SÉRIE
História de uma geração Não pode ser vendida separadamente
Páginas 18 e 19
Elenco MANAUS, DOMINGO, 6 DE SETEMBRO DE 2015
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Expediente Editor Guto Oliveira guto@emtempo.com.br Subeditora Mellanie Hasimoto mellzis@gmail.com Repórteres Emerson Quaresma Thiago Fernando Ive Rylo Diagramação: Adyel Vieira Tratamento de imagem Klinger Santiago Capa Márcio Melo
Nota Os artigos publicados nesta revista são de responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião do jornal.
Tradição em série Tradição: traduzida mais ou menos ao pé da letra, a palavra tradição teve originalmente um significado religioso: doutrina ou prática transmitida de século para século, pelo exemplo ou pela palavra. Mas o sentido se expandiu, significando elementos culturais presentes nos costumes, nas artes, nos fazeres que são herança do Guto passado. Em sua definição mais simples, tradição é um produto do passado que continua a ser aceito e atuante no presente. E quem Oliveira mantém as tradições familiares vivas em seu cotidiano repassando aos seus descendentes, pode se considerar, em tempos globalizados, uma pessoa especial por toda dedicação e cuidado com esse contexto. É por isso que estreamos neste domingo a série Sessão Manaus Tradicional. Nela iremos abordar memórias e registro de histórias, fotos e objetos de personagens que integram o núcleo da tradição no Amazonas, em todos os seus aspectos: cultural, social ou intelectual. Ainda nesta edição, falaremos um pouco sobre as galerinas, uma nova profissão que desponta no mercado local. Bom domingo e boa leitura!
4 | SAÚDE Um distúrbio hormonal ou apenas uma disfunção erétil? Dúvida cada vez mais comum nos homens acima dos 50 anos.
Nota Os artigos publicados nesta revista são de responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião do jornal. Colaboradores: Selma Reis e Marcelo Guilherme.
Capa
#índice
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26 |ESTILO Com o aumento da indústria cultural no Amazonas e investimentos, a procura por profissionais ligados ao mundo das artes é grande.
28 | BELEZA Cresce a quantidade de homens adeptos de novas técnicas oferecidas por salões especializados em disfarçar os fios brancos.
#saúde
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Distúrbio hormonal ou disfunção erétil?
anos está ma sexual acima dos 50 Prroobblleem enças. relacionado a diversas do solução Descobrir as causas é a EMERSON QUARESMA Um distúrbio hormonal ou apenas uma disfunção erétil? Dúvida cada vez mais comum nos homens acima dos 50 anos, os dois problemas são hoje uma realidade que tem tratamento próprio, mas que precisam de diagnóstico especializado para garantir ao homem, de maneira correta, mais “tesão” para a vida, em casa, e na execução das responsabilidades do dia a dia. O engenheiro Arnoldo Alcântara*, 56, ainda não gosta muito de falar sobre o momento que viveu no ano passado, quando lhe faltou o apetite sexual. Conta, no entanto, que por algum tempo até resistiu em procurar a ajuda médica. Dizia para si mesmo que não passava de um simples cansaço por conta do
cotidiano de muitas responsabilidades, poucas horas de sono, e o descuido com a alimentação. E acreditava que logo voltaria à ativa em casa e no trabalho. Quando resolveu procurar um especialista, o engenheiro diz que encontrou no tratamento com reposição hormonal uma vida nova. “Eu não queria entender que eu precisava de algum tratamento, até porque não encarava isso como uma doença. Acha que não passava de estresse que se curava com o tempo. Mas quando revolvi procurar um médico e fiz a reposição hormonal eu me senti mais forte, como um jovem de vinte e poucos anos”, avalia. Mais popular nas mulheres como menopausa, a andropausa, que é a queda nas taxas de testosterona dos “cinquentões”, segundo o médico urologista
Vinícius Suzano, é conhecida tecnicamente como distúrbio androgênico do envelhecimento masculino (Daem). Segundo Suzano, o distúrbio hormonal ocorre geralmente entre a quinta e a sexta década de vida deles, mas atestada em um número menor de homens. A maior causa de preocupação entre eles, afirma o urologista, nessa fase da vida é a disfunção erétil. “Dificilmente uma pessoa na terceira década de vida terá a Daem. A não ser que ele seja um paciente com hipogonadismo, com testículos pequenos, ou com outras patologias associadas. Em pacientes são, sem nenhuma alteração de hormônio desde a infância, dificilmente vai ter”, diz Suzano. O médico diz que não há um estudo que comprove em números, mas numa média de cem
pessoas com disfunção erétil, ele calcula que somente de cinco e dez pessoas terão a comprovação da queda na taxa de testosterona. “Acontece que nos dias de hoje nós vivemos num mundo de muito estresse e cansaço da população e no homem é maior ainda. Se não tiver com a cabeça tranquila não vai ter ereção”, avalia. Nos pacientes em que é comprovada a Daem, Suzado diz que normalmente eles chegam ao consultório com queixa de não conseguir manter a ereção é a vontade sexual. “E nesse processo nós iniciamos a aplicação de uma medicação para a disfunção erétil e solicitamos os exames para a Daem. Geralmente com as medicações, o paciente apresenta uma melhora que dá um conforto a ele, independentemente se é distúrbio hormonal”, conta.
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Quando o homem chega com os exames das partes íntimas, o urologista explica que retira a medicação para disfunção erétil e começa o tratamento de reposição hormonal feita por via oral, transdérmica ou intramuscular. “A melhora clínica do paciente em todos os aspectos é absurda. A diferença maior é essa. Temos uma gama maior que é a disfunção erétil e agente abre um caminho para pacientes que têm distúrbio hormonal verdadeiramente”, diz. Fator principal da diferença entre a disfunção erétil pura e
simples para disfunção hormonal, de acordo com Suzano, é que, na primeira o paciente fala que ele tem vontade sexual, mas não consegue manter a relação. No distúrbio hormonal o paciente relata que perdeu a vontade total. “Ele inclusive fala de ter perdido a vontade sexual, perdeu o desejo, não sente vontade manter uma relação e só sente fraqueza”, conta.
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A boa morte
João Bosco Botelho Doutor Honoris Causa, França
Em torno do século 9, no medievo europeu, era corrente certas premonições sobre a própria morte. Os textos sobre o tema são mais ou menos específicos: “Ele sabia que a morte estava próxima...”. O aviso era materializado por meio de alguns acontecimentos não usuais ou, muitas vezes, pelo convencimento de que a morte estava próxima. Quando alguém se convencia desse fato, aguardava a morte deitado, junto à família. Esse conjunto social avançou nos séculos seguintes e se fixou no sepultamento ritual cristão. Entre os ricos, no século 12, pode ser reconhecido nas elaboradas esculturas sepulcrais. Por outro lado, nessa época,
outro rito fúnebre é introduzido: o moribundo se lamentava das tristezas da vida, pedia perdão das pessoas próximas, recomendava os amigos a Deus, seguido da extrema-unção. Sob essa perspectiva, a morte era cerimônia pública com livre entrada no quarto do moribundo, onde se acotovelavam parentes, amigos, vizinhos e crianças de todas as idades. Não havia medo nem vergonha da morte inevitável. Era a morte era familiar, a boa morte. Sem um fio separador, com o passar do tempo, os ritos modificaram para absorver o sentido dramático, de dor, inconformidade e repulsa à morte. O ritual da boa morte,
sereno, ao lado da família, amig e vizinhos, foi sendo substituíd por outro, dramático, doloros causando profundo sofrimento família e aos que assistiam. Algumas figuras metafóricas de sa fase do entendimento da mor próxima são as “danças macabra no leste da França a na Alemanh O horror da morte é reconhecid por meio da feiúra e o odor pútrid desfigurando o corpo morto. Es morte feia serviu de tema à poes dos séculos 15 e 16. O sentido repugnante da mor continua preso às mentalidade Na atualidade, os próximos d morte são enviados para morr nos hospitais e o corpo morto velado longe da casa familiar.
#bem estar
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Atividades para vencer o sedentarismo ismo não é fácil. Deixar de lado o sedentar mudanças Mas isso pode introduzir muita gente significativas na vida de IVE RYLO Em uma empresa de aviação o engenheiro mecânico Jeremias Albuquerque, 24, cumpre uma rotina que excede 8 horas diárias, de segunda a sábado. Do outro lado da cidade, o jornalista Augusto Paixão, 21, se divide entre o trabalho na redação e a faculdade. Ele sai de casa às 7h e retorna às 23h. Profissionais com rotinas diferentes, mas com um ponto em comum: o sedentarismo. O que eles parecem não imaginar é que pequenas atividades diárias podem contribuir para uma vida melhor, driblando a falta de tempo. O engenheiro Jeremias acorda as 6h30, chega ao trabalho as 8h, onde permanece até as 20h. Ele toma café em casa e almoça no trabalho e se alimenta novamente somente após o retorno ao lar, por volta das 21h. “Quando chego em casa, janto e depois trabalho mais um pouco, para colocar em dia coisas pendentes”, disse. O trabalho em que desempenha exige bastante esforço e Jeremias revela
que se sente cansado. “Eu ando muito e sinto muita fadiga e estresse. Antigamente quando eu malhava e praticava futebol americano não me sentia tão cansado, nem tanta preguiça e não me estressava tanto”, analisou. O cansaço e a falta de tempo foram apontados pelo engenheiro como impeditivos para deixar de adotar atividades físicas e driblar o sedentarismo. “Chego em casa muito cansado e ainda tenho que trabalhar. Não tenho ânimo para nada”, ressaltou. Já o jornalista Augusto Paixão acorda todos os dias às 6h, permanece no trabalho das 8h às 18h. Depois segue para a faculdade e retorna para casa somente as 23h. “Tanto no trabalho, quanto na faculdade fico comendo ‘porcaria’ direto. Prefiro fritura a doces. Sempre almoço e quando chego em casa também janto”, disse. Sem tempo para praticar atividades físicas, ele já sente o reflexo do sedentarismo. “Já tentei acordar mais cedo para caminhar, mas por conta
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do cansaço não consigo manter a regularidade. Tento uma vez por semana jogar bola. Parado, me sinto mais pesado e mais cansado. Quando ando muito tempo me sinto cansado, antigamente isto não acontecia”, disse.
Serviço: O que: Personal Cassia Braga Contato: 9 9166-5147
Pequeno esforço A personal Cassia Braga explicou que muitas atividades podem ser realizadas diariamente, para espantar o fantasma do sedentarismo e oportunizar melhor qualidade de vida. Contudo, antes de qualquer esforço, é preciso procurar a orientação de um educador físico. “Em primeiro lugar a pessoa tem que procurar saber se tem algum problema de saúde e saber no que precisa melhorar. Ela precisa procurar um profissional de educação física que vai orientá-lo e passar os exercícios de acordo com o aluno, com
os seus objetivos para dar uma melhoria na vida e para o aluno se sentir bem”, explicou a personal. Ela informou que há uma gama de exercícios aeróbicos que a pessoa pode praticar diariamente no tempo livre como caminhada, corrida e andar de bicicleta. “O aeróbico é muito indicado para pessoas que estão acima do peso. Todo mundo pode fazer, contudo é sempre importante buscar em primeiro lugar o professor que precisa conhecer o aluno e preparar o exercício específico as necessidades”, explicou. Cassia salientou que a prática regular de atividade física bem orientada é importante para fortalecer a musculatura do corpo inteiro, principalmente do joelho, ombros e coluna, ajudando inclusive a melhorar a postura para quem sofre de escoliose, cifose ou lordose.
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O sal e o sódio
NUTRIÇÃO EM FOCO
Flavia Cunha nutricionista
Definitivamente, o consumo exacerbado de sal tornou-se um assunto sério. A hipertensão arterial atinge 23,3% da população adulta brasileira, de acordo com o estudo Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas (Vigitel/2010). Já as doenças cardiovasculares foram responsáveis por 319 mil óbitos em todo o país, em 2009. E digo mais, de certo os números aqui citados, estão bem maiores tendo em vista a procura por alimentos industrializados (ricos em sódio). O consumo diário de sal deve ser de 5g (pessoas sadias) ou 1 colher de chá mas não é isso que se vê. De acordo com o IBGE, o consumo individual de sal, nos domicílios brasileiros, foi de 9,5g/dia; enquanto o consumo total foi estimado em 12g/dia, representando mais que o dobro recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Isso se deve ao fato de as pessoas se alimentarem mais fora de casa e ao hábito de acrescentarem sal nos alimentos. No que diz respeito aos adolescentes brasileiros, vê-se um consumo exagerado de alimentos como salgadinhos (sete vezes maior), biscoitos recheados (quase quatro vezes maior), biscoitos doces (quase 3 vezes maior) e biscoitos salgados (50% maior) em relação aos adultos. Segundo o Vigitel, 25% dos brasileiros são hipertensos. A hipertensão tem mais impactos em mulheres, pessoas com menor escolaridade e com mais de 65 anos. Caso a recomendação diária de sódio fosse totalmente respeita-
da, o Brasil teria 15% a menos de mortes por acidente vascular cerebral (AVC) e menos 10% de óbitos por enfarto. Além disso, 1,5 milhão de hipertensos ficariam livres da medicação para combater a doença e ganhariam mais quatro anos na expectativa de vida! Sério ou não é? Uma das maneiras mais práticas de se diminuir o consumo de sal é comparar a quantidade de sódio nos alimentos, observando as informações nutricionais no verso das embalagens. Se a quantidade de sódio for superior a 400mg em 100g do alimento, este é considerado um alimento rico em sódio, sendo prejudicial à saúde e, portanto, devendo ser evitado. O sal que não vemos Geralmente, imaginamos o sal somente como aquele que adicionamos ao preparo da comida ou aquele do saleiro à mesa. Porém, o sal é utilizado no preparo de vários alimentos industrializados. Aproximadamente 75% do sal que ingerimos é proveniente dos próprios alimentos que consumimos, ou seja, daqueles alimentos que não adicionamos sal. É o caso dos embutidos ( salsicha, linguiça, presunto, mortadela), conservas e defumados entre outros. Sal light x sal comum Enquanto o sal de cozinha tem em sua composição 99% de cloreto de sódio, o sal light tem 50% de cloreto de sódio e 50% de cloreto de potássio. Sendo assim, possui um menor tempo de retenção no organismo, sendo ótimo para hiper-
tensos e para pessoas que retêm líquidos. Mas caso você tenha algum problema renal, o sal light não é recomendado por ter em sua composição o potássio. O sal light possui um sabor mais suave mas não deve ser consumido em uma maior quantidade, e sim, na mesma quantidade do sal comum, 5g/dia. Como reduzir o consumo de sal? •Evite a utilização de temperos prontos e caldos concentrados, eles são ricos em sódio; •Utilize ervas desidratadas, temperos naturais, pimenta e sucos de frutas para temperar os alimentos; •Evite também o uso de gordura animal como o bacon, toucinho, entre outros; •Não utilize saleiro à mesa; •Não acrescente sal no alimento depois de pronto. •Esqueça o macarrão instantâneo! •Modere nos refrigerantes, não é apenas açúcar que contem neles. Você sabia? As papilas gustativas presentes na boca, que identificam o gosto salgado, demoram cerca de três meses para se adaptar a uma dieta reduzida em sal. Portanto, é uma questão de tempo a adaptação a uma dieta restrita em sal. Pense nisso e siga em frente! Agende a sua consulta particular pelo 99322-1385. Atendo no Conj. Eldorado e no Skye Platinum, sempre com hora marcada. Grande abraço e até a próxima.
Turismo
Manhattan: um destino inesquecĂvel to famosa, imaSe Manhattan jĂĄ era mui s gina depois dos atentado 01 de 11 de setembro de 20
#turismo
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Manhattan é um dos cinco distritos de Nova York, juntamente com Brooklyn, Queens e Bronx, Staten Island. E cada um desses possui diversos bairros. Manhattan é um coquetel feito com vermute e uísque; a mistura na ilha que deu nome à bebida é tão explosiva quanto o coquetel. A ilha de Manhattan é uma Nova York destilada. Sua diversidade se reflete em seus 30 bairros ou “districts”. Midtown é o coração coorporativo, onde as maiores empresas construíram monumentais arranha-céus. Na extremidade sul da ilha encontra-se Wall Street e o bairro das finanças. Little Italy, a Pequena Itália, é como uma cena de um filme de Martin Scorcese. A “cidade” chinesa Chinatown, com seus incontáveis pequenos restaurantes, é um alvoroço. As casas do SoHo abrigam as mais inusitadas butiques de Nova York. É um bairro famoso por seus imensos loſts. O centro, Greenwich Village e East Village, assombrado pela geração beatnik, traz à memória
Jack Kerouac e Andy Warhol. Ao norte de Midtown está o Central Park, onde se realizam shows e se encontram adeptos do jogging e do tai chi chuan, patinadores e outros. Em torno do parque estão os grandes museus de Nova York. O Upper East Side abriga antiquários, lojas e restaurantes. Fronteira social da cidade e conhecido por sua pobreza e população negra, o Harlem demarca o limite norte da ilha. Inaugurado em 1876, o Central Park, espaço verde de 340 hectares, é obra-prima de dois arquitetos, Frederick Law Olmstead e Calvert Vaux. Foram mais de 20 anos para transformar essa antiga área pantanosa, ocupada no passado por barracos miseráveis e um dos cartões-postais mais famosos de Manhattan. O local demonstra o seu charme e qualquer estação do ano. No inverno, a neve sobre os galhos contrasta com o azul do céu. Se você tem uma boa grana para desembolsar, você pode se hospedar num dos 52 andares do hotel Trump International no
Columbus Circle. O prédio oferece uma visão tão extraordinária que cada quarto de hóspedes é equipado com um telescópio. Quem nunca sonhou em passear por Nova York a bordo de um táxi amarelo, igual àqueles que se vêm nos filmes de Hollywood. Em Manhattan os táxis amarelos dominam o trânsito na Quinta Avenida, local em que se concentram as lojas mais famosas da cidade: da Tiffany à Bergdorf Goodman. A Times Square é o ponto de encontro de moradores e turistas nas comemorações do Ano-Novo, com certeza por lá você vai passar um Réveillon inesquecível! A Times Square, esquina da Broadway com a Sétima Avenida, é um lugar dedicado aos espetáculos, com enormes painéis publicitários coloridos. O Flatiron Building foi concluído em 1902 e é um dos primeiros arranha-céus de Nova York construído em aço. Aberta em 1883, a ponte do Brooklyn foi uma das maravilhas da engenharia da época. Mas sua
construção custou à vida de pelo menos 20 trabalhadores, incluindo o arquiteto John Augustus Roebling. Lógico que indo a Manhattan você não pode deixar de conhecer a Estátua da Liberdade; a criação do escultor parisiense Frédéric Auguste Bartholdi foi um presente da França ao povo americano e hoje é um dos monumentos mais fotografados do mundo. A casa de espetáculos Carnegie Hall também merece uma visita. Famoso por sua acústica, por lá já se apresentaram para plateias lotadas Rachmaninov, Mahler, Sinatra e o brasileiríssimo Tom Jobim. Na primeira lua cheia após o dia 19 de janeiro comemora-se o Ano-Novo chinês. Nesse dia, Chinatown se transforma em uma profusão de cores e fogos de artifício. Um imenso dragão abre caminho pela Mott Street, principal via pública do bairro chinês de Nova York.
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Famoso em todo o mundo é o Empire State Building, a joia de Manhattan. Construído em 1931, era o prédio mais alto
Quem assiste a série “Todo Mundo Odeia o Chris” na Rede Record deve se lembrar do bairro Harlem. O povoado irlandês New Haarlem tornou-se um bairro predominante negro no fim do século XIX. Superpopuloso, e pobre também, foi um celeiro de talentos, como Billie Holiday e Paul Robeson. Visto frequentemente como um gueto, assim como relata a série, a elegância das casas de pedras do Harlem é uma lembrança do rico subúrbio de classe média alta do século XIX. Imperdível também é conhecer a Catedral de São Patrício. Quando concluída em 1879, a catedral em estilo gótico era a principal atração da Quinta Avenida. Hoje, ainda se destaca entre a torre de vidro negro Olympic e a loja de departamentos Saks. Atrás das bandeiras está o rinque de patinação do Rockefeller Center. O complexo é quase uma Aberta em 1883, a ponte do Brooklyn foi uma das maravilhas da engenharia da época. Mas sua construção custou muitas vidas
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cidade dentro da cidade, com suas lojas, restaurantes, bares, teatro e escritórios. Famoso em todo o mundo é o Empire State Building, a joia de Manhattan. Ao ser construído em 1931, era o prédio mais alto do mundo, com 381 metros de altura. Outra construção de destaque é o pináculo do edifício Chrysler, construído em 1930. Ele foi mantido em segredo no interior do poço do elevador e içado no último minuto da inauguração do edifício – para ter certeza de que ele ultrapassaria o projeto rival, o prédio do banco de Manhattan. Por todos esses motivos, vale à pena conhecer a multicultural Manhattan, uma das pérolas dos Estados Unidos.
#tendência
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A moda que se põe na cama cada estaTendências do figurino de as pasção e o assunto ganham níficos sarelas em eventos mag A finalidade das novas peças é sempre a mesma. Roupa indicada para o trabalho; para o encontro casual; para a balada; para festa à noite e por aí vai. No entanto, quase ninguém (para não dizer ninguém mesmo!) se lembra da roupa de dormir, exceto se a ocasião for muito especial e em boa companhia. Daí não falta propaganda de lingerie sexy, mas se o assunto é simplesmente dormir para descansar, parece que qualquer coisa serve para cobrir o corpo. Parece que o mais prático é usar aquela camiseta mais velhinha, larga, surrada, mas que é bem molinha e confortável. O resultado é que você acorda com a já esperada cara amassada, cabelos desgrenhados e a aparência arrematada por aquela camiseta desbotada. Vamos combinar que a visão não é nada agradável, mesmo para aqueles que dormem sozinhos. Já imaginou se precisar sair correndo da cama no meio da noite por causa de algum imprevisto? Sem contar que, especialistas em assuntos do sono, garantem que escolher lençóis de fronhas bonitas, mantê-los sempre limpos e usar roupas de dormir apropriadas faz um bem enorme a autoestima, sendo que, ao acordar, o astral será outro.
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Na pele A verdade é que moda dita tendências para as roupas de dormir também. Por exemplo, na década de 80 o cetim chegou com tudo na confecção de lençóis, pijamas e camisolas, virou símbolo de bom gosto e sensualidade. Ainda é. Talvez o inconveniente do maravilhoso tecido teria sido que é muito liso e talvez não tenha combinado muito com o clima do nosso país. Alguns consideram o cetim como sendo um tecido que favorece o aquecimento da pele e, assim, dormir com uma roupa de cetim em pleno verão esquenta um pouco. No entanto, existem aqueles que não desistiram da elegância e do maravilhoso toque inconfundível do cetim. O gosto do público mudou um pouco; atualmente os pijamas e camisolas de algodão são os mais procurados, principalmente na época do verão. De olho nisso, a indústria da lingerie de dormir tem caprichado em suas coleções cujas peças são confeccionadas para garantir o conforto e a sensualidade. Elas são decoradas com bordados, rendas de algodão, e até pedrarias são usadas nos detalhes. Além de camisolas lindíssimas, entraram em cena os corseletes e as calcinhas de renda que deixam os homens de queixo caído. Alguns estilistas da área procuram seguir as tendências da moda também nos pijamas e camisolas, eles ficam antenados em todas as novidades do setor. Os homens não estão esquecidos. Além dos tradicionais pijamas masculinos, eles ganharam peças exclusivas, confeccionadas em algodão e que mantem tudo no lugar e com muito conforto. É bom lembrar que se nas novas tendências as camisolas curtas e pijamas
curtos ganharam mais espaços no guarda-roupa feminino, as camisolas longas e robes fluidos, acompanhados de chinelos às vezes confeccionados em seda, continuam em alta e são eternas armas de sedução. Nesta linha, existem modelos confeccionados em seda, cetim e algodão, apenas para citar alguns. Se você gosta do estilo, invista nisso. Vale a pena sentir-se bem e bonita e sensual, mesmo na hora de dormir.
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THIAGO FERNANDO Atualmente, o celular é um objetivo indispensável para o homem moderno. Com ele, ficamos conectados com o mundo e podemos estar em vários lugares ao mesmo tempo. A cada dia, a tecnologia evolui um pouco mais e novidades surgem ao piscar de olhos. Porém, tudo em excesso não é indicado. Não é difícil identificar na sociedade atual pessoas que não se desgrudam de seus aparelhos nem para atividades comuns como se alimentar ou conversar. Esses indivíduos são chamados de Phubbers. A palavra foi criada após a junção de phone (telefone) com snubbing (esnobar). Para resumir, phubbing é o ato de ficar conectado a um smartphone ou tablet em lugares sociais, assim, esnobando ou deixando de lado as pessoas que estão ao seu redor.
Phubbers os em gadAquela mania dos viciad incômogets - que muitas vezes bing da - é chamada de Phub Essa atitude é muito vista nos estabelecimentos manauenses. Para o bacharel em direito Israel Rick, 29, e sua namorada, a analista fiscal, Adla Jeny, 25, o grande motivo dessa dependência é a atual “obrigatoriedade” de ter o celular por perto. “Infelizmente, hoje você é obrigado a ter não só um celular bom, mas uma internet de quali-
dade para ficar conectado, fazer qualquer tipo de pesquisa ou se guiar no trânsito. Minha própria namorada é assim. Tenho que tomar o celular para conseguir ter uma conversa. Aviso antes, se ela não mudar, acabo tomando. Não vejo problema se ela utilizar o celular para mostrar alguma coisa. Isso é diferente. Mas isso sempre acontece. Até comigo. Não posso
dizer que isso é exclusividade dela”, explicou o bacharel. Phubber assumida, Adla explica que esse contato com o aparelho telefone realmente virou uma mania. Em muitas vezes, ela utiliza aplicativos de jogos e acaba não se importando com as pessoas que estão ao seu redor. “É uma mania. Não é nem tanto as redes sociais, o meu problema são os jogos. Estou nem aí para as pessoas, fico concentrada no jogo. Eles acabam ficando com raiva dessa atitude”, disse a analista fiscal. Mesmo assim, o casal confirma que nunca tiveram problemas com isso. Eles revelam que o segredo é levar numa boa a situação e resolver da melhor maneira possível. “Nunca brigamos por isso. Levamos numa boa. Avisamos, brincamos e se não resolver, tomamos. Simples”, finaliza Israel.
sos: pequeníssimos momentos e sensações; paisagens que vemos ao longo da vida; lugares que fomos; pessoas que importaram; lembranças para sempre, para serem contadas a alguém ou simplesmente para lembrar que fomos definitivamente felizes ou que superamos tudo, com esperança e alegria. Você imagina isso sem música? Eu, definitivamente, não! E assim foi: minha autobiografia me obrigou ao delicioso trabalho de reinstalar a playlist da minha vida toda. Que tarefa estupenda a de se permitir ouvir tudo de novo, e viver aquela felicidade adolescente mais uma vez... Às vezes, naquela doce época, músicas significaram remédio e cura para as dores do período. Não se conta a vida da gente, ou se escreve memórias sem que haja a presença constante, pulsante e, óbvio, sonora de acordes - tantas vezes quase milagrosos
para lembrar melhor que nós mesmos o que definitivamente importou nas nossas vidas. Não gosto da palavra eclética, para mim ela junta coisas mais que diferentes. Sei que não é sua tradução, mas eclético sempre me remete a bom gosto e mau gosto. Prefiro dizer que sou diversa - mas exigente! - nas minhas trilhas. Tenho gosto quase refinado pela música, dificilmente faço concessões, porque não farei concessões na contabilidade geral da minha própria vida, vida essa cuja trilha sonora remeterá ao melhor de mim, à vida feliz que me foi permitida viver e que será composta pelas minhas inseparáveis músicas, que estarão vívidas, límpidas e eternas, e por causa das quais eu precisarei dizer pouco, já que elas dirão tudo. Parafraseando Nietzsche, a vida sem música seria um erro, incompleta e absolutamente sem sentido. E que sentido!
IDEIAS
Angela Bulbol de Lima professora da Ufam
Minhas músicas e eu
Minha natureza é musical. Quem me conhece, verdadeiramente, sabe que não vivo sem música: não acordo nem durmo sem elas. Na verdade, são trilhas musicais, ao longo da vida renovadas, algumas eternizadas – e, nesse quesito, Prince reina absoluto, pelos momentos vividos e lembranças que trazem, afinal, músicas são um espetacular e completo condutor de memórias e saudades, sempre boas. Minhas músicas sabem mais de mim e contam melhor minha história do que eu mesma, assim penso às vezes, tão grande e absoluto o poder que elas exercem em mim. Sim, elas que dão o comando, definem meus dias e meu estado de espírito, além de expressarem como estou e o que sinto intimamente. Algo sério se passa se decido ficar no silêncio. Não é tristeza ou melancolia - é raro que esses sentimentos tomem de fato meu coração -, mas o silêncio, a ausência de algo tocando e ritmando meu momento, certamente significa vazio. Meus filhos sempre me falam que descobrem facilmente como está o meu humor sem sequer terem me visto pela manhã, somente ao ouvirem a playlist escolhida e, no geral, compartilhada pela casa, sem muito respeito ao silêncio das manhãs, quando eles estão ainda a dormir. Confesso que ouço música alta, logo que acordo. Sei que não é gentil, nem democrático, mas já obtive a cordial resignação da minha família quanto a isso, graças a Deus! E aqui entra um capítulo à parte, capítulo esse que já compõe minha autobiografia criativa, que escrevi, recentemente, num esforço e disciplina sem tamanho, mas vital para um resgate precioso de memórias e sentimentos. Decidi fazê-lo, porque a maturidade deve se responsabilizar por eternizar e guardar esses registros precio-
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SÉRIE A TRADIÇÃO DE UM SOBRENOME
FOTOS: MARCIO MELO
MARCELO GUILHERME Falar de Guilietta Pinto Carvalho sem fazer referência a sua mãe, Graça Pinto Cardoso, não seria possível. Afinal, a tradição e o legado deixado por ela é notavelmente percebido quando o assunto é preservar a tradição e história da família, papel assumido por Guilietta e fielmente transmitido aos filhos José Cardoso de Carvalho e Maria da Graça Cardoso de Carvalho Amim. Convidada pela Revista Elenco para participar da Série Manaus Tradicional, a psicóloga, psicopedagoga, pintora, entre outros atributos, Guilietta Pinto Carvalho, gentilmente aceitou o convite e abriu as portas de sua residência para contar um pouco do orgulho da educação deixada por sua mãe e resguardada durante mais de três gerações de sua família, considerada uma das mais tradicionais de Manaus. Casada com Paulo José Mourão de Carvalho ela aqui relata um pouco da vivência de seus ancestrais. Durante o bate-papo, Guilietta convidou a equipe de reportagem a conhecer os diversos compartimentos da casa, em uma viagem por um universo de bom gosto, entre peças clássicas e contemporâneas contendo objetos com mais de cem anos de história. Entramos em uma sala, onde
segundo ela, é considerado local mais especial da casa, por conter parte do registro fotográfico de seus ancestrais. Com diversas fotos antigas de bisavós, avós e tios, a anfitriã se emociona ao relembrar da importância de cada um deles. Entre as fotos estão emoldurados também três momentos importantes: o casamento de sua avó, de quem herdou seu nome, do seu casamento e do de sua filha gracinha. Todas nas escadarias da tradicional Casa Azul, localizada na rua José Paranaguá, atrás da praça da policia. “Somos descendentes de portugueses e os Europeus gostam de manter pequenas tradições. Todas casamos e saímos direto da residência do Centro para a Igreja. E isso tudo mantém o ritual de boa sorte”, diz ela. Ainda falando em tradição, ela lembra também do perfume dado por seu avó para que a mãe Graça usasse no dia do seu casamento e depois usado no casamento por Guilietta e por sua filha Maria da Graça Cardoso de Carvalho, no dia de seus respectivos casamentos. O perfume edição de 1952 possui hoje 64 anos de história e em
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perfeito estado de conversação, aguardando ser utilizado para a próxima descendente. “Guardamos a edição apenas para ser usada para as noivas da família. Acreditamos trazer boa sorte e bons fluidos e está trazendo até hoje nós mantendo unidos e com laços fortes de amor, carinho e compressão”, garante a anfitriã. Durante a entrevista, ela reforça a importância de se manter as amizades centenárias hábito muito comum para ela, herança também impressa no sangue. “Lembro da importância que minha mãe dava pela preservação da tradição cultural. Quando criança no Centro da cidade, eu adorava ver as amigas de minha mãe conversando de dona Filomena Demasi de dona Maria Coelho, só para citar algumas de tantas. E somos amigos de amigos de família até hoje”, diz. Guilietta com seu jeito gentil, ao mesmo tempo altivo e elegante de bem receber, acredita que a educação é o segredo de tudo. “Essa é a base. Ser chique mesmo está na maneira de tratar bem todo mundo. Independente do que ela possa te oferecer é a maneira de tratar os outros igualmente. Meu pai era um intelectual e minha mãe, uma desenhista, ela queria cursar Belas Artes, porém, foi nato pois tinha o dom da Arte de Bem Viver”, se emociona. Finalizamos a entrevista na área externa da casa. Em um local considerado por ela sagrado e que revela todo o lado espiritual da família, um gazebo contendo a imagem de Nossa Senhora das Graças, por qual possui devoção e realiza novenas periódicas convidando amigos e familiares. “Aqui me energizo e revigoro. É como ela estivesse sempre nós abençoando e toda residência”, conclui.
Guilietta Pinto Carvalho
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#indica
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Receita de suc
pecializado O Tambaqui no Ponto, es bres da num dos peixes mais no ntido região, já é sucesso gara THIAGO FERNANDO Alimento típico do Amazonas, o peixe é uma pedida certa no cardápio da população local. Foi apostando nessa receita de sucesso que o empresário Guilherme Souza decidiu inaugurar a peixaria Tambaqui no Ponto. O local escolhido para abrir negócio foi em frente do Fórum Henoch Reis, localizado na avenida Humberto Calderaro, Adrianópolis, Zona Centro-Sul. Sabendo que a concorrência é grande na cidade, Guilherme estudou o mercado e percebeu que a grande carência é o serviço de delivery. Por este motivo, o Tambaqui no Ponto é especializado na pronta entrega da refeição. “A ideia surgiu na vontade de oferecer um produto de qualidade com um atendimento diferenciado. Sabemos que o tambaqui é um produto regional bastante apreciado pelo público de Manaus, mas sentimos que faltava um local especializado em entregas apesar do grande número de peixarias”, explicou Souza. Como a inauguração da peixaria aconteceu recentimente, as opções de peixes regionais ainda se restringem apenas ao tambaqui, porém, a expectativa do empresário é que até o meio de setembro, outras espécies como a matrinxã entre no cardápio do local. Apesar do pouco tempo, o Tambaqui no Ponto já recebeu várias indicações pelas redes sociais.
O empresário Guilherme Souza sai na frente com um delivery do peixe mais nobre da região
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esso Diferencial “Queremos atrair famílias que apreciam uma boa refeição. Nosso diferencial, além da entrega, é a qualidade do produto. Investimos nos melhores produtos. Assim, oferecemos o melhor para os clientes. Nosso peixe serve tranquilamente três pessoas”, afirmou o proprietário que ainda explicou que alem do peixe, o cliente leva como guarnição o baião de dois, a farofa e o vinagrete. Frisando sempre o conforto e qualidade do serviço, o local já aceita todos os cartões de débito e crédito. Além disso, a peixaria decidiu receber pagamento também nos vales-alimentação. “Não cobramos taxas de entregas para os bairros que ficam próximos do ponto. Fora isso, o cliente pode pedir e pegar aqui. Abrimos de terça a domingo. O mercado tem espaço para todos, principalmente quando o produto tem qualidade. Foi nisso que investimos. Todos os clientes elogiaram nosso peixe”, disse Guilherme. Apesar de ser especializado em delivery, o Tambaqui no Ponto oferece uma opção para quem preferir fazer a refeição no local. O proprietário explicou que pensou no local justamente pela localização que fica próxima de alguns órgãos públicos. “Temos algumas mesas no local. É um espaço simples, porém, o cliente tem essa opção de fazer a refeição na peixaria. Fora a organização, o local é totalmente refrigerado”, finalizou. Utilizando todas as ferramentas que tem a disposição, Guilherme criou a pagina Tambaqui no ponto no Facebook e o perfil no Instagram chamado de Tambaqui no Ponto Delivery onde divulga fotos de clientes e dos peixes.
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#variedades
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Relíquias de sucesso
õe o espaço interativo disp , al ci in ov Pr te ce la Pa No os de vinil prontos de acervo de 3.000 disc à moda antiga para serem apreciados Para quem tem paixão por música e preserva com carinho a memória dos antigos long plays (LP), conhecidos como discos de vinil, vale a pena fazer uma visita ao Museu da Imagem e do Som do Amazonas, localizado no Palacete Provincial. Hoje em dia, mesmo com o CD e outras tecnologias que permitem rápido acesso a qualquer tipo de música, há quem não abra mão dos discos de vinil. Outros ainda nem tiveram a oportunidade de conhecê-lo ou ouvi-lo. Desta forma, o governo do Amazonas/Secretaria de Estado de Cultura dispõe de um vasto acervo composto por 3 mil discos higienizados e prontos para apreciar e ouvir em vitrola do tipo Stereo Turntables, da Sansui Eletric (1970), com direito ao “chiadinho” que só esse tipo de aparelho pode proporcionar. Para utilizar este serviço, basta realizar cadastro, apresentando a carteira de identificação na recepção. A exposição alia, ainda, um acervo de filmes biográficos que podem ser assistidos ao mesmo tempo em que se ouve o disco daquele cantor/compositor pesquisado, transformando o momento em um profundo mergulho na vida e obra do artista. Dentre os títulos em exposi-
ção, é possível encontrar discos de Evita Perón, Elvis Presley, Pink Floyd, Vinícius de Moraes, Toquinho, Tim Maia e Cazuza, para citar alguns do acervo, à disposição do público. Outros títulos nacionais e internacionais como Djavan, Roberto Carlos, Mário de Andrade, Os Paralamas do Sucesso, Erasmo Carlos, Simone, Valdir Calmon, Jorge Ben Jor, Tina Turner, Madonna, The Beatles, Bert Kempfert e Chopin também fazem parte do acervo. “Essa exposição é de grande valor para os amantes da música, pois resgata a antiga forma de escutar o som, apreciando a capa do disco, manuseado a vitrola, ouvindo o barulhinho peculiar da agulha no disco. Isso traz boas recordações aos que viveram essa época e grande curiosidade às novas gerações”, completou o secretário de Estado de Cultura, Robério Braga. O disco de vinil foi desenvolvido na década de 40 para a reprodução musical, confeccionado em material plástico (vinil) para registro de informações em áudio. Uma característica peculiar do disco de vinil são as ranhuras que existem em sua superfície que conduzem a agulha da vitrola ou toca-discos, da borda externa até o centro.
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As ranhuras fazem a agulha vibrar e tal vibração se transforma em sinal elétrico, que após ser amplificado se transforma em som (música). O problema é que por ser um material muito delicado, requer cuidado para evitar arranhões que podem comprometer a qualidade sonora, fazendo com que as agulhas “saltem” e sejam danificadas. O vinil não saiu e nem sairá de moda, tanto que possui um Dia Nacional (20 de abril), sites para venda de usados e muitos colecionadores no Brasil, principalmente em Manaus, onde é
possível encontrar famílias que passam esse objeto de valor emocional inestimável de geração para geração. Cuidados com o vinil Os discos precisam ser constantemente limpos e estar sempre livres de poeira, ser guardados sempre na posição vertical e dentro de sua capa e envelope de proteção (conhecidas, vulgarmente, como capa de dentro e de fora). A poeira é um dos piores inimigos do vinil, pois funciona como um abrasivo, que pode danificar tanto o disco como a agulha.
SERVIÇO: O QUÊ: Coleção de discos de vinil ONDE: Museu da Imagem e do Som do Amazonas, localizado no Palacete Provincial (Praça Heliodoro Balbi, s/nº - Centro). QUANTO: A entrada é gratuita FUNCIONAMENTO: De terça a sexta-feira, das 9h às 16h, e aos sábados, de 9h às 13h.
#gastronomia
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Você é o chef o cliente No Ristorante Fiorentina i para a ganha roupa de Chef, va o cozinha e escolhe o prat
Um programa, no mínimo inesperado, para quem sai de casa para almoçar fora no sábado é ir para a cozinha fazer a própria comida. Mas é exatamente isso que acontece no Ristorante Fiorentina do Amazonas Shopping. A casa resolve inovar e surpreender seus clientes com o convite para eles irem até a cozinha e, acompanhado
de um Chef, meter a mão na massa e demonstrar todos os dotes culinários para a família. Sob o sugestivo título de “Você é o Chef”, a ação da direção da casa visa aproximar mais o cliente, ao mesmo tempo, que possibilita maior conhecimento do local onde é produzido o alimento que ele consome.
O Chef Lacy Ramalho é quem vai até a mesa do cliente e convida ele para conhecer a cozinha e compartilhar do fogão na preparação do pedido feito pela mesa do convidado. Realizado nos almoços de sábado, o “Você é o Chef” tem tido uma boa receptividade do público. “Achei muito interessante. É bom porque o cliente tem a oportunidade de conhecer o funcionamento. Aproxima do trabalho do Chef e podemos aprender sobre novos ingredientes usados na comida. Não foi tão difícil”, falou sobre a experiência o empresário
Rodrigo Costa Nova. Rodrigo trabalha com turismo de pesca e sua experiência na cozinha está limitada a assar um tucunaré no formo. Mas dessa vez foi diferente e ele teve que preparar um “Filé Mignon com arroz a Piamontese” para seu pai, a mulher e os filhos que escolheram o prato. Vestido a caráter – ganhou um uniforme de Chef personalizado da Fiorentina –, Rodrigo fez bonito e em 20 minutos o almoço estava pronto para ser servido. Depois de algumas garfadas o cardápio estava aprovado por todos e Rodrigo teve seu dia de Chef.
Rodrigo Nova gostou da experiência de cozinhar para família no restrô
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Galerinas:
#estilo
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disputada Profissão de galerina é ligenentre jovens bonitas, inte arte tes e que têm amor pela
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Um toque de charme nas artes O mercado da arte se apresenta com ótimas perspectivas de crescimento no Brasil. E com o aumento da indústria cultural no Amazonas e investimentos em capacitação dos profissionais ligados ao mundo das artes, novos espaços para comercialização dos produtos começam a ganhar destaque em Manaus. A recém-inaugurada Galerie l’Amazonie chega à cidade para preencher essa lacuna, mostrando um espaço sofisticado e que promete reunir pessoas de bom gosto e amantes das artes, lançando ainda mais uma tendência: as galerinas, moças que trabalham nas galerias de arte, normalmente de boa aparência, inteligentes e que têm amor pela arte. A proposta é proporcionar aos colecionadores uma profissional especializada para ajudar a escolher, conhecer e vender as obras. Modernas e sempre no salto alto, elas são figurinhas indispensáveis nesse novo momento do mundo das artes. Com três galerinas que integram o casting da Galerie l’Amazonie, a empresária Geyna Brelaz percebeu a necessidade da presença das profissionais e apostou nesse novo segmento, oferecendo intercâmbio direto com os artistas que fazem parte do acervo da galeria, entre eles, nomes como: Rita Loureiro, Buy Chaves, Turenko Beça, Moacir Andrade, Arnaldo Garcez, Francimar Barbosa, Sebastião Rodrigues e entre outros. “Manaus é um mercado promissor e nossa intenção é qualificar essas moças para o mercado das artes no Amazonas”, destaca. Bruna Beatriz Podkowa, 20 , natural de Santa Catarina, mora em Manaus há quase 3 anos. Assumiu a profissão de galerina recentemente, com a inauguração da Galerie l’Amazonie, no Vieiralves. Segundo Bruna, a profissão de galerina vai muito além do que vender obras, justamente pelo fato de que cada pessoa tem sua própria concepção sobre
a arte. “Eu sempre gostei de história por conta do meu pai. Quando cheguei na faculdade, conheci o pessoal de artes visuais e eles me chamaram para trabalhar com eles. Fui desde modelo a aprendiz. Gostei muito. E quando surgiu a ideia da galeria aqui em Manaus, já entraram em contato comigo perguntando se eu tinha interesse”, conta Bruna. Já Rebeca Brelaz, 18, sempre teve a arte como um hobby. O interesse surgiu a partir do momento em que a proprietária da Galerie l’Amazonie a convidou para fazer parte do time. Hoje ela estuda a arte e outras técnicas mais profundamente em um curso. A manauense relembra como ficou emocionada quando Luísa Matsushita, artista e integrante da banda Cansei de Ser Sexy, a atendeu gentilmente para explicar a poética dos seus quadros. Luísa foi explicando quadro a quadro, fazendo Bruna entender a expressão da artista nas obras, a retratação da Amazônia, criador e criatura, juntos. “Ela [Luísa] estava ali do meu lado explicando, com todo o amor do mundo, a poética do quadro dela. E ela não é não amazonense, então ela estava falando de uma coisa que é do meu convívio. Eu sou muito ligada à cultura amazonense” conta Rebeca. A estudante de psicologia hoje vê a arte com outros olhos. Janaína Souza, 20, é outra galerina que também entrou recentemente para o mercado da arte. A moça estudava enfermagem, mas deixou a faculdade para trilhar outros caminhos. Apesar de nunca ter trabalhado com arte, Janaína assume que gosta muito. Dedicada, ela estudou sobre os artistas locais. “Esse contato direto com as obras e os artistas foi maravilhoso”, diz Janaína. A moça que passou a adolescência toda desenhando vestidos de noiva, hoje quer se aprofundar mais sobre o assunto e até planeja fazer uma faculdade com foco nas artes.
#beleza
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Tiago Rodrigo Dias explica as diferenças entre a coloração nos cabelos de homens e mulheres
Eles pintam o cabelo na medida O charme dos grisalhos ade no certa pode dar um upgr cuidam estilo dos homens que se
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IVE RYLO É crescente a quantidade de homens adeptos a novas técnicas oferecidas por salões especializados em disfarçar os fios brancos, sem perder a naturalidade. A procura é tamanha que empresários do ramo têm investido na construção de espaços específicos aos vaidosos, responsáveis por efervescer esse nicho de mercado. O salão Villa Angel, no bairro Vieiralves, zona Centro-Sul, tem expandido sua estrutura para atender a necessidade do público masculino. O atual espaço ficou pequeno para a procura. De acordo com o cabeleireiro e expert em “K”, Tiago Rodrigo Dias, aumentou em 80% a busca masculina pelos cuidados estéticos e, rapazes a partir de 30 anos de idade já buscam pelo tratamento. “A demanda tem sido crescente, a sala não esta comportando. Os homens não se sentem muito a vontade de serem atendidos junto com as mulheres, eles ficam tímidos”, afirmou. Diferentemente das mulheres, que são ousadas na coloração das madeixas, os homens primam pela discrição dos procedimentos estético-capilares. No espaço, eles procuram, na maioria das vezes, por dois tipos de tratamento: o reflexo inves-
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tido e o tonalizante. “Eles não querem pintar totalmente o cabelo, mas disfarçar os brancos de maneira bem natural. Com o reflexo invertido, quando o cabelo está muito branco, são feitas mechas escuras, como se não tivesse o cabelo pintado e sim natural”, explicou. Para os menos ousados, é realizada a técnica de tonalizar, em que é utilizado um shampoo específico para deixar um branco com um tom mais bonito. “Fica um branco mais acinzentado, um grisalho mais bonito, não amarelado e mais brilhoso. Um cabelo mais vistoso para mulher ver e fica muito mais atraente”, disse. Ele explicou que a estrutura do fio masculino e feminino é a mesma e, apesar do couro cabeludo dos homens ser mais oleoso – por conta do maior estimulo às glândulas sebáceas, influenciado pelo hormônio testosterona – e não interfere na coloração. A manutenção da coloração masculina é feita em um menor espaço de tempo que as mulheres. De acordo com o profissional, o retoque é feito a cada 30 dias, por conta do corte. “Como o homem tem cabelo curto e corta todo mês, então eles procuram retocar mais que as mulheres. A coloração é permanente e não perde por lavagem e sim pelo corte”, disse.
Serviço: O que: Villa Angel- Esthetic e Hair Onde: Rua Nova Prata, 345 (antigo Rio Juruá), Vieiralves Contato: 3584-5545 / 9 9285-8766
#entrevista
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Ronaldo Fraga lança livro de memórias
s e pesquisas Obra disponibiliza estudo procesfeitas por ele durante o peça so de produção de uma Todo artista se torna notório por sua singularidade. É o diferente que o faz destacado, merecedor de aplausos e dos holofotes. O estilista mineiro Ronaldo Fraga, mais do que qualquer outro nome da moda brasileira, tem no trabalho autoral o seu grande diferencial. Durante a semana de moda do São Paulo Fashion Week, não há cansaço, atraso, line up apertado ou dead line da redação que faça imprensa ou convidados desistirem de assistir à apresentação desse artista. Ronaldo não faz roupa, ele transforma tecido em arte. Um desfile assinado por ele dificilmente não emociona. É um show. Chora, vibra, sorri a plateia, na mesma intensidade que o estilista também se entrega. Ronaldo admite até hoje “sentir borboletas no estômago” ao apresentar uma coleção em público. Antes de transformar tecidos em roupa, Ronaldo desenha à mão livre. Do papel branco surgem as ideias e as formas. São justamente esses cadernos de desenho do estilista que despertam interesse dos entendidos da moda. Os croquis das peças feitas por Ronaldo, num total de 38 coleções, desde a “Eu amo coração de galinha”, do inverno 1996 — desfilada no
Phytoervas Fashion, em São Paulo (evento que antecedeu o São Paulo Fashio Week) —, até a apresentação “O caderno secreto de Cândido Portinari”, do verão 2014/2015. Os rabiscos, traços e desenhos coloridos foram compilados e acabam de ser lançados em forma de livro. “Ronaldo Fraga: caderno de roupas, memórias e croquis” reúne os estudos e as pesquisas feitas por ele durante o processo de produção de uma peça. Em um bate-papo com a revista, o mineiro falou desse projeto e de como vê a moda. Por que lançar um livro baseado em seus cadernos? Os primeiros cadernos eu jogava fora. Nunca dei valor a eles, mas o meio acadêmico começou a me cobrar esse registro do processo de criação. A intenção é despertar, com esse trabalho, a atenção do profissional da moda. Porque hoje não é preciso saber desenhar para ser estilista, então há um movimento no mundo valorizando o desenho à mão livre, a memória gráfica visual. Hoje, nem se escreve mais, que dirá desenhar. O livro é uma memória gráfica, de como se encara soluções de estamparia e de formas que a computação não vai te dar.
E você acha que as pessoas estão interessadas em aprender a desenhar? Vivemos em um país com poucos títulos de memória da moda brasileira. A coisa do desenho tem despertado muito interesse nas pessoas que trabalham com moda, com artes visuais, e até nas crianças. De tempos em tempos, a sociedade busca novos valores e você vê isso no sucesso dos livros feitos para você se sentar e colorir. Quem sabe desenhar é mais feliz. E qual a sua relação com os desenhos? Sempre desenhei. Meu sonho era fazer um curso de desenho, mas naquela época isso não era coisa para homens. Até que, quando tinha 15, 16 anos, encontrei uma vizinha figurinista que me levou para fazer um curso no Senac. Eu era um adolescente militante, no fim da ditadura. Desenhar não combinava com tudo aquilo. Fiz o curso. Metade da turma era de senhorinhas de cabelo lilás que queriam aprender a desenhar para copiar a roupa da madame, e, a outra metade, era de travestis que queriam aprender a desenhar a fantasia de carnaval. No fim, somente eu aprendi a desenhar e ganhei um emprego em uma loja de tecidos. Como foi esse primeiro contato com o mundo da moda? O que definiu a minha alma profissional foi a experiência na loja de tecidos. Eu nem sequer tinha vocabulário de moda, mas
tinha que atender por dia a 30 mulheres querendo uma roupa. Eu tinha que conquistá-las. Assim é a moda. Atrás da história de uma roupa, sempre existe uma conquista amorosa. Seu trabalho é conhecido pela riqueza de detalhes das peças, pela originalidade das formas e das temáticas. Onde você busca inspiração? Você pode ter inspiração em qualquer lugar. Se não vir, olhe de novo. Passada a euforia da globalização, caminha-se em direção do que é autoral. Valorizase o que é feito de modo especial. O que justificaria uma mídia espontânea? É aquilo que é caro para a gente, que tem valor, mas não tem preço.
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o Fraga
Ronald
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No Carnaval Luan Santana será um dos astros do desfile da Imperatriz Leopoldinense no Carnaval de 2016. O cantor desfilará num carro alegórico como o único destaque. Vale lembrar que a agremiação homenageará a dupla Zezé Di Camargo & Luciano em seu samba-enredo.
Bruno Gagliasso está confirmado no elenco do próximo folhetim de Glória Perez e também cotado para atuar numa minissérie que será dirigida por Amora Mautner. O ator é conhecido por seu talento e profissionalismo, além de ser um excelente companheiro de trabalho.
Festa de aniversário Susana Vieira ganhou uma festa surpresa de aniversário no intervalo das gravações de “A Regra do Jogo”, na qual ela interpreta a Adisabeba. A atriz ficou emocionada com o carinho de seus colegas de elenco. Prestigiando e ex-marido Zilu Godoi será um dos destaques no desfile da Imperatriz Leopoldinense que homenageará a dupla Zezé Di Camargo & Luciano. Ela virá no carro alegórico da família acompanhada pelos filhos que teve com Zezé Di Camargo. Moço ajuizado Eduardo Costa garante que está bem sossegado e é totalmente fiel a sua atual namo-
RG JOÃO MIGUEL JR/
Futuro garantido
ALEX CARVALHO/RG
ZÉ PAULO CARDEAL/RG
#celebridade
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A própria história Guilhermina Guinle, que atualmente interpreta a Pia em “Verdades Secretas”, não esconde a alegria por ter a história de sua família contada no livro “Os Guinle”, escrito por Clóvis Bulcão. Tanto que a atriz adquiriu mais de 40 exemplares, com os quais presenteou amigos e colegas de elenco. rada, a empresária Ana Paula Diniz. No entanto, ele não esconde que já foi moço de aventuras amorosas, as quais faz questão de esquecer. Os jurados Di Ferrero e Anitta estão cotados para serem os jurados do “The Voice Kids”, que estreia dia 3 de janeiro. Eles terão a companhia de Carlinhos Brown, que teve presença confirmada na atração. Endereço internacional Giovanna Antonelli comprou uma mansão em Orlando, nos Estados Unidos, bem pertinho do complexo Disney. Consta que a casa é muito confortável e pode abrigar vários hóspedes ao mesmo tempo. Quem pode, pode!
Exemplos A notícia que se tem é que um centro de pesquisas desenvolveu um trabalho e constatou que Fernanda Montenegro, Sílvio Santos, Cid Moreira, Glória Maria e Glória Pires são os brasileiros que estão envelhecendo melhor. Cada um na sua Alexandre Borges se recusa a fazer qualquer comentário sobre o fim do casamento com Julia Lemmertz; eles se separaram depois de 22 anos de união. O ator limita-se a dizer que continuam amigos. Quanto ao trabalho, atualmente ele faz o Jurandir em “I Love Paraisópolis”. Declaração de amizade João Vicente de Castro tem dito
que mantém uma relação de amor e amizade com a ex-namorada Sabrina Sato, não escondendo a admiração que ele sente pela apresentadora. Cultivando o sotaque Elizabeth Savalla tem se dedicado às aulas de sotaque caipira. É que a atriz é presença confirmada na novela “Candinho”, cujo enredo tem como cenário uma cidade fictícia do interior de São Paulo. Desta vez, Savalla interpretará uma vilã. Excelente metabolismo Deborah Secco está grávida de cinco meses e até agora engordou apenas seis quilos. A atriz diz que pretende manter-se assim até o nascimento de Maria Flor.
Terça Roberto presenteia Anita com um anel de Melissa e lhe propõe um noivado secreto para conseguir ficar com a moça. Quarta Pedro e Walmir resgatam Bento da casa de Gema. Raul afirma a Emília que Bento não sabe do paradeiro de Bernardo. Quarta Severa revela a Felipe que Berenice faleceu em seus braços e afirma ao conde que a esposa nunca o traiu. Melissa instiga Zilda a dispensar Lívia. Quinta Felipe se sensibiliza com as lembranças de Berenice. Dorotéia e Melissa temem que Felipe descubra detalhes sobre a morte de Berenice. Sexta Melissa diz a Felipe que não sabe sobre o diário de Berenice e insinua que Severa esteja mentindo. Anita revela a Lívia que está noiva de Roberto. Sábado Não há exibição.
MALHAÇÃO Segunda Rodrigo gosta do beijo de Luciana, mas percebe que ela sentiu raiva de Luan por ter beijado Alina. Idelfonso se desespera com o protesto dos alunos. Uodson garante a Nilton e Ciça que finalizou o conserto elétrico do hostel. Alina decide ficar com Luan para maltratar Luciana. Nanda se candidata a um emprego em uma loja, mas é atrapalhada por BB e Camila. Valter revela
19h15, na Globo Segunda Soraya demite Urbana e Melodia. Benjamin diz a Gabo que avaliará a proposta do tio para retomar a presidência da Pilartex. Clarice consegue libertar Primo da prisão. Terça Soraya comenta com Danda que teme ser condenada. Olga revela a Mari que foi Grego quem pagou seu curso de Gastronomia. Quarta Dom Peppino manda Alceste contratar um advogado para ajudar Jurandir. Grego fica furioso ao descobrir lixo despejado em um terreno de sua área. Quinta Dom Peppino afirma a Benjamin que sua intenção é atuar como seu conselheiro na Pilartex. Cícero comenta com Benjamin que Dom Pepino é perigoso. Sexta Todos se arrumam para o casamento de Mari e Benjamin. Júnior rasga o vestido de Soraya e implora para que Eva conserte a roupa da patroa. Sábado Soraya não gosta de ver Ximena com seus filhos. Benjamin é hostil com Gabo. Dom Pepino faz elogios a Izabelita. Grego e Margot cumprimentam os noivos.
21h20, Globo Segunda Tóia não se conforma ao ver Djanira com Zé Maria. Romero garante a Ascânio que fará com que Tóia se apaixone por ele.
19h45, no SBT Segunda Alicia pergunta para André e para os irmão Vaz se Flora sumiu. As crianças inventam que Flora viajou e os deixou sozinho.
Terça Juliano afirma a Tóia que não lhe contou sobre Zé Maria para protegê-la. Dênis se recusa a fazer mal à Alisson.
Terça Isabela decide ignorar as mensagens de Manuela para ela desistir da ideia de que são irmãs gêmeas. Regina surta com os funcionários por esta tudo bagunçado.
Quarta Dante pede ajuda a Romero e revela tudo o que soube por Dário. Ascânio aconselha Romero a entregar as informações para conseguir sua promoção na facção. Quinta Romero não consegue atirar contra Dário, e Orlando assume o controle da situaçao. Dante procura Romero, que consegue esconder o corpo de Dário.
Quarta Priscila volta para casa e conta para Aurora que fugiu para tentar chamar a atenção de Safira. No dia seguinte, Safira chega em casa após saber da fuga de Priscila. Quinta Rebeca ajuda Marina após terem se esbarrado. Marina vai embora e Manuela, que espiava as duas, aparece.
Sexta Atena seduz Romero. Atena assiste à entrevista de Romero no velório de Dênis e desconfia de seu discurso.
Sexta Rebeca diz para Otávio esquecer ela, mas o empresário não entende o que aconteceu. Regina procura a chave do porão da mansão.
Sábado Romero aconselha Tóia a permanecer com Juliano na cidade. Tóia questiona Djanira sobre sua relação com Romero.
Sábado Não há exibição.
a Vanda, Sueli e Jorge que a Vegetable Life faliu. Luan pede desculpas a Luciana. Uodson pede que Ciça mostre a música dele para Nilton. Rodrigo e Luciana se encontram. Luan pede conselhos a Sueli para reatar com Luciana. Luan briga com Rodrigo por causa de Luciana. Miguel conta para Ana que colocou o sítio à venda. Luan pega o carro de Jorge para sair com Alina. Camila e BB descobrem que Henrique é o baterista de
Ciça. Ciça beija Rodrigo na frente de Luciana, mas o menino afirma que está namorando. Nilton desfaz sua parceria com Ciça. Ciça é atropelada. Alina, Roger e Luan combinam um pacto de silêncio sobre a noite. Uodson recebe uma ligação do hospital em que Ciça está. Jorge percebe que o carro está amassado e acusa Artur. Roger se atrapalha ao inventar uma desculpa para Rodrigo sobre onde passou a noite.
DIVULGAÇÃO
18h05, na Globo Segunda Felipe salva Lívia de se afogar nas águas do lago e faz uma revelação a ela. Melissa troca os remédios de Vitória para prejudicar Lívia.
#ligado nas novelas
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#destaques da tv
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“Shaun, o Carneiro” é exibido com muito sucesso pela TV Cultura
Da tela da TV para a telona la TV Cultura, Exibido na TV aberta pe eiro” o filme de “Shaun, o Carn cinemas pode ser conferido nos A TV Cultura acertou em cheio quando resolveu colocar no ar a série britânica “Shaun, o Carneiro”. A audiência foi imediata. Para quem ainda não conhece, a atração acompanha Shaun, um carneiro pra lá de inteligente e seus amigos em uma fazenda. Em cada episódio, o protagonista tem que resolver um problema sempre com muito senso de humor. O carneiro é um líder natural que leva a turma a passar por um monte de trapalhadas. A série é produzida pelos mesmos criadores de “Wallace e Gro-
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mit” e “A Fuga das Galinhas”. “Shaun, o Carneiro” é uma animação em massinha, utilizando a técnica de stop motion. No Reino Unido, o seriado estreou em 2007. Um detalhe curioso é que o seriado não exibe diálogos sonoros, com exceção dos personagens humanos. Atualmente a TV Cultura está exibindo a sua terceira temporada. A animação é exibida de segunda a sexta, às 19h15, aos sábados, às 16h45, e aos domingos, às 15 horas. A cada episódio Shaun sempre tenta resolver um
problema com a ajuda de seus amigos antes mesmo deles serem descobertos pelo fazendeiro. A série tem todos os ingredientes que a criançada gosta. Devido ao grande sucesso que a animação vem conquistando no mundo todo, os executivos da Aardman Animations decidiram que era hora para investigar a possibilidade de um longa estrelado por Shaun. Mas como poderiam fazer a enorme transição de uma série composta por episódios de sete minutos, cada um contendo uma história relativamente simples, para o universo de um filme com uma narrativa complexa com uma duração 10 vezes maior? Que tipo de história contariam? Conseguiriam ampliar o alcance de Shaun para incluir crianças mais velhas e
até adultos? E havia outra questão: apesar da falta de diálogo humano não ter sido uma barreira para levar adiante histórias curtas na série de TV, não seria esse um problema para manter a atenção do público durante um filme de 80 minutos? A Aardman usou esses tópicos como ponto de partida e começou a discutir como desenvolver o filme. Depois de muitos estudos, as respostas às perguntas foram surgindo e já está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil o longa “Shaun, o Carneiro – O Filme”, para a alegria de crianças e adultos. No filme, Shaun continua aprontando e muito! Um dia, cansado das ordens do fazendeiro e do dia a dia de tarefas na fazenda, Shaun decide tirar uma folga na capital.