacional em uma curta temporada. A atração principal do time carioca era o atacante Garrincha, que marcou seu nome na história do futebol brasileiro com o
apelido de “alegria do povo”. Foi o legítimo representante do futebol-arte brasileiro, com seu estilo original de jogar, com seus dribles ousados e com suas jogadas divertidas. Na curta temporada em Manaus, o time rubro-negro
estreou vencendo o Fast Clube no dia 2 de fevereiro pelo placar de 2 a 0, com gols de Garrincha e Arilson. Na partida disputada no estádio da Colina, o time amazonense jogou com Maneco, Luizinho, Floriano, Zequinha Piola,
Garrincha à direita e em sua frente Carlinhos, ex-jogador e técnico do Flamengo, ambos em Manaus no ano de 1969
Nivaldo (Luciano), Santana, Holanda (Nonato Cearense). Laércio, Edson Piola (Valmir) e Zezinho (Barrote). O Flamen-
go venceu com Dominguez, Murilo, Onça, Paulo Henrique, Manicera, Carlinhos, Liminha, Garrincha (Fio Maravilha), Dionísio, Silva e Arilson. O árbitro foi o amazonense José Carlos Amato. Dois dias depois, o time da Gávea enfrentou o Nacional, no mesmo local. No empate de 0 a 0, o Nacional jogou com Marialvo, Pedro Hamilton, Sula, Valdomiro, Téo, Mário Vieira (Bel), Rolinha (Luís Carlos), Zezé, Rangel, Toinho (Pretinho) e Lió. O Flamengo foi de Dominguez, Murilo, Onça, Manicera, Paulo Henrique, Carlinhos (Reys), Liminha, Garrincha (Fio), Silva (Cardoso), Dionisio (Luís Carlos) e Arilson. Mané Garrincha teve boa passagem pelo Botafogo, jogou 60 partidas pela seleção brasileira e encantou a todos em três Copas do Mundo. Da Suécia (1958) e do Chile (1962), das quais o Brasil foi campeão, e da Inglaterra (1966). Com Garrincha, o Brasil obteve 52 vitórias e sete empates. No final da carreira, jogou também no Corinthians, no Olaria e em outros times brasileiros e estrangeiros. Manoel Francisco dos Santos nasceu a 28 de outubro de 1933 na cidade fluminense de Pau Grande e morreu dia 20 de janeiro de 1983.
IVAN SRTORTI/SANTOS FC
Santos recebe Flu
de olho no G-4
A dois pontos do grupo dos quatro primeiros colocados, Peixe tem que vencer e torcer pelo tropeço do Palmeiras para concretizar o objetivo
S
Gabigol em boa fase estará em campo diante do Flu
antos (SP) – De postulante à zona da degola para a disputa de uma das vagas no G-4. A realidade do Santos mudou bruscamente desde a chegada do técnico Dorival Júnior. O time alvinegro encontrou o melhor esquema tático, subiu de produção e com 43 pontos, está a dois do grupo dos quatro primeiros. Neste domingo (5), às 15h (de Manaus), o Peixe recebe o Fluminense, na Vila Belmiro, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro, e se vencer pode, finalmente, adentrar na zona de classificação para a Liberadores de 2016. Para o duelo, o elenco santista, mais uma vez, terá que superar a ausência do meia Lucas Lima, principal articulador do time nesta temporada. No seu lugar, Rafael Longuine deve ser mantido entre os titulares. A outra baixa é do atacante Geuvânio, machucada há algum tempo. Marquinhos Gabriel tem dado conta do recado e segue na equipe. A dúvida fica sobre o retorno ou não do lateral-direito Victor Ferraz. Ele ficou de fora do jogo de quinta-feira (1º), contra o Figueirense, pela
Copa do Brasil. Se ele for vetado pelo departamento médico, Daniel Guedes será o substituto. No mais, Dorival contará com o que tem de melhor. O Santos que provavelmente começará a partida diante do Tricolor carioca será formado por: Vanderlei, Victor Ferraz (Daniel Guedes), Gustavo
DESFALQUES Santos e Fluminense devem fazer um dos jogos mais movimentados da rodada, mas o espetáculo poderia ser melhor se não fossem as ausências de Lucas Lima, pelo Peixe e Fred, pelo Tricolor Henrique, David Braz, Zeca, Thiago Mendes, Renato, Rafael Longuine, Marquinhos Gabriel, Gabriel e Ricardo Oliveira. Fluminense O Fluminense também tem uma baixa importante para o duelo na Vila. O atacante e capitão Fred, suspenso, não entrará em campo. Além
dele, estão fora o lateraldireito Wellington Silva e o lateral-esquerdo Léo Pelé, ambos machucados. Cícero e Gustavo Scarpa também não jogam por conta do acúmulo de cartões amarelos. Diante deste cenário, o técnico Eduardo Baptista recorrerá à base de Xerém para compor o elenco. Na lateral-direita Higor Leite deve jogar, já no lado contrário Victor Oliveira assume o posto. No ataque, quem fica com a vaga é Wellington Paulista. O Flu deve ir a campo com: Diego Cavalieri, Higor Leite, Gum, Marlon, Victor Oliveira, Pierre, Jean, Gérson, Marcos Júnior, Osvaldo e Wellington Paulista. O Tricolor carioca tem 37 pontos e ocupa a 12ª colocação do Brasileirão e para sair do interior paulista com um triunfo, terá se superar sem Fred. O time tem apenas 25,9% de aproveitamento sem o capitão. Quando ele está em campo, o rendimento sobe para 52,6%. “O Fred representa muita coisa dentro do clube. É um ídolo para mim. Vai sempre fazer falta, mas temos elenco à altura para substituí-lo”, comentou Higor Leite
Desfalcado Flu recorreu a jogadores da base
NELSON PEREZ/FLUMINENSE F.C
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Conexão com a
natureza
Os esportes aquáticos têm atraído a atenção dos amazonenses por sua proximidade com o rio e a floresta. Seja de wakeboard ou de SUP, a sensação de liberdade é viciante POR THIAGO FERNANDO
A
bençoada por belezas naturais, Manaus tem o privilégio de ser banhada pelo rio Negro. Essa proximidade com a natureza proporciona aos moradores locais uma facilidade ímpar para conhecer e praticar inúmeros esportes aquáticos. Para os mais convencionais, remo e natação são as pedidas para a prática esportiva. Porém, uma parte da população prefere se arriscar em modalidades mais radicais. Esportes como wakeboard e wakeskate são os mais praticados, principalmente no lago do Tarumã. Presidente da Federação Amazonense de Wakeboard, Mario Oliveira, carinhosamente chamando de Mariozinho, 37, explica que o Amazonas é um dos principais polos do esporte no Brasil, e muito disso se explica pela facilidade em encontrar equipamentos para a modalidade. “O esporte no Amazonas é muito forte. Somos o segundo polo nacional do esporte. Temos a segunda maior safra e a cada ano evoluímos
mais. Hoje em dia, não temos mais tantas dificuldades. Já temos lojas especializadas na cidade que vendem apenas materiais do wakeboard. Outra facilidade é que Miami é muito perto e lá tem a maioria dos equipamentos”, destaca Mariozinho, que já praticou outros esportes como bearfoot e kneeboard. Ele explica que é necessário apenas força de vontade para quem quiser conhecer o esporte. Em Manaus, existem três escolas de wakeboard para iniciantes. O custo médio é de R$ 90 por aula. Mario afirma que o investimento vale muito a pena pois, a sensação de liberdade durante a pratica do esporte vale é indescritível. Atleta profissional de wake, Aleixo Tinoco conta que tudo começou por curiosidade. Criado às margens do Tarumã, ele foi estimulado a experimentar o wakeboard. Graças a isso, criou novas amizades que estimulam os praticantes. “Desde pequeno meus pais têm casa no largo do Tarumã. Então, tenho muito contato com a água. Uma vez, vi uma lancha passar
com a prancha e criei a vontade de praticar o esporte. Foi assim, vendo outras pessoas, que surgiu a ideia. O esporte é uma forma de unir. Todos se conhecem dentro e fora. Acaba aproximando e motivando a praticar mais e mais”, afirma Tinoco, que complementou dizendo que a beleza amazônica é outro motivo que aumenta o desejo de praticar o esporte toda semana. Segundo ele, não tem preço andar de wakeboard no lago do Tarumã. “Até os gringos comentam sobre as belezas naturais. Manaus é um dos melhores locais do mundo para se praticar o esporte. Quase todos os dias são ensolarados, temos inúmeros lagos calmos. Andamos no pulmão do mundo. A sensação é de liberdade. Nessa hora, esquecemos os problemas, tudo que aconteceu no dia. É adrenalina. Não tem preço”, complementa. Skate no rio Apesar de muito praticado, o wakeskate é outro esporte aquático pouco divulgado no Amazonas. A derivação do wakeboard é popular
entre aqueles que preferem uma modalidade mais técnica e parecida com o skate. Campeão brasileiro da modalidade, Mario Jorge, 29, avalia como natural a evolução dos esportes aquáticos em Manaus. “Essa evolução é visível. Há uns anos atrás, você via no lago do Tarumã apenas cinco pranchas de wake no meio do lago. Hoje, você ver mais de 20, 30, aptos para a prática do esporte. É uma evolução gigantesca”, cita o atleta que entrou no wakeskate após sofrer sérias lesões nos joelhos que impediu a continuação no esporte. “Comecei no wakeboard. Competi por muito tempo na modalidade, mas tive lesões nos joelhos. Foi aí que comecei a praticar o wakeskate. Os campeonatos são juntos. A grande diferença é que o atleta anda com tênis e solto com a prancha. É um esporte mais técnico. Não envolve tanta força. É mais jeito e controle. É uma sensação um pouco diferente. No wake, você voa mais, fica mais no ar. No wakeskate, as manobras são mais do skate”, explica Jorge.
Pódio E5 FOTOS: IONE MORENO
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Tradicional, wake já faz parte do dia a dia de muitos manauenses
Wakeskate é uma das modalidades praticadas nos rios de Manaus
SUP conquista os amazonenses O stand up paddle, ou simplesmente SUP, como é chamado, virou febre em Manaus nos últimos 2 anos. A cada dia, é visível o crescimento do esporte no Amazonas. Para o instrutor Ricardo Dragon, o principal motivo dessa evolução é a sensação de liberdade que o esporte proporciona para o praticante. Dono da escola Dragon Sup, localizada no flutuante do Sedutor, estrada do Tarumã, Zona Rural de Manaus, o empresário e apaixonado pela modalidade explica que muitos alunos praticam o esporte em todos os finais de semana. “Quando comecei a praticar o SUP, há uns 3 anos atrás, era bem diferente. Era uma galera que que-
ria praticar como esporte. Hoje, eles vêm pela sensação de ficar em paz com a natureza. Tem pessoas que já remam comigo de outros lugares. Onde colocar minha escola, eles vão. Vêm todas as semanas”, disse Dragon, que ainda afirmou que estudos recentes mostraram que o praticante de SUP gasta em uma hora a mesma quantidade de calorias que numa corrida. Para os remadores de primeira viagem, o instrutor revela que o principal receio é o medo de cair. Sobre isso, Dragon explica que logo após o praticante relaxar, passa a conseguir se equilibrar sobre a prancha.
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Um dos motivos que ajudou na popularização do esporte foi a parceria que as escolas de SUP fizeram com os diversos flutuantes existentes em Manaus. A parceria também foi proveitosa com os locais, pois funcionaram como uma opção extra de lazer.
“A parceria acabou sendo um diferencial. Antes, as pessoas vinham, bebiam e tomavam um banho. Agora, eles têm uma opção de esporte”, revela Dragon. Um exemplo desse sucesso é visto com a administradora Glenda Ramos, 37. Frequentadora de flutuantes, Glenda diz
que sempre via outras pessoas praticando SUP, porém, não tinha coragem de experimentar. Após o pedido de sua filha, ela decidiu arriscar e se apaixonou. “Estou praticando o SUP há uma semana. A experiência surpreendeu, pois não tinha nenhuma ideia de como seria.
Resolvi arriscar e fiquei feliz. O contato com a natureza, o vento, a água maravilhosa, tudo vale muito a pena. É um privilégio de poucos. Até minha filha de três anos se divertiu. Pede para ir mais rápido e devemos aproveitar o máximo possível”, finaliza Ramos.
IONE MORENO
Flutuantes parceiros do esporte
Flutuantes ficam lotados nos finais de semana para a prática de SUP
Pódio E7 DIVULGAÇÃO
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LÍDER
Corinthians enfrenta a Ponte Preta em Campinas com o contestado Edílson na direita e o improvisado Yago na esquerda. Edílson ganhou a oportunidade porque Fagner lesionou a coxa direita logo no início da vitória por 3 a 1 sobre o Figueirense, na rodada passada do Campeonato Brasileiro, e precisará de um mês de recuperação. Já Yago não é uma novidade na esquerda. Como Uendel e o jovem Guilherme Arana continuam como ausências por contusões em suas coxas esquerdas, o zagueiro que mostrou segurança na lateral contra Santos e Figueirense será mantido no setor. O Corinthians deve entrar em campo com: Cássio, Edílson, Felipe, Gil, Yago, Ralf, Elias, Jadson, Renato Augusto, Malcome Vagner Love.
César vai substituir Paulo Victor na meta do Rubro-Negro
DIVULGAÇÃO
Campinas (SP) – O líder Corinthians segue sua caminhada ruma ao sexto título brasileiro. Neste domingo, o Timão encara a Ponte Preta, às 15h (de Manaus), no estádio Moises Lucarelli. Os comandados de Tite querem vencer para manter a vantagem de sete pontos sobre o vice-líder Atlético-MG. O Alvinegro paulista em 60 pontos e 71% de aproveitamento no torneio nacional. A Ponte Preta, com 40 pontos conquistas, está na nona colocação e ainda sonha com o G-4, mesmo que a possibilidade seja remota. Para o duelo, o Corinthians jogará sem os titulares das suas duas laterais. Nos treinamentos da semana, o técnico Tite esboçou a escalação de sua equipe
Para voltar a vencer
Após três derrotas seguidas no Campeonato Brasileiro, o Flamengo encara o lanterna Joinville em casa querendo vencer para voltar a sonhar com G-4
R Lateral-direito Edílson terá mais uma chance entre os titulares do Timão
io de Janeiro (RJ) – O Flamengo perdeu seus últimos três jogos no Campeonato Brasileiro e viu o G-4 escapar. Neste domingo (5), às 10h (de Manaus), tem a chance de voltar a vencer, já que encara o Joinville, lanterna da competição. O confronto válido pela 29ª rodada será realizado no Maracanã. A curiosidade é que o último triunfo do Rubro-Negro no Brasileirão foi justamente contra um time
catarinense, a Chapecoense, na rodada de número 25. Com 41 pontos somados, mesmo que vença, o Fla não voltará ao grupo dos quatro primeiros colocados nesta rodada, mas pode, dependendo da combinação de resultados, ficar a um ponto do G-4. Para o duelo, o técnico Oswaldo de Oliveira não poderá contar com Paulo Victor, Pará e Emerson Sheik, todos suspensos. César, Ayrton e Pau-
linho devem ser os substitutos. Como joga contra o lanterna do Brasileirão, o elenco flamenguista espera um adversário defensivo, explorando os contra-ataques. Na visão do atacante Paolo Guerrero, o cenário ideal prevê o Flamengo abrindo o marcador logo cedo. “Temos que conseguir abrir o marcador o mais rapidamente possível porque tenho a certeza de que o Joinville está apostando no passar
do tempo para colocar em prática a sua estratégia. Nós temos que trabalhar bem essa questão, pressionando desde os primeiros minutos para não sermos surpreendidos”, disse o peruano. Assim, o Flamengo deverá ir a campo com a seguinte escalação: Cesar, Ayrton, César Martins, Samir, Jorge, Márcio Araújo, Héctor Canteros, Alan Patrick, Everton, Paulinho e Paolo Guerrero.
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Vasco encara Avaí em SC para continuar ‘sonhando’ F
lorianópolis (SC) – A torcida canta nas arquibancadas que o Vasco é o time da virada. Dentro de campo, a cada rodada, os jogadores confirmam tal alcunha. De praticamente rebaixado antes do início do returno, o Cruz-Maltino está há cinco jogos sem perder, saiu da lanterna e segue sonhando em deixar a zona da degola. Com 26 pontos, o time carioca espera vencer a partida deste domingo (5), às 10h (de Manaus), contra o Avaí, na Ressacada, para ficar mais próximo do objetivo de sair do “buraco”. O adversário, com 31 pontos, também é ameaçado pelo fantasma do rebaixamento. Esperando um confronto complicado, os vascaínos acreditam que o rival vai tentar tirar proveito do fator campo e do fato de o jogo ser disputado em uma temperatura alta para tentar decidir a conquista dos três pontos logo nos primeiros minutos. Eles acreditam em uma forte pressão inicial dos catarinenses. “Acredito que o Avaí vai partir para cima porque precisa do resultado tanto quan-
to o Vasco. Jogando em casa, a tendência é que tomem a iniciativa do confronto. Por isso nós vamos precisar estar atentos, controlar as ações iniciais para depois tentar abrir o marcador”, comentou o meia Nenê. O volante Serginho concorda com a provável pres-
LIBERADO O atacante Rafael Silva está liberado para disputar a partida contra o Avaí. O Vasco conseguiu efeito suspensivo junto ao STJD que permite a escalação do atleta, que foi suspenso por quatro jogos são do adversário e também aproveita para se mostrar contrário aos jogos matutinos, que a partir da 32ª rodada devem deixar de acontecer. “Temos que jogar um bom futebol e acredito que podemos conseguir isso, mesmo não gostando desse horário de 11h. O Avaí vai procurar tirar proveito da situação a seu favor, mas temos que jogar com inte-
ligência”, cobrou Serginho. O técnico Jorginho tem passado essa visão aos jogadores. “A pressão realmente vai ser muito forte porque o Avaí vai tentar fazer prevalecer o fator campo. Se eles vencerem, abrem nove pontos e por isso mesmo estão focados no resultado e passaram a semana pensando na gente”, avisou Jorginho, que lembrou ainda que no meio de semana o Vasco, que preservou seus titulares, empatou por 1 a 1 com o São Paulo e acabou eliminado da Copa do Brasil. Para este compromisso, Jorginho não poderá contar com o zagueiro Luan, suspenso por acúmulo de cartões amarelos. Assim, Rafael Vaz vai compor a zaga com Rodrigo. Diante deste cenário, o Gigante da Colina deve ser formado por: Martin Silva, Madson, Rafael Vaz, Rodrigo, Julio Cesar, Bruno Gallo, Julio dos Santos, Andrezinho, Nenê, Jorge Henrique e Leandrão. Com 26 pontos conquistados, o Vasco está a cinco pontos do Goiás, atualmente o pior time fora da zona de rebaixamento.
DIVULGAÇÃO
Há cinco jogos sem perder, Cruz-Maltino segue sua caminhada para sair da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro
Meia Andrezinho será o organizador do Vasco no duelo fora de casa diante do Avaí pelo Campeonato Brasileiro