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Pódio - 1º de maio de 2016

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esportes@emtempo.com.br

Pódio E7

FOTOS: DIVULGAÇÃO

MANAUS, DOMINGO, 1º DE MAIO DE 2016

O que deu errado no clássico

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Finais dos principais campeonatos regionais começam neste domingo. No Rio, Botafogo e Vasco se enfrentam no Maracanã. Já em São Paulo, o surpreendente Audax duela com o Santos em Osasco. Pódio E5

T

T Í

O L U

RICARDO OLIVEIRA

Pódio

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PROBLEMAS


E2

Pódio

MANAUS, DOMINGO, 1º DE MAIO DE 2016

FOTOS: DIVULGAÇÃO

FERNANDO DINIZ

Devemos CHEGAR À ELITE DO FUTEBOL brasileiro em um futuro MÉDIO No futebol brasileiro, onde se costuma tomar decisões baseadas somente em resultados, é muito difícil ver uma equipe que aposta no trabalho de um treinador e consegue ter paciência. O Grêmio Osasco Audax fez exatamente isso e vem conseguindo colher os frutos do espaço e da confiança dados ao jovem treinador Fernando Diniz. A equipe fundada em 2013 conquistou um grande feito: está na final do Paulistão. Questionado no passado por seu sistema ousado, o comandante de 42 anos afirma que não se espelha em técnicos badalados do exterior como Pep Guardiola. Formado em psicologia, ele acredita que um dos principais problemas do futebol brasileiro é não tratar o jogador como pessoa, deixando de lado os fatores extracampo, que são, na visão dele, cruciais para a formação do atleta.

Não digo que seja o principal problema, mas um dos principais é o fato do jogador no Brasil não ser tratado como pessoa. Desta forma, acaba se perdendo muito”

PÓDIO - O que você pode destacar na classificação do Audax na classificação no Paulistão? Fernando Diniz - A maturidade que a equipe foi desenvolvendo ao longo dos anos, tanto coletiva como individualmente fizeram com que esse ano a gente chegasse com uma possibilidade maior. As ferramentas estavam mais afiadas para conseguirmos o primeiro objetivo, que, como em todo time pequeno no início, era conseguir escapar do rebaixamento, já que caem seis esse ano. Depois, passamos a pensar na classificação. A gente tem conseguido avançar em todas as frentes. E, além dos resultados, o conteúdo que a equipe tem mostrado está bastante convincente. PÓDIO – Houve mudanças na sua filosofia de trabalho da última vez que você comandou o Audax para agora? FD - Em termos de filosofia, não teve grandes alterações, o processo é contínuo. Nas outras ocasiões, tanto em 2014, quanto em 2015, a gente teve pontuação para classificar, mas estávamos em uma chave em que as equipes pontuaram muito e acabamos

ficando de fora do mata-mata. PÓDIO – Qual é a sua relação com a diretoria do Audax? FD - A relação com a diretoria é muito boa. Tanto com o Vampeta, como com o Nei Teixeira, que é o diretor de futebol, junto com o Sr. Mário, dono do clube, trabalhamos de maneira bastante integrada. Para mim, é um privilégio trabalhar aqui, tenho liberdade para implantar as ideias que eu tenho. Então, só tenho elogios para fazer à parte diretiva, onde as pessoas apostam no meu trabalho do início ao fim. PÓDIO – Qual a diferença do Audax para as outras equipes consideradas pequenas? FD - Não é uma questão de melhor ou pior. Temos apenas uma proposta diferente e não é em relação às equipes pequenas. É a relação ao futebol de maneira geral, da prática diferente da maneira que outras equipes jogam. Então é uma coisa muito nítida a parte tática do time, que tem uma proposta bem incisiva para ter o controle do jogo, com bastante posse de bola, com muitos jogadores de qualidade técnica e o coletivo se desdobra para marcar bem. Eu acredito que, desta forma, a gente consegue resgatar o que tem de melhor nos jogadores, então eles acabam sentindo mais prazer, gostam da ideia, o que acaba aumentando o grau de comprometimento e tudo isso, junto de uma certa plasticidade que o time apresenta, nos tornamos mais competitivos. PÓDIO – Existe algum projeto concreto para a projeção do Audax no cenário nacional? FD - Aqui nós fazemos um trabalho passo a passo. O calendário do futebol é muito complicado. Então eu não sei qual vai ser a diretriz que a diretoria vai adotar, mas está todo mundo estudando para ver qual é o melhor projeto a se seguir. Não só podemos, como devemos chegar à elite do futebol brasileiro em um futuro médio. Claro que a gente tem que buscar. O Campeonato Paulista é o estadual mais difícil, então não tem porque a equipe não sonhar com um avanço no cenário nacional. Acredito que a diretoria pensa assim também.

PÓDIO – Quando você estava sob o comando do Paraná, saíram algumas notícias de desentendimentos entre você e alguns jogadores (Rafael Carioca e Jean). O que você pode falar sobre isso? FD - As pessoas no futebol têm o costume de analisar as coisas de maneira muito superficial; ao final dos jogos, com muita emoção. Alguns jogadores aqui no Audax estão comigo há quase quatro anos e já tiveram oportunidade de deixar o clube, mas não o fizeram. Alguns que foram treinados por mim no Paraná queriam ter vindo comigo para o Audax. As pessoas pegam um fato isolado e a imprensa, quando quer deformar a informação, deforma mesmo. Eu não tenho problema com as pessoas, tenho problema com os valores. Eu cobro comprometimento, se você combina algo e acaba não cumprindo, você terá grandes problemas comigo, independente se você for um roupeiro, jogador ou presidente. Eu acabei tendo desentendimentos com dois jogadores, só que o elenco tinha 30. Eu prefiro ficar com os bons aspectos, do que com as fofocas e picuinhas. Ficamos em décimo, isso é algo que reverbera, as pessoas ficam comentando, mas não analisam um fato como um todo. PÓDIO – De maneira geral, como você avalia sua passagem pelo Paraná? FD - Minha passagem pelo Paraná foi ótima, quando eu cheguei lá, a equipe tinha o mesmo número de pontos do time que estava na zona de rebaixamento e quando eu saí de lá nós estávamos dez pontos à frente do Z4, depois de apenas 2 meses, e durante a competição chegamos a ficar seis pontos da zona de classificação. Se eu não me engano,

o Paraná tinha uma das menores folhas de pagamento da Série B, se não a menor, e era uma equipe jovem. Quando eu cheguei no clube, consegui implantar meu estilo de jogo e as estatísticas mudaram completamente em termos de posse de bola e finalizações, sem contar o número de jogadores que recuperamos. O problema maior que eu tive no Paraná foi com a diretoria e com parte da imprensa, especialmente com umas duas ou três pessoas. PÓDIO – Como você avalia a situação do futebol brasileiro? FD - Não só no Brasil, mas aqui de maneira mais incisiva, a gente tem uma cultura que analisa muito resultado e pouco conteúdo. Não digo que seja o principal problema, mas um dos principais é o fato do jogador no Brasil não ser tratado como pessoa. Desta forma, acaba se perdendo muito. Aqui, temos um contexto social extremamente complicado no que diz respeito às origens do jogador de futebol, muitos jogadores saem de casa com pouca idade e acabam não tendo os afetos básicos e essenciais para uma boa formação em termos emocionais. E infelizmente, em termos cognitivos e de educação formal, o atleta não tem estudo e quando estuda, vai para uma escola do Estado, onde vai somente para passar e não para aprender. Se essa fosse uma política pública, ou se o futebol se aproveitasse disso, a gente poderia reverter o quadro que está o futebol de maneira mais rápida. Ao invés de ficar se atolando em metodologia de treino, que é a principal discussão que temos hoje. O primeiro fator que eu descartaria, ao avaliar a seleção brasileira, seria os jogadores. A melhor matéria-prima futebolística do mundo é do

Brasil. Nós temos bons jogadores. O principal problema, na minha opinião, está na maneira que o jogador é tratado, deve se tratar o jogador como gente, para que ele chegue na seleção mais bem preparado emocionalmente. PÓDIO – Quais são suas principais inspirações para o seu trabalho como técnico? FD - Quando me perguntavam no passado sobre minhas inspirações, eu nem sabia responder. Não tinha nada a ver com o futebol internacional, até porque eu nem tinha tempo de acompanhar. Também não posso dizer que me inspirava no Guardiola, porque eu sou treinador desde 2009 e só consegui acompanhar o trabalho dele em 2011, quando o Barcelona ganhou de 4 a 0 do Santos. A minha inspiração na verdade, desde quando eu jogava, são os grandes jogadores. Tudo o que eu faço aqui é para que o jogador possa ser o Pelé que ele quer ser, óbvio que igual ao Pelé não vai ter mais, mas meu objetivo é que meu atleta consiga realizar seu sonho de infância. Minha inspiração é isso: ver o jogador jogando bem, de maneira alegre, atuando com plasticidade e de maneira competitiva. E isso não vem de maneira só lúdica, precisa de muito trabalho, treino e comprometimento de todos. PÓDIO – O que você deseja para o futuro da carreira? FD - Minha aspiração para o futuro é fazer o que eu faço hoje. Estou no melhor lugar que eu poderia estar. Eu ficava ansioso para o que poderia acontecer quando eu jogava, agora eu estou feliz como técnico. Tenho paz para fazer o que eu faço, gosto de fazer o que eu faço. Então eu dou o meu melhor, me dedico para fazer o melhor treino, o melhor jogo.


Pódio E3

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Túnel do tempo podio@emtempo.com.br Willian D’Ângelo

Mário Bacuri, um líder do futebol local DIVULGAÇÃO

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undado no dia primeiro de maio de 1932, há alguns anos antes do início da Segunda Guerra Mundial, por um grupo de jovens do bairro da Glória e do São Raimundo, o Sul América comemora neste domingo 84 anos de tradição no futebol amazonense. O clube foi fundado com o intuito de fazer frente ao São Raimundo, do bairro vizinho, e o zagueiro Mário Bacuri é um dos bons jogadores que já vestiram a camisa do Trem da Colina. Zagueiro de estilo guerreiro de muita liderança, Mário Bacuri jogou em quase todos os times do Amazonas, com destaque para suas passagens pelo Nacional e Fast, onde disputou algumas edições do Campeonato Brasileiro. Também jogou no Rodoviária, América, Sul América e São Raimundo, todos times amazonenses, onde foi várias vezes campeão estadual. Pelo o time do Sulão de 1975, Bacuri jogou ao lado de jogadores como Orlandino, Botica, Tição, Maravilha, Milão e Zequinha, Wilkens, Silva, Luluca e Santiago. Em 1977 conquistou a Taça Cidade de Manaus pelo time da Glória, após vencer o Nacional por 2 a 0, classificando-se para a final do campeonato amazonense. A equipe da Rodoviária conquistou o título de 1973, com Bacuri fazendo parte do elenco

Colunista do pódio

Dirley Joaquim, Iane, Mário Bacuri, Téo, Zequinha, Laércio, Sudaco, Zezé, Julião e Santiago, são os jogadores do timaço do Sul América

que contava com nomes como Iane, Dirlei, Joaquim, Téo, Zequinha, Sudaco, Marcos Mascarado, Julião e Santiago. Nacional, Rio Negro, São Raimundo, Sul América, Olímpico, América e Fast também participaram do certame daquele ano. Mário Bacuri entrou para a história do futebol do Amazonas pois participou do time do Fast que venceu o Fluminense por 2 a 1 dentro do estádio do Maracanã pelo Campeonato Brasileiro de 1978. A base do Fast, então time grande de Manaus, tinha Iane; Carlos Alberto,

Mário Bacuri, Edgard e Carlinhos; Limão, Raulino (também falecido) e Zezinho; Zé Lima, Dentinho e Cabral. O zagueiro tricolor carioca, Dário, marcou contra, para o Fast. O empate veio através de Gildázio, aos 18 minutos e assim terminou o primeiro tempo. No período final, o ponteiro Cabral, aos 22 minutos, marcou o gol da vitória do Rolo Compressor. Mário Bacuri foi campeão pelo Nacional, em 1972, ao lado de Edson Borracha, Virgilio e Iane (goleiros), Mesquita, Fausto Souza, Mário Motorzi-

nho, Jorginho, Helinho, Walmir Coutinho, Reis, Valdomiro, Chiquinho, Naninho, João Batista, Careca, Zé Eduardo. Em 1973, campeão pela Rodoviária. Eram seus companheiros, dentre outros, Iane, Toinho e Amauri (goleiros), Téo, Zequinha, Tadeu, Sudaco, Laércio, Zezé, Julião, Santiago, Wilson Lopes. Em 1974 teve rápida passagem pelo América. No ano seguinte defendeu o Sul América. Em 1976 e 1977, vestiu a camisa do São Raimundo. Em 1978 e 1979, defendeu o Fast Clube. No dia 15 de outubro de

1978, sobre arbitragem de Odílio Mendonça, o Fast de Mário Bacuri venceu o Nacional por 2 a 1 no estádio Vivaldo Lima (gols de Raulino (2) e Esquerdinha), partida válida pelo returno do certame regional. No segundo tempo, o jogo foi suspenso aos 43 minutos, pois o Fast retirou-se de campo, inconformado com a marcação de um pênalti a favor do Nacional. O time fastiano jogou com Ribamar, Carlos Alberto, Luis Carlos, Bacuri (Duarte), Anselmo, Limão, Fabinho, Raulino (Bosco), Dão, Fidélis e Zé Lima.

Mário Bacuri entrou para a história do futebol do Amazonas pois participou do time do Fast que venceu o Fluminense por 2 a 1 dentro do estádio do Maracanã pelo Campeonato Brasileiro de 1978


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Pódio

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Sobre rodas carlos@salaoduasrodasmanaus.com.br

Whelling, um esporte pra lá de radical DIVULGAÇÃO

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vida é um grande desafio. Podemos ultrapassar os obstáculos ou desistir no meio do caminho” esta frase os praticantes de wheeling, levam ao pé da letra. Mas você sabe o que é whelling? Ele é um esporte radical praticado com motocicleta, no qual consiste em realizar manobras que levam seu praticante ao extremo de equilíbrio. Tem-se a informação que seu percursor foi doug domokos pela década de 1970. Ele resolveu fazer exibições com sua moto, ficou conhecido como o “rei do whelling”. No brasil o esporte tornou-se notório na década de 1990, mas foi somente em 2010 que foi reconhecido como prática esportiva pelo ministério dos esportes. Exige-se um preparo muito grande dos pilotos e das motos para este esporte, pois os impactos são frequentes. Usa-se uma diversificação de potencias, desde 50cc a 1200cc, são retirados vários componentes, como painel, setas, faról e colocados outros para ajudarem nas manobras e protegerem a moto. Em manaus, temos a Amazon Moto Show, equipe formada por quatro pilotos no qual paulo barca faz parte. Sua paixão surgiu em 2002, mas como não tinha nenhuma informação

Praticantes de whelling são obrigados a testar seu equilíbrio em manobras radicais sobre duas rodas. Esporte surgiu na década de 90

partiu para os videos do youtube onde conheceu o piloto ac farias que lhe incentivou ainda mais. Atualmente possui uma moto fazer 250 cc toda adaptada para a prática do wheeiling, mais seu grande sonho é participar de um campeonato fora

do país, porém como os custos são altos a procura por patrocinadores é diária. Existe um leque de manobras muito garnde dentro deste esporte, como borraçhão, enceradeira, grau, superman, zerinho, etc. Agora um item indispensá-

vel é a segurança deste esporte. Capacete, bota, caneleira e luvas são prioridade. A segurança própria e de todos que assistem é norma, o local também para a prática tem que ser um local que conte com toda a infraestrutura para a segurança de todos.

Mais como tudo na vida, devemos nos dedicar ao extremo, é uma vida ardua, como é a de todos que almejam sucesso. “Quando penso que cheguei ao meu limite, descubro que tenho forças para ir mais além”, dizia Ayrton senna.

Carlos S. Junior Colunista do pódio

Existe um leque de manobras muito grande dentro desse esporte, como borraçhão, enceradeira, grau, superman, zerinho etc. Agora, um item indispensável é a segurança desse esporte. Capacete, bota, caneleira e luvas são prioridade. A segurança própria e de todos que assistem é norma”


Pódio E5

MANAUS, DOMINGO, 1º DE MAIO DE 2016

Botafogo e Vasco duelam no estádio do Maracanã

PAULISTÃO

Santos e Audax fazem primeiro jogo da final um grande”, lembra. Para o duelo, a única dúvida é a escalação de David Braz. O zagueiro ainda não está 100% fisicamente. Se ele for preservado, Lucas Veríssimo assume o posto. Assim, o Santos deve entrar em campo com: Vanderlei, Victor Diniz, Gustavo Henrique, Lucas Veríssimo (David Braz) e Zeca; Thiago Maia, Renato, Lucas Lima e Vitor Bueno; Gabriel e Ricardo Oliveira.

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Alvinegros fazem primeiro jogo da final do Campeonato Carioca. Principal estádio do Estado foi reaberto para receber as duas partidas da decisão

Audax A escalação do Audax será: Felipe Alves; Francis, André Castro (Márcio Diogo), Bruno Silva e Léo Bahia (Felipe Diadema); Tchê Tchê, Camacho e Rodrigo Andrade; Mike (Rodolfo), Ytalo e Bruno Paulo

Jogadores de Botafogo e Vasco entraram em campo no meio de semana, em duelos válidos pela Copa do Brasil, mas os titulares foram poupados

DIVULGAÇÃO

São Paulo (SP) - Com futebol bonito e eficiente, o Audax chegou à final do Campeonato Paulista. Após eliminar São Paulo e Corinthians, o time do interior faz a primeira decisão de sua história neste domingo (1º), às 15h (de Manaus), contra o Santos, no estádio José Liberatti, em Osasco. Com a fama de destruir dos grandes, os comandados de Fernando Diniz têm despertado atenção especial do elenco santista. “Corrermos um risco muito grande. Uma equipe, que tirou os adversários que tirou não foi por acaso. O Audax está na final por suas qualidades e eu sei o que é chegar com uma equipe de menor expressão contra

Santistas entram na final carregando todo o favoritismo

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io de Janeiro (RJ) Uma final justa. Assim pode ser descrita a decisão do Campeonato Carioca entre Botafogo e Vasco. As duas melhores equipes da competição se enfrentam às 15h (de Manaus) deste domingo (1º), no Maracanã, pelo jogo de ida da final do Estadual. No ano passado, as equipes também duelaram na decisão, com vitória do Cruz-Maltino. Na visão dos jogadores vascaínos, porém, não há ligações entre as duas finais. “Todo jogo tem sua história e o que aconteceu no ano passado ficou no passado.

Naquela época, inclusive, os dois times também tinham outros jogadores e por isso mesmo precisamos ter o equilíbrio necessário para entendermos que nada é possível fazer em termos de prever o resultado”, disse o volante paraguaio Julio dos Santos. Sem nenhum desfalque para o jogo, o técnico Jorginho promete um Vasco ofensivo contra o rival. “Gostamos de jogar de maneira ofensiva e não vamos mudar a nossa forma de atuar porque chegamos à final. Logicamente que é uma decisão de 180 minutos, mas temos que tratar essa primei-

ra partida como se fosse o único jogo. Apenas a vitória estivesse nos nossos planos”, afirma o zagueiro Luan. O Vasco deve ir a campo com: Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Julio dos Santos, Andrezinho, Nenê; Jorge Henrique e Riascos. Botafogo Vindo de uma classificação sofrida sobre o Coruripe-AL pela Copa do Brasil, o Botafogo muda o foco para o campeonato regional. Mesmo com um time abaixo tecnicamente de Flamengo, Vasco e

Fluminense, o Glorioso mostrou força e disciplina tática para chegar à decisão. Ainda sem poder contar com o volante Aírton, o técnico Ricardo Gomes, já definiu o time do Botafogo que vai a campo. Como poupou alguns atletas no jogo de meio de semana, o comandante mandará o que tem de melhor para a partida. Diante disse, o Botafogo deve ir a campo com: Jefferson, Luis Ricardo, Joel Carli, Emerson (Renan Fonseca) e Diogo Barbosa; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva, Leandrinho (Fernandes) e Gegê; Salgueiro e Ribamar (Diego).

30/04/2016 00:10:24


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Pódio

MANAUS, DOMINGO, 1º DE MAIO DE 2016

‘Insanus Race’ testará

limite de atletas No dia 5 junho, será realizada a segunda edição da maior corrida de obstáculos da Região Norte, em Manaus ANDRÉ TOBIAS E ASSESSORIA

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FOTOS: DIVULGAÇÃO

stá chegando a hora de superar seus limites físicos e psicológicos. No dia 5 de junho, no Clube do Trabalhador, localizado no Coroado, Zona Leste da capital, será dada a largada para a segunda edição da Insanus Race – primeira corrida de obstáculos organizada em Manaus. A prova é realizada pela Vegas Team e tem o apoio do Grupo Raman Neves de Comunicação. De acordo com um dos idealizadores do evento, Eduardo Santos, a Insanus Race surgiu do boom que aconteceu no Brasil em relação a corridas com obstáculos. O modelo observado e seguido pelos organizados foi o mesmo da Spartan Race, considerada uma das maiores provas do segmento no mundo, onde os participantes são obrigados a superar os mais variados “entraves” durante o percurso. “A corrida com obstáculos já é um pouco antiga por conta dos obstáculos militarizados. São obstáculos e exercícios que são copiados dos militares e adaptados para o grande público, não só militar, mas para que toda pessoa consiga fazer, independente de classe, faixa etária, ou estilo de vida, atleta profissional ou não”, explica Santos, ao citar que a primeira edição do evento reuniu 1600 pessoas. Nesta edição, a prova promete testar ainda mais os limites dos atletas com circuitos com cordas, canos, tubulações, água gelada, rampas, paredes para escaladas, subidas, descidas, escadas e até lama. Serão

15 obstáculos em um percurso de quatro quilômetros, com direto a trilha. Diferentemente do primeiro evento, que foi realizado na Ponta Negra, o Clube do Trabalhador será palco da maior corrida de obstáculos da região Norte. “A palavra que define a Insanus Race é superação, essa é a nossa palavra chave. É uma prova que tem mais de quatro quilômetros, e com os obstáculos ela acaba tendo um desgaste físico muito grande. Então, mesmo o atleta mais acostumado com o tipo de corrida tradicional, encontra dificuldades em superar essa prova, e esse é o nosso grande diferencial: motivar o público a se superar”, aponta um dos organizadores do evento. Urubuí, Trepadeira, Sucuri,

Trepadeira Subida e descida vertical com apoio de cordas será o desafio a ser enfrentado pelos atletas para encarar um paredão de cinco metros de altura. Força e muita técnica terão de ser usados para ultrapassar esse obstáculo.

REGIONAL Organizadores do evento apostam em nomes de obstáculos regionais para cair na graça do públicos. Entre eles estão o Trepadeira, Pega Leso, Interbairros, Tupé, Maroaga e Guariba Garimpo, Guariba, Santuário, Cururu, Pega Leso, Cabreiro, Pico Insanus, Interbairros, Tupé, Cipó, Maroaga e Jequitibá são os nomes dos 15 obstáculos que terão de ser superados pelos participantes da corrida. Para Santos, a “regionalização” da prova ajudou o evento a cair nas graças dos manauenses, que não vêm a hora de ser dada

Pico Insanus Escalar quatros metros de altura de uma rampa em inclinação e com piso quase sem aderência, sendo a única ajuda pequenos pedaços de corda. Velocidade e técnica para ser tornar Insanus!

Atletas serão submetidos à obstáculos “insanos”

a largada da segunda edição da Insanus Race. “O grande sucesso da prova se deu por isso. Também conseguimos adaptar os obstáculos para todo tipo de público. Temos um grupo de corrida chamado ‘Manaus mais saudável’, que são pessoas com sobrepeso. Elas fizeram sua bateria, formaram suas equipes, seus quartetos, ou

individual mesmo, fecharam em massa conosco e foram para prova. Já estão empenhados, treinando para a segunda edição”, revela Santos. A corrida será disputada na categoria individual masculino e individual feminino, além da categoria equipe, podendo ser composta tanto por homens quanto por mulheres, com quatro participantes.

As inscrições da corrida já estão abertas ao preço de R$ 69 e podem ser feitas no site www.assessocor.com.br. A entrega dos kits acontecerá nos dias que antecedem a prova, em local, data e horário a ser informado pela organização na página facebook.com/vegasteaminsanusrace ou pelos telefones: (92) 99362-1142, 99359-3676, 99253-0827.

Premiação Os três primeiros colocados em suas respectivas categorias, masculina e feminina, receberão premiação de R$ 300 para o primeiro colocado, R$ 200 para o segundo e R$ 100 para o terceiro. Na categoria por equipe a premiação será de R$ 400 para equipe primeira colocada, R$ 300 para a segunda e R$ 200 para a terceira.

Jequitibá Parede de 2,20 metros de altura, onde o atleta ultrapassará utilizando força e técnica. Ajuda de um companheiro pode ser i n d i s p e n s á ve l neste desafio.


? Fifa

Jogo entre Flamengo e Vasco mostra falhas de organização e Arena da Amazônia Vivaldo Lima mostra que o padrão Fifa foi embora assim que terminou os jogos da Copa do Mundo

Wallace comanda flamenguistas na entrada do time ao campo de jogo

THIAGO FERNANDO

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entro de campo, o clássico carioca entre Vasco e Flamengo realizado no último domingo (24) saiu conforme o esperado. Disputado do início ao fim, a jogo terminou com vitória dos cruz-maltinos por 2 a 0. Porém, fora das quatros linhas, a partida ficou marcada por uma série de problemas que comprometeram a organização do evento. Tonico Máximo, responsável pela Sarelli Festas e Eventos, empresa que trouxe o duelo carioca para a Arena da Amazônia Vivaldo Lima, afirmou não realizar mais partidas em Manaus por causa da desorganização. Em entrevista concedida durante o Clássico dos Milhões, o empresário reclamou do despreparo da Policia Militar que não soube dividir as torcidas e da Secretaria Estadual de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), que teria permitido a entrada de pessoas não autorizadas pelos portões reservados à imprensa e camarote do governador. “Tivemos problemas no portão que entra os governantes. Mais de 500 pessoas entraram

por essa entrada. As catracas também não funcionaram. Não podemos saber quantos ingressos falsos entraram no estádio. Sabemos que houve superlotação da arena. Teve flamenguista em pé. Faltou logística. Isso afetou a organização”, disse o produtor que confirmou que foram vendidos 44.500 ingressos. Questionado sobre esta denúncia feito pelo organizador do evento, a assessoria de imprensa da Sejel informou que as catracas podem funcionar de duas maneiras: via contador (quando o ingresso é recebido por uma pessoa e rasgado) e no modo automático (leitura do bilhete por código). No dia do jogo entre Vasco e Flamengo, a opção de uso foi por contador, uma vez que estava chovendo e muitas pessoas chegaram com seus bilhetes molhados. O modo automático iria atrasar a entrada dos torcedores – uma vez da dificuldade da leitura – e isto poderia ocasionar tumulto e prejudicar a segurança do evento. Já sobre a entrada de pessoas pelo camarote do Governador, testemunhas que

estavam no local, entre elas o presidente da Associação de Cronistas e Locutores Esportivos do Amazonas (Aclea), Eduardo Monteiro de Paula, perceberam que alguns veículos oficiais, entre eles um Volkswagen da marca Voyage, cor branco, placa OAN 7541, entraram e saíram do esta-

IMPRENSA A Aclea admitiu ter tido dificuldades em permitir que apenas jornalistas esportivos tivessem acesso ao gramado. Segundo o presidente da entidade, coletes foram distribuídos de forma indevida cionamento inúmeras vezes transportando pessoas. “Na entrada, teve problema com o Estado. Chegava carros com um monte de gente que não poderia entrar, mas entrava. Vi pessoas da Sejel tentando conter, mas não conseguiram por causa da hierarquia”, relatou Dudu. Outro problema encontra-

do foi que alguns profissionais de imprensa não tiveram acesso ao campo permitido, porque os coletes destinados para os profissionais já tinham terminado. Perguntado sobre a situação, Eduardo relatou que a Sejel repassou para algumas pessoas, não credenciadas, o uniforme. “Acho que no fundo, a Sejel acaba trabalhando contra a própria Sejel. Quando libera a entrada de pessoas que não trabalham com esportes para ir para o campo. Está estragando a própria estrutura que foi montada para a partida. É preciso ter bastante cautela. Até entendemos que podem ter os seus compromissos, mas a própria promotora se complica. Graças a Deus, nenhum problema foi muito forte, mas tivemos. Não tivemos muitos problemas da nossa parte (Aclea). Quem estava com o colete da imprensa e não era, foi a Sejel quem passou. Quem era da Aclea, não atrapalhou. Os problemas foram com jornalistas que não tinham a credencial da Aclea e sim com os que entraram através da secretaria”, informou o presidente.

Invasão e erros nos telões Quando a partida já estava 2 a 0 para o Vasco, Yesley Ricarte Araújo, 28, invadiu o campo fazendo com que a partida fosse interrompida. Não demorou para ele ser detido pela Polícia Militar do Amazonas. Agora, ele está suspenso de ir a jogos na Arena da Amazônia Vivaldo Lima. Yesley foi autuado pelo Artigo 41-B da Lei nº 10.671 do Estatuto do Torcedor. Sobre o assunto, a Sejel explicou que o torcedor passou pela segurança privada contratada pelos organizadores e pulou para o campo. O titular da pasta, Fabricio Lima, comentou que o indivíduo pulou da arquibancada direto para o gramado, surpreendendo a todos os seguranças. “Ele pulou de uma altura de mais de 4 metros. Infelizmente, não podemos imaginar que uma pessoa fará uma maluquice como

essa. Ainda bem que rapidamente foi pego e a partida continuou. Erramos menos que no Fluminense e Vasco. A tendência é errar cada vez menos”, explicou o secretário que, perguntado sobre os erros na escalação que apareceu nos telões da arena, afirmou que isso foi culpa das assessorias dos clubes que erraram na hora de passar os nomes para os administradores. Fora isso, o locutor oficial do estádio admitiu ter errado em uma substituição. “As escalações foram passadas pelos assessores dos times e o locutor, bem como o digitador, apenas repassaram a informação. No entanto, houve a constatação de um erro na substituição do Ederson, camisa 10, no segundo tempo. Segundo o locutor, o rádio falhou e ele escutou Everton, no lugar de Ederson”, finalizou.

ALEXANDRE FONSECA/PROA

Padrão

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Pódio E7

MANAUS, DOMINGO, 1º DE MAIO DE 2016


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P贸dio

MANAUS, DOMINGO, 17 DE ABRIL DE 2016


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