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Pódio - 3 de abril de 2016

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MANAUS, DOMINGO, 3 DE ABRIL DE 2016

esportes@emtempo.com.br

CR7

ALGOZ DE

3090-1075

Manacapuruense naturalizado búlgaro já disputou três jogos contra o astro português Cristiano Ronaldo e marcou gol em duas oportunidades. Ele é ídolo no Ludogorets, time da Razgrad, na Bulgária. Pódio E5

IONE MORENO

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MANAUS, DOMINGO, 3 DE ABRIL DE 2016

FOTOS: IONE MORENO

EDIGLÊ

MEU MELHOR treinador foi O MURICY Ediglê nasceu em Fortaleza (CE), mas o destino fez com que ele, adotasse Manaus (AM) como cidade. Aos 37 anos, o zagueiro continua atuando em alto nível. No último mês, foi o grande destaque do Fast nos confrontos contra o Paysandu pela Copa Verde. Marcado pelo título mundial defendendo as cores do Internacional, o atleta passou por clubes tradicionais como Portuguesa, Ceará e Náutico. No Amazonas, defendeu as cores dos quatro grandes da capital: Nacional, Fast, Rio Negro e São Raimundo. Em um papo descontraído, Ediglê relembrou com o PÓDIO sua trajetória no futebol brasileiro, seu começo de carreira, suas passagens pelo Nacional, o auge no Internacional e revelou qual foi o treinador mais importante na sua história no futebol. THIAGO FERNANDO

Ele é bom treinador, mas acho que em 2013, 70% do fracasso foi culpa dele. Ele me mandou embora numa semana. Na outra, levou de quatro do Genus e foi mandado embora. O Mario Cortez ainda quis me reintegrar, mas já tenha acertado com o Passo Fundo (RS). Não tenho nada contra ele. É um cara que entende, mas só tem esse problema, é um cara empolgado”

PÓDIO – Como foi o seu começo no Ferroviário? Ediglê – Comecei no clube em 1993. Já comecei direto no Juvenil, não passei pelo infantil como a grande maioria dos jogadores que vão subindo de categoria. Tive oportunidade de subir para os juniores em 1994, onde de lá, o presidente do clube me colocou nos profissionais para estar jogando tanto nos juniores, quanto no time de cima. Em 1997, ele acabou saindo do clube. Terminou o seu mandato e o clube devia dinheiro para ele, porque fez alguns investimentos enquanto mandava. Por isso, saiu com os passes de alguns jogadores, incluindo o meu. Ai, ele me emprestou para o Nacional em 1998. Na época, já era o Mário Cortez. Fizemos um bom campeonato com um time novo. O Mota veio também. Ficamos na história, porque era um time de garotos que jogou muito bem, mas não conseguiu vencer Rio Negro e São Raimundo, que eram mais experientes na época. Voltei para o futebol cearense. Joguei a Série B pelo Ceará e, acabei retornando para o Amazonas, dessa vez para defender o Rio Negro, foi onde conheci a minha esposa. Nesse momento, me firmei em Manaus. PÓDIO – Como surgiu o interesse do Internacional? E –Joguei no futebol roraimense, voltei para o Nacional e cheguei ao São Raimundo

em 2004. Depois disso, fui para o Rio Grande do Sul, onde vivi um momento brilhante da minha carreira. Fui eleito o melhor zagueiro do Gaúchão e me transferi para o Internacional. Lá fui campeão da Libertadores, Recopa, do Mundo e gaúcho. PÓDIO – Chegar ao Inter foi a realização de um sonho? E – Você relembrar é sempre assim: uma dor, porque você leva muita pancada até chegar ao topo, mas uma alegria também. É um choro com sorriso. Comecei no Nordeste, uma área muito discriminada. Muitos jogadores como o Rivaldo, foram discriminados por ser nordestino. Depois, vim para o futebol do Norte, que é um pouco abaixo. Realmente vemos preconceito. Quando íamos jogar em outras cidades pelo São Raimundo, ouvíamos piadinhas. Nunca respondemos da mesma forma, mas sim dentro de campo. Graças a Deus, isso se mostrou certo e cheguei onde cheguei. É muito bom e satisfatório. Tiveram muitas pessoas que tentaram acabar com esse sonho, mas confiei no potencial e consegui. PÓDIO – Qual foi a partida mais importante da Libertadores conquistada pelo Internacional? E – Com certeza foi a final. Todas as finais são importantes, mas marca a que você venceu. É o campeonato mais importante. Foi difícil, porque estávamos com um jogador a menos. O Tinga fez o gol e acabou sendo expulso. Perdemos cedo, no começo do segundo tempo. O São Paulo já tinha perdido em casa e veio para cima. Eles tinham sido campeões mundial em 2005, em cima do Liverpool. Nosso time era forte, com Fernandão, Sobis e Iarley, mas não tínhamos em mente que poderíamos ser campeões. PÓDIO – Como descreve a final do Mundial de 2006 contra o Barcelona, liderado por Ronaldinho Gaúcho e Eto’o? E – Fiquei um pouco triste, porque participei do grupo, mas não entrei na final. O Índio quebrou o nariz na final, mas continuou jogando. Não quis sair. Só tínhamos uma substituição e o Adriano Gabirú entrou na vaga do Fernandão, que estava

sentindo cãibra. Quis o destino que ele entrasse e fizesse o gol. É um título que carregamos graças ao trabalho feito na Libertadores. O torcedor do Inter lembra disso. Poderíamos ter ganho em 2006 quatro títulos. Fomos vice gaúcho e vice brasileiro. É um time que a diretoria do Inter acabou saindo ganhando, porque os salários eram baixos. Hoje, você ganha R$300 mil fácil. Tínhamos um time bom e barato, por isso vem o orgulho de poder falar que fomos campeões do mundo jogando por amor. PÓDIO – O Internacional foi o time que mais te marcou? E – Com certeza. O jogador do Norte e Nordeste sempre sonha em jogar no Sul e na Europa. É marcante, porque é mais uma vitória que você tem. Só de sair de uma região com pouco recursos para uma que tem mais, você se sente com uma história bonita. Saí de uma situação humilde. Era podre. Isso é marcante. Morava em periferia. Sai para uma situação bem a cima. Carros, casa e conforto. Você se sente vitorioso. Vejo que o Inter foi o ápice da minha carreira. Sempre recebo o carinho dos torcedores. Era um time que tinha uma renda baixa. O maior salário era de R$100 mil. Se compararmos com os salários de hoje, é padrão time de Série B. Acho bacana, porque a torcida valoriza e isso é uma sombra para os demais grupos que chegam ao clube. PÓDIO – O quanto importante foi a sua passagem pelo Marítimo, de Portugal? E – A experiência foi boa. Já tinha mais de oito anos que o Marítimo não se classificava para uma liga europeia. Conseguimos ir para a UEFA. Foi emprestado, porque o Inter estava desmanchando um grupo. Fui com uma cláusula de que, se fosse bem, eles teriam que me comprar. Fui muito bem. Joguei todas as partidas, chegamos a ser lideres, mas na hora de comprar, não tinha dinheiro. O Inter também não concordou em me emprestar novamente, porque o clube não cumpriu com o que tinha sido combinado. Acabei sendo vendido para a Portuguesa. PÓDIO – O que encontrou de diferente no Nacional em 2013 comparado com o de 1998?

E – Para ser sincero, não mudou nada. São as mesmas pessoas trabalhando dentro do time. São pessoas que respeito bastante, mas não mudou a filosofia. O futebol não andou. Muitas vezes, são pessoas que atrapalham o futebol, porque dinheiro, todo mundo ver que o Nacional tem. Mas a filosofia, mentalidade das pessoas, são as mesmas. Em 2013, tínhamos uma excelente equipe. Time passando por todas as fases da Copa do Brasil, começando a desenvolver um bom trabalho na Série D e, de uma hora para outra, começaram a desmanchar o elenco. O resumo que fiz é que o Nacional é o mesmo de 98. Dispensam e contratam sem critério, e nunca ganha nada. Só vence o Amazonense e não tem história no Brasil. Daqui, era para ser o clube do Norte que deveria ter mais títulos. Tem folha salarial alta. Fiquei triste em 2013. Estava fazendo um bom trabalho. Fui titular em todas as partidas, e me afastaram sem dizer o porquê. Peguei minhas coisas, fui embora e teve que aceitar a decisão. Uns dizem que foi vaidade do Lana. Outros dizem que foi tecnicamente, mas isso é mentira. Não pode um jogador jogar todas as partidas e estar mal tecnicamente. Fazendo um resumo, o Nacional de 98 e o Nacional de hoje são iguais. PÓDIO – O Aderbal Lana foi o técnico mais complicado com quem trabalhou? E – Não. Pelo contrário. Ele é um cara inteligente, tem o grupo na mão, mas tem apenas um problema: ele não pode vencer grande partidas. Se ele vencer alguém do Estado, tudo continua certo. Porém, se vencer um Flamengo ou os times que estávamos vencendo, e há muito tempo não vencia se lembrarmos que a Copa Norte faz muito tempo, então, ele se empolga. Quis ser o cara. O dia a dia estava complicado, sempre batendo de frente com alguns jogadores. Ele é bom treinador, mas acho que em 2013, 70% do fracasso foi culpa dele. Ele me mandou embora numa semana. Na outra, levou de quatro do Genus e foi mandado embora. O Mario Cortez ainda quis me reintegrar, mas já tenha acertado com o Passo Fundo (RS). Não tenho nada contra ele. É um cara que entende, mas só tem esse problema, é um cara empolgado.

PÓDIO – Como foi para você receber aquele carinho da torcida do Fast? E – Me sinto em casa no Fast. Estava acertando com outro clube, quando o Rodrigo Novaes entrou em contato dizendo que estava formando um time bom. Dei as minhas condições e toparam. Não sabia que iria cair tão rápido nas graças da torcida, até por ser uma torcida chata como a do Nacional e São Raimundo. Graças a Deus, vim e fiz o meu trabalho certo. Não levamos o Fast ao título do campeonato por questão de detalhes. O Charles foi expulso contra o Princesa do Solimões e isso complicou. Recentemente, eles voltaram a Copa Verde e me convidaram. No primeiro momento, não aceitei, porque não estava bem fisicamente. Eles têm um carinho tão grande comigo que convidaram novamente. Voltei, mas só se jogasse como volante, porque a parte física está a baixo. Não compliquei e fiz novamente um bom trabalho. Mas é assim mesmo. O Fast entrou com um time muito novo, com futuro, mas não deu para bater o Paysandu. PÓDIO – Já tem alguma conversa para disputar o campeonato amazonense deste ano? E – Tem sim. O pessoal gosta, mas vamos analisar. Tenho outras propostas, mas por estar acostumado a vestir a camisa do Fast e ela não pesar, sempre tende a acertar onde se sente bem. PÓDIO – Qual foi o treinador que mais te marcou? E – Tive o Abel Braga. Ele é um grande treinador e consegue tirar o máximo do atleta. O Sebastião Lazaronni na Europa, que é um treinador super descriminado aqui, mas tem um respeito gigantesco lá fora. Mas o melhor foi o Muricy Ramalho. Não que ele seja um treinador excepcional, cheio de tecnologias, mas ele é correto. Time que está ganhando, ele não mexe. Por isso, onde ele vai, as coisas dão certo. Se hoje o Flamengo não está bem, sem o Muricy, estaria mal cinco vezes. Se você for ver, hoje sabemos o time do Flamengo decorado. Antes, isso era impossível, porque ele mantêm uma base. O carinho veio por isso. Ele que me lançou, me deu confiança e colocou para jogar no Internacional.


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Túnel do tempo podio@emtempo.com.br Willian D’Ângelo

Um craque chamado Berg Guerra DIVULGAÇÃO

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inimberg dos Santos Guerra, mais conhecido como Berg Guerra, nasceu em Manaus no dia 16 de março de 1963, passou pelo juvenil do América e também defendeu as cores do Rio Negro. Um jogador de meio-campo e de extrema habilidade do futebol brasileiro, destacou-se com a camisa do Botafogo de Futebol e Regatas nos anos 1980 e 1990, sendo bicampeão carioca pelo alvinegro nos anos de 1989 e 1990. Em 2 de fevereiro de 1983, Rio Negro e Flamengo não saíram do empate com placar de 1 a 1, no estádio Ismael Benigno (Colina), valendo pela primeira fase do Campeonato Brasileiro, com Tiquinho (Rio Negro) e Zico (Flamengo) marcando os gols do jogo. A atuação de Berg pelo Galo chamou a atenção do Botafogo. O time da Praça da Saudade jogou com Tobias, Jair, Darinta, Tonho, Toninho, Dalmo, Berg, Pedrinho, Zé Luís (Raulino), Alcino e Tiquinho. O time da Gávea jogou com Raul, Leandro, Marinho, Figueiredo, Júnior, Andrade, Adílio, Zico, Robertinho, Baltazar e Lico (Edson). Berg saiu do Rio Negro para o Botafogo em 1983, tendo atuado em 235 jogos e assinalado 39 gols pelo Glorioso, entre 1983 e 1988, 1990 e também 1993. Berg

Colunista do pódio

Em pé: Marinho, Luiz Carlos, Miranda, Alemão, Brasília e Demétrio. Agachados: Robertinho, Ataíde, Baltazar, Berg e Helinho

jogou ainda pelo Americano -RJ, Atlético-PR, América-RJ, Madureira-RJ, Cerro Porteño do Paraguai, e por último pelo América, da cidade paulista de Rio Preto. A estreia do atleta com a camisa do Botafogo aconteceu no dia 26 de junho de 1983, com a vitória do time carioca sobre um combinado de Barbacena (MG) por 4 a 0, gols de Márcio (contra), Nunes e Berg. O time do técnico Sebastião Leônidas jogou com

Luiz Carlos (Ica), Josimar (Paulo Verdan), Abel, Christiano (Luís Cláudio),Marco Antônio, Serginho (Ademir Fonseca), Demétrio, Berg, Geraldo, Nunes (Té) e Jérson. O combinado de Barbacena perdeu com Luciano (Nado), Zé Olímpico (Carioca), Fernando (Gilmar), Márcio, Márcio Heleno, Paulinho, Grilo, Gibão (Gílson), Geninho (Nílson), Vanderlei (Celinho) e Agostinho. Em jogo disputado no dia 14 de agosto de 1983, com um

Maracanã lotado e arbitragem de José Roberto Wright, o Botafogo venceu o Flamengo por 3 a 0 com grande exibição do craque amazonense. O time da Estrela Solitária venceu com Paulo Sérgio, Josimar, Abel, Oswaldo (Christiano), Marco Antônio, Ademir Fonseca, Demétrio, Berg (Lupercínio), Geraldo, Nunes e Jérson. O time da Gávea perdeu com Raul, Leandro, Marinho, Mozer, Júnior; Andrade, Adílio, o amazonense Gilmar Popoca (Carlos Alberto),

Robertinho, Élder (Baltazar) e Lico. Marinho (contra), Geraldo e Berg marcaram os gols do clássico carioca. Campeão estadual pelo clube Barriga Preta em 1982, Berg também conquistou os títulos do Torneio de Genebra (1984) e Torneio de Berna (1985). O jogador acabou falecendo precocemente no dia 11 de julho de 1996, no Rio de Janeiro, de parada cardíaca, quando jogava uma partida de futebol na praia da Barra da Tijuca.

Berg saiu do Rio Negro para o Botafogo em 1983, tendo atuado em 235 jogos e assinalado 39 gols pelo Glorioso, entre 1983 e 1988, 1990 e também 1993. Berg jogou ainda pelo Americano-RJ, Atlético-PR, América-RJ, Madureira-RJ, Cerro Porteño do Paraguai, e por último pelo América, da cidade paulista de Rio Preto”


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Naça aposta no marketing para atrair torcedores REPRODUÇÃO

Com receitas abaixo do esperado nos primeiros jogos da temporada, Leão já planeja o segundo semestre do ano

Nacional e Princesa tiveram público abaixo do esperado na final do Estadual do ano passado

ANDRÉ TOBIAS

D

ia de futebol na Inglaterra. Os torcedores saem cedo de casa, param nas lanchonetes para comer o tradicional “fish and chips” (filé de peixe empanado com batatas fritas) ou “aquecem” a garganta pelos pubs próximos ao estádio. A quem prefira visitar a loja do clube, comprar uma camisa nova, mandar estampar seu nome e número da sorte nela. Resumindo, opções não faltam e jogo passa a ser muito mais do que bola rolando dentro do gramado. Com baixos públicos em seus jogos no começo do ano, o Nacional resolveu apostar em ações de marketing para atrair o torcedor amazonense aos estádios. Para o diretor do setor do Leão da Vila Municipal, Haroldo Falcão, o desafio é transformar a partida de futebol em evento ultrapasse as quatro linhas, como acontece no futebol europeu e na NBA (guardadas as devidas proporções). “Nós temos pouco recursos, começamos a montar algumas

estratégias. No jogo contra o Santos, já colocamos uma empresa para fazer o acolhimento de torcedores na porta do estádio e colocamos um sistema de som para fazer a publicidade institucional do Nacional. Queremos mostrar para o torcedor que isso não é apenas um jogo, é um evento esportivo”, explica Falcão. Para trabalhar ações como a que foi apresentada no jogo contra o Santos-AP e contra o Remo-PA, pela Copa Verde, o Nacional montou uma comissão constituída por quatro pessoas: o engenheiro Carlos André, os especialistas em marketing esportivo Tarik Nina e Sarah Furtado, e o presidente da Action Pesquisas de Mercado, Afrânio Soares. O principal objetivo do grupo, segundo Falcão, é fortalecer a marca institucional do Leão da Vila Municipal. “Implantamos um sistema de som para que as pessoas escutem uma boa música, queremos empresas que ofereçam alimentação com marca registrada. Aqueles de 2.500, 1.500

torcedores, independente do resultado, vão sentir algo diferente. Queremos caminhar para o conceito de jogos na Europa, fazer com o que o torcedor se sinta acolhido”, conta o diretor de marketing do Naça. Campanhas Sem tempo a perder, a comissão de marketing nacionalina já pôs em prática algumas ações. Uma delas é a panfletagem simples, realizada pelas ruas de Manaus, antes do confronto contra o time paraense pela Copa Verde, a campanha do +1, que consiste em fazer com que cada torcedor leonino convide um amigo para assistir ao jogo do Nacional. “Queremos fazer as pessoas se motivarem a torcer pelos clubes amazonenses. A ideia é trabalhar nesse sentido, atrair torcedores para convidar amigos e ir aos estádios, fortalecer o institucional do nacional. Estamos realizando ações no corpo-a-corpo nas ruas, nas instituições, queremos aproximar o nacional do torcedor amazonense”, revela Falcão.

Torcedora satisfeita com iniciativa Para a torcedora do Leão da Vila Municipal, Jéssica Monteiro, as ações de marketing realizadas pelo Nacional podem render bons frutos no futuro. De acordo com ela, mostra que o clube tem interesse em trazer os torcedores que estão afastados dos estádios de volta as arquibancadas, o

que pode ser pode significar uma injeção de verba aos cofres da equipe. “A ideia é muito boa e pode trazer bons resultados para o time. O futebol é capaz de trazer muita gente, apaixonados e até aqueles que não entendem. O jogo é uma forma de entretenimento assim como

um cinema ou um show, e o incentivo do clube nesse caso é ótimo para atrair cada vez mais torcedor aos estádios, sócios para os clubes, compra de produto licenciados, assim fazendo uma receita lucrativa para que o clube possa investir no time de futebol”, avalia Jéssica.

Ações caíram nas graças dos fãs Duas campanhas bastante famosas pelo marketing leonino já caíram nas graças da torcida: o Craque 2020 e o Torça e Fique Famoso. A primeira, aposta na realização de atividades com jovens para que supostamente ele se torne um jogador do Nacional. Já o segundo, consiste

em trabalhos feitos nas redes sociais do clube, que garante aquele com mais curtidas, o direito de entrar com a equipe dentro de campo. “Não queremos torcedores casuais, estamos querendo fidelizar o torcedor amazonense com o Nacional, e isso só se consegue gradativamente.

O nacional só vai ficar forte quando ele perceber que a arquibancada está vibrando com ele, isso vai pesar na cabeça dos jogadores dentro de campo. A comissão de marketing está em andamento com outros dois projetos, que não posso revelar no momento”, promete Falcão.


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Marcelinho, o ‘algoz’ de Cristiano Ronaldo Destaque do Ludogorets, da Bulgária, o meia amazonense Marcelinho parece gostar de marcar gols contra as equipes do astro português Cristiano Ronaldo ANDRÉ TOBIAS

N

o dia 1º de outubro de 2014, pela fase de grupos da Liga dos Campeões da Europa, ele abriu o placar para Ludogorets Razgrad sobre o Real Madrid, de Cristiano Ronaldo e companhia. Em sua estreia pela seleção da Bulgária, na sexta-feira retrasada (25), o meio-campista marcou o gol da vitória da sua equipe sobre Portugal, de CR7. Será Marcelinho, nascido em Manacapuru e naturalizado búlgaro, carrasco do astro luso? Com a tranquilidade que lhe é peculiar e sem querer polemizar, ele desconversa. Para o amazonense, o bom mesmo é jogar contra grandes equipes e enfrentar bons jogadores. Poder marcar gols é melhor ainda. Os tentos anotados sobre as equipes de Cristiano Ronaldo são classificados pelo próprio atleta como os dois mais importantes da sua carreira até o momento. “Falar dos dois gols é algo emocionante. Na Champions, fazer gol contra o Real Madrid, que era o atual campeão, é gratificante demais. Há alguns dias atrás eu pude fazer outro gol, de novo contra o Cristiano Ronaldo, contra a seleção portuguesa na minha estreia pela seleção búlgara. Fico feliz. Carrasco… não sei se é bem essa palavra, mas acho que sou abençoado contra ele”, avalia Marcelinho. Até agora, o meia enfrentou CR7 em três oportunidades. As duas primeiras pela Liga

dos Campeões da Europa da temporada 2014/15. O Ludogorets, equipe que defende desde 2011, saiu derrotada de campo em ambas as ocasiões pelo Real Madrid. Contudo, ele marcou o único gol da equipe nos confrontos, que teve como placar agregado um elástico 6 a 1. Já no mais recente duelo entre Marcelinho e Cristiano Ronaldo, a história foi outra. Em seu primeiro jogo vestindo a camisa da seleção da Bulgária após se naturalizar,

VITÓRIAS Os tentos anotados sobre as equipes de Cristiano Ronaldo são classificados pelo próprio Marcelinho como os dois mais importantes da sua carreira até o momento

o amazonense levou a melhor CR7. Aos 19 minutos do primeiro tempo, na cidade de Leiria, em Portugal, o meia passou por Vieirinha e Pepe, antes de chutar no canto esquerdo do goleiro Rui Patrício e decretar a vitória búlgara sobre o selecionado luso. “Naquela ocasião, tive a tranquilidade de cortar muito bem o Vieirinha. A minha intenção, era, de repente, que os dois viessem em alta velocidade. E vieram. O Vieirinha não conseguiu parar, o Pepe conseguiu. Depois eu tive

um pouco de sorte, a bola acabou batendo na perna dele, eu consegui voltar e ele não. Bati meio mascado, mas a bola entrou. O importante foi o gol”, explica o meio-campista do Ludogorets. Naturalização Após cinco anos atuando com a camisa do time búlgaro – com participação na Liga Europa, Liga dos Campeões e um tetracampeonato local – Marcelinho se viu apto a ser convocado para a seleção nacional. Aos 31 anos e grato por tudo que o país do Leste Europeu lhe proporcionou na carreira, ele promete fazer pela Bulgária o que fez e faz pelo Ludogorets. “A responsabilidade foi muito grande, assim como a alegria. Vestir a camisa da Bulgária foi emocionante. No momento do hino, eles brincaram muito para saber se eu o conhecia. E eu sei todo o hino da Bulgária, cantei antes do jogo. É o país que me acolheu, que me deu tudo na carreira. As coisas mais importantes aconteceram aqui, estão acontecendo aqui, e no que eu puder ajudar dentro de campo, farei. Sempre vou dar o máximo por esse país”, afirma Marcelinho.

‘Ele é marrento mesmo’ Eleito três vezes o melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo não chama atenção apenas pelo seu futebol. Sempre procurando os holofotes e as câmeras dentro de campo, o português tem fama de ser polêmico. Marcelinho recorda de uma história envolvendo CR7 nos duelos que fez contra o astro. “Esse jeito marrento ele tem mesmo. Tem até história curiosa dos jogos que aconteceu contra ele. No jogo em casa, contra o Real, pela Champions, ele acabou perdendo um pênalti, mas converteu outro. Quando fez o gol, ele falou para o nosso goleiro: ‘pega esse aí agora’. Agora, no jogo contra Portugal, nosso goleiro meio que retribuiu. Num lance de cabeça, dentro da pequena área, ele defendeu. O Ronaldo ficou se perguntando: ‘como é que essa bola não entrou?’. E o goleirão falou que não tinha jeito, o dia era dele. E o Ronaldo respondeu: ‘É teu dia, mas fica tranquilo que até o final do jogo eu faço um gol’. Acabou não fazendo”, conta Marcelinho. Fã de Messi, o ama-

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zonense revela não ser fã do astro português. Questionado sobre aquela tradicional tietagem a um jogador famoso ao final das partidas, o meia disse que não houve qualquer tipo enaltecimento a Cristiano Ronaldo. “Consegui

até a camisa do Vieirinha, que foi o jogador que me marcou e que eu marquei também, jogamos um contra o outro na mesma posição. Contra o Real Madrid, eu troquei camisa com o Marcelo, lateral-esquerdo brasileiro”, diz.

Meia mostra troféu de melhor jogador da temporada do Campeonato Búlgaro de 2013

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Lazio faz clássico com a Roma pela Série A italiana R

de 39 anos, já que seu contrato com a Roma se encerra no fim da atual temporada. Nas 41 vezes que enfrentou a Lazio em jogos oficiais, ‘El Capitano’, marcou 11 gols. A presença do ídolo em campo, porém, não é garantida. O artilheiro tem sido pouco utilizado por Spaletti, reclamou publicamente e foi punido pelo técnico. Equipes Para tentar reverter o retrospecto negativo recente, o técnico Stefano Pioli terá problemas. Estão de fora da partida o zagueiro Stefan De Vrij, os laterais Dusan Basta, Stefan Radu e Patric, além do meia Sergej Milinkovic-Savic. Por causa dos desfalques, o zagueiro brasileiro Mauricio, ex-Palmeiras e Grêmio, deve ser improvisado na lateral. Já o veterano Miroslav Klose pode ganhar uma vaga no setor ofensivo, que tem como destaque o também brasileiro Felipe Anderson. Pelo lado da Roma, Spaletti tem força máxima e entra como favorito para vencer o clássico devido ao atual momento dos ‘giallorossi’. Desde a chegada do técnico após a demissão de Rudi García, são oito vitórias, dois empates e apenas uma derrota.

Alemão Miroslav Klose será o comandante do ataque da Lazio no clássico contra a Roma, pelo principal jogo da rodada do italiano

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oma (Itália) - A Lazio recebe a Roma às 9h (de Manaus) deste domingo (3), querendo encerrar um longo jejum e estragar o possível último “derby della capitale” do maior ídolo do rival, Francesco Totti, na partida mais importante da 31ª rodada do Campeonato Italiano. Depois do intervalo para as partidas das seleções na última data Fifa, a Roma, que se recuperou na competição após a chegada do técnico Luciano Spaletti, precisa vencer o duelo no Estádio Olímpico para seguir na terceira posição, que dá vaga na próxima Liga dos Campeões. Já a Lazio, sem objetivos na temporada, entra em campo para atrapalhar as pretensões do rival e pôr fim a um incômodo tabu. A última vitória da Lazio sobre a rival ocorreu em maio de 2013, em duelo válido pela Copa Itália. Desde então, as equipes se enfrentaram cinco vezes, com três vitórias da Roma e dois empates. Se considerado apenas o Italiano, o jejum é ainda maior: a Lazio não bate os ‘giallorossi’ desde novembro de 2012. O duelo ganha ainda mais importância por causa de Totti. O clássico pode ser o último do veterano atacante,

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Uma das maiores rivalidades do futebol mundial, ‘Derby della capitale’ será destaque da 31ª rodada do Calcio

Atacante Vardy é um dos artilheiros do campeonato inglês e a principal esperança de gols do Leicester

FUTEBOL INGLÊS

Líder Leicester recebe Southampton Londres (Inglaterra) Embalado pelo sucesso de jogadores com as camisas das respectivas seleções, o Leicester encara neste domingo (3) o Southampton, em casa, de olho em abrir ainda mais vantagem na liderança do Campeonato Inglês. O time comandado pelo italiano Claudio Ranieri está com 66 pontos, cinco à frente do Tottenham, e nos últimos jogos vem fazendo o básico para manter a confortável vantagem. Os ‘Foxes’ venceram quatro dos últimos cinco jogos que disputaram por 1 a 0, contra Norwich, Watford, Newcastle e Crystal Palace. Para melhorar ainda mais a situação do Leicester, provavelmente a maior surpresa do futebol europeu nesta temporada, o cen-

troavante Jamie Vardy vai para o duelo com os ‘Saints’ embalado pelos dois primeiros gols marcados com a camisa da seleção ingle-

INÉDITO O Leicester está cada vez mais próximo de conquistar o seu primeiro título inglês de seus 132 anos de existência. Se vencer o Southampton ficará a sete rodas de levantar o caneco da Premier League sa, nos amistosos contra Alemanha e Holanda. No duelo contra os Laranjas, Danny Drinkwater, outro destaque dos ‘Foxes’, também viveu dia especial,

fazendo o primeiro jogo pelo ‘English Team’, como direito a escalação entre os titulares. Outro volante do time, N’Golo Kanté estreou pela França contra a Holanda e, dias depois, marcou gol, na vitória sobre a Rússia. As “data Fifa”, no entanto, não foram só de notícias boas para Claudio Ranieri, já que o experiente goleiro Kasper Schmeichel se lesionou durante amistoso da seleção dinamarquesa e é dúvida para o compromisso deste fim de semana. Rival do líder do Inglês na rodada, o Southampton é sétimo colocado na tabela e sonha com vaga na próxima edição da Liga dos Campeões, já que está com 47 pontos, apenas quatro atrás do Manchester City, quarto, que tem um jogo a menos.


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Palmeiras e Corinthians fazem clássico da rodada

EM CAPIVARI

Santos encara Capivariano para manter a liderança no dia 2 de dezembro de 2015. Desde então, passou por fisioterapia no CT Rei Pelé até durante as férias, para se recuperar o quanto antes. Ele tem participado normalmente dos treinos do Santos e sido relacionado para as partidas, mas ainda não atuou. O Santos deve entrar em campo com: Vanderlei, Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Zeca; Alisson, Thiago Maia, Lucas Lima e Elano; Gabriel e Joel.

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Em situações opostas na temporada, Alviverde e Alvinegro duelam pela 14ª rodada do Campeonato Paulista, em jogo realizado no Pacaembu

DIVULGAÇÃO

Capivari (SP) – Líder do Grupo A do Campeonato Paulista, o Santos encara o Capivariano às 17h30 (de Manaus) deste domingo (3), pela 14ª rodada do Estadual. Para o jogo, o técnico Dorival Junior terá o retorno do zagueiro David Braz, que jogará pela primeira vez em 2016 após grave lesão na coxa direita. David Braz se lesionou no segundo jogo da decisão da Copa do Brasil, contra o Palmeiras, na arena do rival,

Meia Elias volta ao time titular do Corinthians, após quase dois meses fora de combate. Gabriel Jesus será titular mais uma vez no Verdão

S Zagueiro David Braz fará sua estreia na temporada de 2016

ão Paulo (SP) – Clássico dos opostos. Assim pode ser descrito o duelo entre Palmeiras e Corinthians, às 15h (de Manaus) deste domingo (3), no Pacaembu, pela 14ª rodada do Campeonato Paulista. Enquanto o Timão é líder geral da competição com 32 pontos, o Alviverde somou apenas 18 e está na vice-liderança do Grupo B. O Corinthians além de liderar o Estadual está praticamente classificado também na Libertadores. Já o Palmeiras até a última rodada do Paulistão, quando venceu o

Rio Claro por 3 a 0, convivia com o fantasma do rebaixamento, já que ocupava a última colocação. No torneio continental, o Verdão está virtualmente eliminado. Se nem tudo são flores na Academia de Futebol, o técnico Cuca pode respirar mais tranquilo após vencer o primeiro jogo sob o comando do Palmeiras. O clássico, mesmo sendo difícil, pode ser uma oportunidade para embalar de vez. Para o duelo, o técnico mandará o que tem de melhor. Assim como na última rodada, manterá a formação com Ale-

cssandro e Barrios no ataque, com Gabriel Jesus e Robinho pelas pontas. O Palmeiras deve ir a campo contra o Corinthians com: Fernando Prass, Jean, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Arouca, Matheus Sales, Gabriel Jesus e Robinho; Lucas Barrios e Alecssandro. Corinthians Já classificado para a próxima fase do Paulistão, o Corinthians usará o clássico para provar sua superioridade na competição. A grande surpresa para o clássico é a possível volta do meia Elias ao time

titular. O camisa 7 atuou pela última vez em 17 de fevereiro, contra o Cobresal, pela Copa Libertadores, no sacrifício. Terminado o jogo no Chile, foi constatada uma fissura na fíbula esquerda. Após um tratamento cauteloso, o atleta de 30 anos está novamente à disposição de Tite. Como os titulares descansaram na noite de quarta, na vitória por 2 a 1 sobre a Ponte Preta, Tite já pôde montar na quinta o provável time de domingo: Cássio; Fagner, Felipe, Yago e Uendel; Bruno Henrique, Giovanni Augusto, Elias, Guilherme e Lucca; André.


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Pódio

MANAUS, DOMINGO, 3 DE ABRIL DE 2016

Vasco e Volta Redonda se enfrentam em São Januário R

io de Janeiro (RJ) – Líder do Campeonato Carioca e invicto na temporada, o Vasco encara às 15h (de Manaus) deste domingo (3) o Volta Redonda em São Januário, pela quinta rodada da Taça Guanabara, para se consolidar ainda mais no topo da tabela do Estadual. Após empatar no meio de semana com o Flamengo, em jogo bastante disputado em Brasília, o time vascaíno espera recuperar o caminho das vitórias contra o time do interior. Para o confronto, no entanto, o elenco do Gigante da Colina está em alerta, já que o Voltaço é uma das revelações deste Cariocão. “O Volta Redonda é o time mais organizado dentre os chamados pequenos e, por isso mesmo, vamos precisar de muita atenção, pois não podemos permitir que eles controlem o jogo. É preciso cautela”, disse o meia Andrezinho. “Não adianta a invencibilidade se a gente não ganhar o Campeonato Carioca. Temos que pensar grande neste aspecto”, concluiu. O lateral-esquerdo Julio Cesar lembrou que o Volta Redonda já fez grandes partidas contra os favoritos ao título. O Voltaço derrotou o Fluminense por 3 a

1 e o Flamengo por 1 a 0. “O Volta Redonda já ganhou do Flamengo e do Fluminense neste Campeonato Carioca e só por isso já precisamos ficar atentos. No jogo passado eles fizeram uma partida dura contra o Botafogo, que só conseguiu definir o resultado no fim. Portanto, estamos cientes de que não vamos encontrar nenhum tipo de facilidade. Teremos uma partida complicada, mas estamos cientes da nossa real capacidade e podemos ganhar”, afirmou. Para a partida deste domingo, contra o Volta Redonda, o técnico Jorginho terá problemas. O volante Julio dos Santos e o atacante Jorge Henrique estão suspensos. A tendência é a de que o comandante cruz-maltino opte pelas entradas de Diguinho e Riascos. A tendência é que o Vasco entre em campo com: Martin Silva, Madson, Luan, Rodrigo e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Diguinho, Andrezinho e Nenê; Thalles e Duvier Riascos. Líder com dez pontos conquistados, o Vasco pode garantir a classificação de forma antecipada para as semifinais. Para isso, além de vencer, vai precisar que o Boavista seja derrotado pelo Bangu ou que o Flamengo não vença o Botafogo.

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Líder da Taça Guanabara, Cruz-Maltino encara time do interior para manter invencibilidade neste início de temporada

Meio-campista Andrezinho pede que o elenco vascaíno esteja ligado para não ser supreendido pelo Volta Redonda, no duelo em São Januário


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Pódio - 3 de abril de 2016 by Amazonas Em Tempo - Issuu