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Pódio - 1º de novembro de 2015

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CLÁSSICO

Santos e Palmeiras duelam pelo G-4

Pódio MANAUS, DOMINGO, 1º DE NOVEMBRO DE 2015

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esportes@emtempo.com.br

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O líder Corinthians enfrenta o vice-líder Atlético-MG, na arena Independência, e espera vencer fora de casa para ficar mais perto do hexacampeonato. A diferença entre as equipes é de oito pontos Pódio E7


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Ele é ‘Monster’

amazonense

Thiago Teixeira, atleta de crossfit, tem se destacado no cenário nacional da modalidade e recentemente venceu o Monster Games, em Goiânia (GO)

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ouco conhecido entre os esportistas de Manaus, o crossfit não é para qualquer um. Exige excelente preparo físico e um coração perfeito. É que o crossfit consiste na prática de vários exercícios ao mesmo tempo como levantamento de peso olímpico, ginástica olímpica e condicionamento metabólico ou cardio. O ritmo é alucinante. Só de observar, cansa. O amazonense Thiago Teixeira, 29, praticante da modalidade, busca projeção nacional e internacional. Um teste para medir seu potencial competitivo foi o Torneio Crossfit Monstar Games, disputado no mês passado, em Goiânia. Somente há dois anos na modalidade, ele conseguiu colocar o nome do Amazonas no lugar mais alto do pódio. “A competição foi mui-

to dura. Os competidores eram de alto nível, muito bem preparados. Superei, inclusive, uma contusão e problemas pessoais”, comemora. Como o crossfit é uma prática esportiva de alto impacto, o treino exige força, técnica e hábitos saudáveis de vida. A disciplina é rígida. “Eu treino de duas a três horas por dia. Tenho uma alimentação à base de nutrientes, porém muito variada e orientada por um nutricionista. A vida pessoal sofre um pouquinho, pois você tem que se dedicar de corpo e alma. Eu digo que se você quer ser o melhor, se dedique”, ressalta. Thiago não considera a modalidade exagerada, mas diz que se a meta é conquistar títulos, atingir um alto desempenho é essencial que a dedicação beire a loucura aos olhos

dos “comuns”. “Quando você é apresentado ao crossfit, conhece não um esporte, mas um estilo de vida. A mudança física e mental é tão grande que você cada vez mais quer o melhor. Melhor rendimento, melhor qualidade de vida, evoluir nos treinos, enfrentar qualquer problema de cabeça erguida. Então, se você só tem a ganhar em saúde e qualidade de vida, porque não mudar?”, indaga. Perguntado sobre os riscos à saúde da prática da modalidade, o atleta afirma que isso é inerente a qualquer atividade esportiva. “Toda atividade física tem seu risco, o futebol é um exemplo disso e tem o maior índice de contusões entre os esportes. Se você for acompanhado por um profissional sério, que conhece toda a técnica dos movimentos,

pode ter certeza que não vai ter problemas”, alerta. Thiago revela que sempre gostou de praticar esporte, e que esse é o segundo campeonato da modalidade que ele participa. “Sempre fui atleta, sempre quis me superar de todas as formas. No crossfit todo treino você tem que se superar e enfrentar o desconhecido, enfrentar seus limites. As pessoas começam a fazer coisas que nunca imaginariam fazer, é um esporte apaixonante”, afirma. O Crossfit Monstar Games foi o segundo evento disputado pelo amazonense, que tem pretensões maiores. “Quero continuar competindo, meu objetivo é estar entre os melhores e ter reconhecimento nacional. Além de difundir o crossfit aqui no Amazonas”, finaliza.

Manaus abraçou o ‘Cross’ Atualmente, em Manaus, há três box (local de treinos e preparação) da modalidade: CrossFit Gade, CrossFit Doze e CrossFit CAF. Algumas academias de ginástica também oferecem esse tipo de atividade. O crossfit consiste em movimentos diversificados, com o uso de argolas e barras da ginástica olímpica, levantamento de peso. Caixas, bolas e cordas também fazem parte dos acessórios de quem realiza a atividade. O CrossFit é um treino que utiliza movimentos funcionais de forma constantemente variada e em

alta intensidade. Ele dá mobilidade e flexibilidade ao praticante, além de trabalhar resistência, força e agilidade. “O sentimento que tenho é de superação, pois crossfit é isso, se superar a cada momento, cada treino e a cada competição. O sentimento também é de gratidão a todos aqueles que estavam ao meu lado, meus pais, minha família, meus sócios, minha namorada, alunos e aos parceiros que torceram e me ajudaram de formas diferentes. E principalmente a Deus”, agradece Thiago Teixeira.


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Túnel do tempo podio@emtempo.com.br Willian D’Ângelo

Rio Negro no Brasileirão de 1983 DIVULGAÇÃO

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o próximo dia 13 de novembro, o Galo da Praça da Saudade estará completando 102 anos de história no futebol amazonense. O nome do time “Barriga Preta” tinha no início a grafia “Atlhetic Rio Negro Club”, o que remetia a muitos clubes de origem inglesa na cidade. O Rio Negro fez sua primeira participação no certame amazonense em 1914, tendo iniciado com suas conquistas no ano de 1921. Nessa época o time já tinha grande torcida e este era aclamado o de maior torcida de Manaus e com grande apoio das classes mais altas da cidade, e por isso nesta época ganhava a alcunha de “Clube Líder da Cidade”. No Campeonato Brasileiro de 1983, onde foi mantida a fórmula de disputa dos dois anos anteriores, mas sendo criada uma terceira fase de grupos antes das finais eliminatórias, alternando-se os critérios de desempate na fase final, o Rio Negro ficou em 29º lugar, na frente de clubes como Botafogo-SP, CSA -AL, Paysandu-PA, Fortaleza e Treze-PB. A competição teve 44 clubes participantes, divididos em diversos grupos. O certame nacional foi conquistado pelo o Flamengo que contou com várias equipes tra-

Colunista do PÓDIO

Formação do Atlético Rio Negro Clube, que disputou o Campeonato Brasileiro de 1983, ano em que o Flamengo se tornou campeão nacional

dicionais do futebol brasileiro, como Santos, Atlético-MG, São Paulo, Vasco, Palmeiras, Corinthians, Fluminense, Botafogo, Internacional, Grêmio e Cruzeiro. Com a conquista, o time rubro-negro se tornava o quarto clube brasileiro a conquistar um bicampeonato (como Santos, Palmeiras e Internacional), e o terceiro a chegar a três títulos, igualando os feitos de Internacional,

Palmeiras e Santos. O time amazonense havia voltado aos gramados em 1982 com uma conquista regional, tendo em seu elenco jogadores como Tobias, Darinta, Dalmo, Patrulheiro, Berg, Alcindo e Tiquinho. O meia Ninimberg dos Santos Guerra, que nasceu no dia 16 de março de 1963, foi um dos destaques do Galo no Copão de 83, fazendo seu último jogo contra o Náutico,

em Recife, dia 3 de abril desse mesmo ano. Após passagem pelo o Botafogo carioca, Berg jogou ainda pelo Americano, de Campos, Atlético, do Paraná, América, do Rio, Madureira, Cerro Portenho, do Uruguai e por último pelo América, da cidade paulista de Rio Preto. No dia 19 de março, o Galo superou o Fluminense pelo placar de 1 a 0, no estádio da Colina, valendo pela Segunda

Fase da competição. Aluísio garantiu a vitória, marcando o gol da partida. O Rio Negro venceu com Tobias, Jair, Marcão, Darinta, Tonho, Dalmo, Berg, Pedrinho (Elias), Orlando, Alcino e Tiquinho (Aluísio), com o tricolor das Laranjeiras perdendo com Paulo Vitor, Aldo, Heraldo, Duílio, Branco, Delei (Paulinho Carioca), Cristovão Borges, Leomir, Flávio Renato (Amauri), Jason e Wilsinho.

O Rio Negro fez sua primeira participação no certame amazonense em 1914, tendo iniciado com suas conquistas no ano de 1921. Nessa época o time já tinha grande torcida e este era aclamado o de maior torcida de Manaus e com grande apoio das classes mais altas da cidade, e por isso nesta época ganhava a alcunha de ‘Clube Líder da Cidade’


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ão é de hoje que o talento dos lutadores amazonenses chama atenção dos aficionados pelo mundo das lutas. Quem não se lembra dos feitos de Walid Ismail, oito vezes campeão brasileiro de Jiu-Jítsu e campeão mundial de Valetudo pelo International Vale Tudo Championship (IVC). Sem contar na talentosa geração do MMA, representada por José Aldo e Ronald Jacaré que conquistam títulos Brasil afora. Com os esportes olímpicos não tem sido diferente. No judô, Rafaela Barbosa e na luta olímpica, Waldeci Silva, compõem a seleção brasileira e driblam as dificuldades de patrocínio para conquistar uma vaga na equipe que vai disputar os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. A judoca amazonense Rafaela Barbosa, 22, garantiu vaga na seleção brasileira em dezembro de 2014, após vencer cinco lutas em uma seletiva, e hoje aguarda a escolha da equipe que representará o país nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro no ano que vem. A escolha do grupo, que será feita pela confederação – composto por 14 atletas principais, sendo 7 mulheres e 7 homens e mais 14 reservas – está agendada para abril de 2016. “Irão escolher quem faz parte da seleção para compor a equipe. Estou na expectativa muito positiva. Estou esperando que tudo vá dar certo”, afirma. Entrar para a seleção foi a cereja do bolo da judoca que em 2014, venceu todos os panamericanos e foi a primeira amazonense a medalhar no panamericano Sênior. Em 2011 foi campeã dos jogos universi-

E04 e E05- PÓDIO.indd Todas as páginas

tários e em 2015, conquistou o bronze na mesma competição. Com este currículo e após conquistar a vaga na seleção, Rafaela acreditou que seria mais fácil firmar parcerias com a administração pública e empresas privadas na busca de patrocínio. Contudo, a atleta da seleção deparouse com enorme dificuldade. “Fiquei feliz quando entrei na seleção, achando que teria mais patrocínio, um incentivo melhor para ajudar nas viagens, nos quimonos, na faixa, no backnumber (identificação que o atleta põe nas costas),

NA BRONCA Uma das maiores mágoas de Rafaela Barbosa é ter ficado de fora da lista dos beneficiados com o Bolsa Atleta Municipal. A judoca da seleção brasileira afirma que a ausência do dinheiro pode tirá-la da Rio 2016 na alimentação e suplementação. A confederação não ajuda em tudo, a maior parte sai do nosso bolso. Mas, não consegui o apoio esperado”, denuncia a atleta. Ela apontou que em uma viagem para competi, são gastos cerca de R$ 5 mil, com estadia, alimentação e passagem. “Tem quimonos que custam até R$ 1.500, a faixa R$ 600. O alimento é caro, comer saudável em Manaus é um absurdo de caro. Com dieta gasto uma média de R$ 1mil e R$ 1.200 de suplementação por mês. E, gasto mais de R$ 500 com o transporte para os treinos”, revela. Além da dificuldade de conse-

guir novos patrocínios, a atleta lamenta a suspensão do bolsa atleta municipal – verba destinada a atletas que representam o Estado na seleção brasileira. “Por conta da crise, tudo está muito difícil. Para de receber o bolsa atleta, que é um valor considerável da prefeitura, justamente quando entrei na seleção”, lamenta. Rafaela explicou que no judô, o ranking não define a participação ou não nas olimpíadas. Tudo depende da desenvoltura da atleta nas competições que precedem a competição. “Aqui no Brasil é tudo por competição, depende do desempenho, por isso é tão importante viajar. A competição é realmente muito difícil, tenho que tirar a vaga da principal, a Érika Miranda”, explica. Para manter o rendimento, Rafaela cumpre uma rotina pesada, com treinos de segunda a sábado. Pela manhã, ela cursa a faculdade de direito. De tarde, das 13h30 às 15h, ela treina na academia One Fitness, no bairro Dom Pedro. Das 16h as 18h, ela treina com o preparador físico e técnico, Júlio Prado e, das 19h30 às 21h na Associação Barbosa, com o treinador Carlos André. “Tem dia que estou ‘quebrada’, tem dias que estou mais disposta. Mas, tem que fazer tudo em busca sonho das Olimpíadas”, revela. A judoca começou na luta com o jiu-jítsu aos 6 anos de idade. Aos 13, descobriu o judô e não deixou mais. “Tudo começou com o meu pai. Ele ia praticar o esporte e foi me levando. Quando fui assistir a luta de um amigo, me interessei pelo judô, passei a praticar, competir e medalhar. Com pouco tempo de judô medalhei e fiquei até hoje”, diz.

Seletivas vão definir seleção de luta olímpica Não é somente o tempo de Rafaela Barbosa que é voltado quase que 100% para o esporte. Em ano pré-olímpico, o lutador de luta olímpica, Waldeci Silva, 33, tem se dedicado completamente para alcançar a excelência no esporte e conquistar em fevereiro de 2016, uma vaga nas olimpíadas na segunda seletiva mundial, que acontece no estado norte americano do Texas. “A primeira seletiva foi no mundial, em setembro, em Las Vegas (EUA), mas não consegui me classificar. Voltei a Manaus e estou treinando direito e forte para as outras seletivas. Tem também a copa Brasil e outras competições preparatórias para entrar bem na seletiva”, afirma.


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Waldeci treina forte para conquistar a tão sonahada vaga nas Olimpíadas do Rio de Janeiro

Waldeci com ‘fome’ da vaga Em busca da vaga, Waldeci treina todos os dias em três horários, na Vila Olímpica de Manaus. Às 7h, 9h e 15h. “Faço musculação, preparação física e ‘tapete’ na Vila”, revela. Desde 2005 Waldeci integra a seleção brasileira de luta livre. Ele explicou que é preciso ganhar as seletivas tanto para entrar tanto na seleção, quanto para competir nas Olimpíadas do ano que vem. Assim como no judô, a escolha para compor a seleção olímpica, não é definida pela colocação do atleta em rankings nacionais ou mun-

dial, mas sim na conquista das seletivas. Contudo, a entrada nas Olimpíadas não depende somente do talento do lutador. Para participar das seletivas e competições preparatórias, Waldeci precisa de patrocínio que arque com as viagens, estadia, alimentação e suplementação. “O que percebo hoje, às vésperas das Olímpiadas, é a mesma falta de apoio de sempre e que atrapalha bastante. Este era um momento primordial para que recebêssemos o apoio do governo, mas, infelizmente,

não tivemos nem com as viagens, nem com alimentação. Mas não foi o corte na alimentação que vai fazer com que deixemos de correr atrás. Agradecemos o restaurante Sushi na Ponta Negra, Tabule, que tem apoiado os atletas, e a Bioextratus e o Bolsa Atleta municipal”, fala Waldeci, ao citar o corte na alimentação (café – almoço e jantar), aos atletas que têm residência fixa na capital do Estado e que treinam na Vila Olímpica, anunciada pela Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel) na segunda-feira (19).

MÁRCIO MELO

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Clássico de vida ou morte Lanterna do Brasileirão, Vasco enfrenta Flu precisando de uma vitória para tentar escapar do rebaixamento

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mas é preciso esperar”, disse o zagueiro Rodrigo sobre o fato do Tricolor ter sido eliminado da Copa do Brasil no meio de semana. Fluminense Após a eliminação na Copa do Brasil, o foco agora no Fluminense é afastar toda e qualquer possível ameaça de rebaixamento. Há sete pontos do 17º colocado Coritiba, o clássico contra o Vasco é visto como a oportunidade ideal de se distanciar do Z-4. O assunto, inclusive foi tema de entrevistas durante a semana. O meia Gustavo Scarpa falou que é necessário que os jogadores foquem nessa reta final de Campeonato Brasileiro. “Acredito realmente que corremos o risco de rebaixamento e ele não é pequeno. Por isso mesmo temos a obrigação de ir a campo e dar o nosso melhor contra o Vasco. Se conquistarmos a vitória vai ser uma consequência de termos feito um grande jogo contra esse rival”, afirma Scarpa. Para o duelo, o técnico Eduardo Baptista não poderá contar com os atacantes Marcos Junior – suspenso após receber terceiro cartão amarelo – e Fred, que jogou no sacrifício no meio de semana e não foi liberado pelo departamento médico. Ao que tudo indica, Gérson e Magno Alves assumem as posições vagas. O garoto Michael, que podia jogar na vaga do capitão não apareceu para treinar na sexta-feira e nem sequer foi relacionado. Desta maneira, o Fluminense deve ir a campo com: Diego Cavalieri, Wellington Silva, Gum, Marlon, Breno Lopes, Jean, Cícero, Gustavo Scarpa, Vinícius, Gerson e Magno Alves.

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Nenê ainda acredita na permanência do Vasco

io de Janeiro (RJ) – Lanterna do Campeonato Brasileiro e a quatro pontos de sair da zona de rebaixamento, o Vasco vive situação difícil na competição, mas nada melhor de que uma vitória sobre um rival para dar moral e levantar o astral do elenco. Com este pensamento, o Cruz-Maltino encara o Fluminense neste domingo (1), às 16h (de Manaus), no estádio Nilton Santos (Engenhão), pela 33ª rodada do Brasileirão. Com 30 pontos, o time da colina até vive boa fase na competição, está jogando bem, mas tem sofrido com gols sofrido nos minutos finais das partidas. Já o Fluminense, longe da zona da degola e eliminada da Copa do Brasil cumpre somente tabela até o final da temporada, o que de certo ponto pode ser uma arma, afinal, sem pressão, a equipe tende a jogar mais relaxada. Sabendo da necessidade da vitória, mas sem se esquecer de se preocupar com o sistema defensivo, o técnico vascaíno Jorginho deve fazer somente uma mudança em relação ao time que vem atuando nos últimos jogos. O meia Julio dos Santos deve dar lugar ao volante Diguinho. A ideia é dar mais poder de marcação no meio de campo da equipe. No mais, o time será o mesmo. Quem pode aparecer no banco de reservas é o atacante Eder Luis, recuperado de lesão. O lateral-esquerdo Julio Cesar reagiu bem ao tratamento para aliviar as dores de coluna que sentia e estará à disposição. Assim, o Vasco deve ir a campo com: Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo, Júlio César, Bruno Gallo, Diguinho, Andrezinho, Nenê, Jorge Henrique e Leandrão. “O Fluminense tem jogadores experientes. A gente espera que venham abalados,

Paolo Guerrero jogará isolado no ataque rubro-negro, que terá um meio de campo formado só por volantes

Tricolor quer espantar fantasma do Z-4 vencendo o jogo

NO SUL

Fla visita o Grêmio por ‘honra’ Porto Alegre (RS) – Há seis pontos do Santos, atualmente quarto colocado do Campeonato Brasileiro, e vivendo fase ruim na competição, o Flamengo encara, neste domingo (1º), às 15h (de Manaus), o Grêmio na Arena em Porto Alegre. O Tricolor gaúcho segue na terceira colocação e busca consolidar ainda mais a vaga na próxima Copa Libertadores da América. Além das dificuldades de enfrentar o adversário fora de casa, a partida será a primeira após a suspensão de cinco jogadores que se envolveram em uma festa durante a semana de trabalho. Pará, Alan Patrick, Marcelo Cirino, Paulinho e Everton não foram nem relacionados para o jogo e desfalcam o Rubro-Negro. Além deles, Jonas e Emerson

Sheik estão suspensos. Com esse cenário, o Flamengo será um time mais cauteloso em Porto Alegre. O técnico Oswaldo de Oliveira entrará em campo com um quarteto de volantes, um meia e somente Paolo Guerrero no comando do ataque. A ideia é fazer uma partida defensiva e sair nos contraataques para surpreender o Grêmio. O Flamengo deve ir a campo com: Paulo Victor, Ayrton, César Martins, Wallace, Jorge, Márcio Araújo, Luiz Antônio, Canteros, Jajá, Gabriel e Guerrero. A boa notícia é que na sexta-feira (30), o meia Ederson voltou a treinar no Ninho do Urubu. Grêmio Com seis pontos de van-

tagem sobre o Santos, e seis atrás do Atlético -MG, o Grêmio, terceiro colocado do Brasileirão, quer vencer para manter viva a chance assumir a segunda posição e se afastar ainda mais do quarto colocado. Durante os treinos, o técnico Roger adotou o mistério e não anunciou o time que entrará em campo. É possível que o ataque volte a ser formado por jogadores com velocidade. Com o acordo feito com o Flamengo, o zagueiro Erazo poderá atuar. A provável escalação do Tricolor gaúcho tem: Marcelo Grohe, Galhardo, Pedro Geromel, Erazo, Marcelo Hermes, Moisés, Marcelo Oliveira, Giuliano, Douglas, Pedro Rocha e Luan

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Galo e Timão fazem ‘final’ do campeonato B

elo Horizonte (MG) – Desde que o Campeonato Brasileiro passou a ser disputado pelo sistema de pontos corridos foi criado o clichê de que “todo jogo é uma final”. Para a confronto entre Atlético-MG e Corinthians, às 15h (de Manaus), na arena Independência, pela 33ª rodada, a alcunha pode ser usada de forma literal. Com 70 pontos somados - oito de vantagem sobre o rival -, se o Timão vencer em Belo Horizonte se tornará virtual campeão brasileiro. Se o Galo triunfar, diminuirá a vantagem do rival para cinco pontos e terá mais cinco partidas para tirar a diferença. Então, ingredientes não vão faltar para apimentar o jogo. O atacante Luan, do Alvinegro mineiro, relembrou o jogo contra o Santa Fé, da Colômbia, em que o Atlético-MG conseguiu uma classificação histórica na competição continental. O Galo precisava vencer, em Bogotá, para seguir vivo na fase de grupos, e conseguiu triunfar por 1 a 0, com gol de Lucas Pratto. Aquela partida serve de inspiração para o atual momento. “Foi aquele jogo da Libertadores, que precisávamos ganhar porque vínhamos de duas derrotas. Aquele resultado já passou. Ficam só lembranças. Não tem nada impossível. Mas o futebol proporciona coisas inacreditáveis. Só a vitória interessa. Não adianta nada não ganhar domingo”, diz. O atacante argentino é, inclusive, a esperança de gols do Galo na partida. Em jogos decisivos em 2015, o jogador não tem decepcionado e sempre marcou gols. Foi assim na semifinal do Campeonato Mineiro quando ele marcou dois gols contra o Cruzeiro, e também na eliminação para o Internacional na Libertadores. Mesmo com a derrota, Pratto quem marcou o único gol atleticano no jogo. “ Todo jogador de time gran-

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Vice-líder Atlético-MG recebe líder Corinthians em jogo que definirá o campeão brasileiro. Se os visitantes vencerem, abrem 11 pontos de está preparado para jogo de decisão. Aqui no Atlético-MG é assim. Todo mundo passou por situações boas e ruins no futebol e estão acostumados a isso. Para mim, não há nada melhor do que jogar este tipo de jogo. Fisicamente estou bem”, afirma. Para a partida, o técnico Levir Culpi terá apenas uma mudança em relação ao time considerado titular do Atlético-MG. O zagueiro Jamerson dá lugar a Edcarlos, que formará dupla com Leonardo Silva. No mais, o Galo terá força máxima e deve entrar em campo com: Victor, Marcos Rocha, Edcarlos, Leonardo Silva, Douglas Santos, Leandro Donizete, Rafael Carioca, Luan, Giovanni Augusto, Dátolo e Lucas Pratto. Caldeirão Para fazer valer a frase: “Caiu no horto, está morto”, o torcedor atleticano vai fazer do Independência um verdadeiro caldeirão. Todos os 20 mil ingressos disponibilizados foram vendidos de forma antecipada. Além disso, a diretoria do Corinthians também adquiriu a carga máxima de 1,8 mil bilhetes oferecida ao visitante e também vai lotar o espaço reservado para a Fiel. Na venda dos ingressos, algo inusitado aconteceu. Os torcedores do Galo adquiriram os todos os bilhetes disponíveis pela internet, deixando a bilheteria do estádio vazia. Cena incomum em partidas decisivas. Desta vez, a tecnologia evitou a confusão. O Atlético poderia ter mandado o jogo no Mineirão, onde a carga máxima é de 60 mil torcedores, mas o Independência foi escolhido estrategicamente por deixar os fãs mais próximos do campo, além de mística criado sob o estádio. “É uma final e são detalhes que vão definir o resultado da partida e a gente precisa dessa pressão da arquibancada”, diz o presidente Daniel Nepomuceno.

Experiente, zagueiro Edcarlos fará dupla de zaga com Leonardo Silva no jogo mais importante do Atlético-MG na temporada de 2015

Além de encarar o bom time do Atlético-MG e a pressão vinda das arquibancadas, o Corinthians terá que superar os desfalques. O técnico Tite não poderá contar com o lateral-direito Fagner e o lateral -esquerdo Uendel, ambos machucados, além do meia Elias que cumpre suspensão por ter recebido três cartões amarelos. Edilson e Guilherme Arana entram nas laterais, e Rodriguinho assume o posto no meio de campo. Rodriguinho jogou pelo América-MG por três temporadas. O clube é o dono do Independência. E ele tem boas recordações do estádio. Em 2013, pela Série B do Campeonato Brasileiro, o meia marcou três

gols na vitória do Coelho sobre o Sport. Diante deste cenário, o Corinthians entrará em campo com: Cássio, Edilson, Felipe, Gil, Guilherme Arana, Ralf, Rodriguinho, Jadson, Renato Augusto, Malcom e Vagner Love. “As duas equipes terão responsabilidade na partida. Mas, para eles, a vitória é quase uma obrigação. Para nós, o empate já seria um bom resultado. E é claro que uma derrota também não seria o fim do mundo. A vantagem diminuiria para cinco pontos, e eles ficariam mais motivados, mas a gente vai tentar liquidar nesse jogo, mesmo sabendo das dificuldades de um estádio pequeno, com pressão da torcida”, concluiu Jadson.

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O Corinthians vai entrar em campo para vencer e liquidar o Campeonato Brasileiro. Pelo menos é o que garante o meia Jadson, que no confronto fará sua partida de número cem com a camisa do Timão. Um dos destaques do Alvinegro paulista na temporada, o atleta afirma que o elenco está ciente de que pode sair do Independência com as duas mãos na taça em caso de vitória. “Eles estão dependendo da vitória para encostar na gente. Trabalhamos de outra forma, com tranquilidade, com os pés no chão. A gente vai para ganhar. Sabemos que é difícil jogar lá. Queremos vencer e provar que somos melhores dentro de campo”, diz.

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Corinthians quer ‘liquidar’ o Brasileirão

Jadson fará sua partida de número cem com a camisa do Corinthians diante do vice-líder fora de casa


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Clássico pelo G-4 do S

antos (SP) – Santos e Palmeiras já pode ser considerado o principal clássico paulista na temporada 2015. Na final do Estadual o Peixe levou a melhor e ficou com o título. No meio de semana, ambos se classificaram para a final da Copa do Brasil, onde, nos dias 25 de novembro e 2 de dezembro, duelam pelo caneco. Antes, porém, neste domingo (1º), os times se enfrentem em mais um jogo decisivo. Às 15h (de Manaus), na Vila Belmiro, o derbi será preponderante para definir o G-4 do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro praiano, com 50 pontos, é o quarto colocado, já o Verdão, com 48, tem chance de ultrapassar o rival. Por isso, o jogo tem tudo para ser emocionante. Para o técnico Dorival Junior, do Santos, o clássico deste domingo não tem nada a ver com a final do torneio nacional. Ele não acredita que o resultado vá influenciar na competição mata-mata. “O equilíbrio é grande e o Palmeiras é a equipe que, pela classificação, mostra a igualdade com o Santos. Palmeiras oscilou na competição, e o Santos também. Perdemos pontos. Não vejo ligação de

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Brasileirão

Santos e Palmeiras se enfrentam na Vila Belmiro. O Peixe é o quarto colocado do Brasileirão, com apenas dois pontos a mais que o rival, que pode ultrapassá-lo

um resultado (neste domingo) com os dois jogos de decisão. Pelo contrário. Serão vinte e poucos dias, muitas coisas podem acontecer no intervalo. O Brasileiro é pesado, lesões podem acontecer. Não podemos perder o foco no Brasileiro, e pensar na Copa do Brasil quando estiver mais próximo”, comentou o treinador. Para o duelo, o Peixe deve ir a campo com: Vanderlei, Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique, Zeca, Thiago Maia, Renato, Lucas Lima, Gabriel, Geuvânio (Marquinhos Gabriel) e Ricardo Oliveira.

Sem descanso Mesmo com uma partida desgastante no meio de semana contra o Fluminense, o técnico Marcelo Oliveira confirmou que mandará o time completo para o clássico contra o Santos na Vila Belmiro. Sem nenhum jogador suspenso, a única ausência para o duelo é o volante Arouca que segue se recuperando de lesão. Oliveira deve manter a base que iniciou o jogo na arena alviverde. Thiago Santos, que não pode disputar a Copa do Brasil, volta a ficar à disposição “Temos de esquecer um

Meia Lucas Lima durante treinamento no CT Rei Pelé. Ele será, mais uma vez, o responsável pela armação das jogadas santistas na partida

pouco a Copa do Brasil agora. Ainda tem um prazo bom para os jogos finais. Ficamos satisfeitos com essa classificação, com a possibilidade de

disputar o título, mas agora temos o Brasileiro e vamos com tudo. Vamos jogar um jogo importante, que tem um caráter diferente, porque é um

concorrente direto. Precisamos jogar bem”, diz Marcelo. A provável escalação do Palmeiras para o clássico na Vila é a seguinte: Fernando

Prass, Lucas, Jack-son, Vitor Hugo, Zé Roberto, Thiago Santos, Matheus Sales, Robinho, Dudu, Gabriel Jesus e Lucas Barrios.


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