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O brasileiro Gabriel Nascimento de Andrade, de 27 anos, declarou-se culpado por participação em um esquema de fraude envolvendo a obtenção ilegal de carteiras de motorista nos Estados Unidos. A informação foi con rmada pela promotora federal Leah Foley, em comunicado o cial - PÁG. 10



Brasileira procurada no Brasil é detida em Massachusetts - PÁG. 7 HOMICÍDIO
Imigrantes processam governo federal por perda de empregos - PÁG. 8 NO AEROPORTO DE BOSTON
Senado avalia cidadania como requisito eleitoral - PÁG. 6 SOB PRESSÃO DE TRUMP
Temporada do Imposto de Renda 2026 nos EUA exige atenção - PÁG. 15 BRASILEIROS CONTRIBUINTES
US$ 2.600 DE INCENTIVO
Programa de autodeportação de Trump atrai 72 mil, incluindo brasileiros - PÁG. 5



























































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Por Alex Colombini



xiste um limite que nenhuma democracia séria pode ultrapassar: o limite da dignidade humana. E hoje, no Brasil, esse limite está sendo testado de forma inquietante e visível.
O ex-presidente Jair Bolsonaro encontra-se hospitalizado, debilitado, enfrentando um quadro de saúde que exige cuidados constantes. Diante dessa realidade, sua defesa solicitou a concessão de prisão domiciliar — um direito que, em inúmeros casos semelhantes no país, já foi concedido por razões humanitárias.
Mas, neste caso, o tempo passa… e o silêncio permanece.
O que chama ainda mais atenção é que o senador da República Flávio Bolsonaro, fi lho do ex-presidente e também advogado, levou pessoalmente esse pedido a um ministro do Supremo Tribunal Federal. Ainda assim, não há, até o momento, qualquer decisão concreta.
A pergunta que ecoa é simples: por quê?
Em um país onde decisões semelhantes já foram tomadas com rapidez em situações clínicas até menos delicadas, a demora neste caso levanta questionamentos inevitáveis. Não se trata de privilégio — trata-se de coerência. Trata-se de garantir que a lei seja aplicada de forma equilibrada, sem distinções que enfraqueçam a confi ança
da população.
E há ainda um ponto que não pode ser ignorado: vivemos um momento em que decisões do Supremo, especialmente sob a condução do ministro Alexandre de Moraes, são amplamente apoiadas por uma parcela da sociedade. Mas até que ponto esse apoio pode justificar a ausência de questionamento? Até quando o país vai assistir, aplaudir e não refletir?
A Justiça não pode se afastar da realidade humana. Não pode se tornar insensível. E, acima de tudo, não pode permitir que dúvidas sobre equilíbrio, proporcionalidade e critérios diferentes se instalem no olhar da sociedade.
Não estamos falando apenas de um nome, de um
cargo ou de um espectro político. Estamos falando de princípios. Hoje é Bolsonaro. Amanhã pode ser qualquer cidadão brasileiro.
O Estado tem o dever de punir, sim — mas também tem o dever de agir com humanidade. E quando esse equilíbrio se perde, perde-se também algo muito maior: a credibilidade das instituições.
Clemência não é fraqueza.
Clemência é a forma mais elevada de justiça. E negar isso, diante de um quadro evidente, é algo que o Brasil está assistindo com atenção — e que certamente entrará para a história como um momento de reflexão sobre até onde estamos dispostos a ir… e até onde deveríamos parar.

"Nós temos o caminho da prosperidade pra seguir.”
Flávio Bolsonaro, durante evento político em Rondônia




Opresidente Donald Trump afirma que 2,2 milhões de imigrantes indocumentados deixaram os Estados Unidos voluntariamente desde janeiro de 2025, resultado do endurecimento da fiscalização. O número é expressivo e reflete o clima de aplicação rigorosa das leis migratórias. No entanto, não existe auditoria independente que permita confirmar sua exatidão com clareza. As razões para uma saída voluntária são variadas — medo de deportação, separação familiar, dificuldades econômicas ou decisões pessoais — e muitas ocorrem independentemente de qualquer programa governamental.
Os dados mais concretos e auditáveis concentram-se no Project Homecoming, iniciativa oficial do Departamento de Segurança Interna (DHS). Documento interno do órgão, revisado pela CNN, registra
que 72 mil pessoas utilizaram o mecanismo até este mês. Desses, cerca de 37 mil já estavam detidos pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) e optaram pela saída incentivada em vez de processo formal.
O programa opera por meio do aplicativo CBP Home. Nele, o imigrante registra a partida, recebe passagens gratuitas, escolhe datas de voo e obtém o incentivo financeiro — atualmente de até US$ 2.600 —, depositado após confirmação da chegada ao país de origem. O DHS afirma que cada saída incentivada custa cerca de US$ 5 mil, contra mais de US$ 18 mil em deportação tradicional.
Casos reais ilustram o funcionamento. Uma hondurenha identificada como Lisette deixou os EUA em maio de 2025 após a detenção do marido. Sugerida por agente federal, usou o app, viajou com os filhos e recebeu US$ 1.000 via cartão pré-pago Mastercard.
Outro exemplo foi reportado
pela CNN na mesma investigação de 18 de março cita o caso de uma brasileira — cuja identidade foi preservada por razões de segurança — utilizou recentemente o aplicativo CBP Home. Ela recebeu opções de datas flexíveis para retornar ao Brasil, instruções detalhadas sobre o procedimento no aeroporto local e o incentivo de US$ 1.000 depositado diretamente em sua conta bancária, com prazo de 60 dias para acesso. Não foram divulgados dados sobre o local de partida nos EUA nem de chegada no Brasil.
O Project Homecoming transforma em números auditados uma parte do fenômeno mais amplo de saídas voluntárias. Enquanto o governo celebra o volume total divulgado, a transparência limitada em torno dos 2,2 milhões mantém o debate aberto sobre a real dimensão e os custos humanos da política migratória atual. O DHS não respondeu a pedidos adicionais de esclarecimento sobre auditorias independentes.
Donald Trump tentou transformar a SAVE Act, que exige prova documental de cidadania para registro de voto, em um teste de força dentro do Partido Republicano. Embora a proposta tivesse apoio amplo, ele exigiu uma emenda radical: restringir o voto por correio apenas a casos excepcionais, como doença ou serviço militar.
A medida gerou resistência, sobretudo em estados como Montana e Utah, onde até 70% dos eleitores — muitos republicanos — usam voto por correio. Senadores como Thom Tillis e Lisa Murkowski anunciaram oposição; Mitch McConnell e John Curtis estão indecisos; Steve Daines manifestou preocupação. Tillis, coautor do projeto, admitiu que a versão defendida por Trump
não tem chance de aprovação. No Senado, mesmo com todos os 53 republicanos unidos, seriam necessários 60 votos para superar o filibuster democrata. Chuck Schumer garantiu que nenhum democrata apoiará. John Thune sinalizou que não mudará regras. Trump divulgou suas exigências em 9 de março e orientou Eric Schmitt a apresentar as emendas, mas o movimento expôs fragilidades. McConnell não apoia, e senadores de estados com tradição no voto por correio priorizam seus eleitores. Se a SAVE Act for derrotada, será um revés político: mostra que Trump perdeu controle sobre parte do partido e que sua influência encontra limites claros — algo inédito e potencialmente marcante para o futuro republicano.

































































Junot
OSenado dos EUA iniciou debates nesta semana sobre o Safeguard American Voter Eligibility Act (SAVE Act), legislação que exige prova documental de cidadania para o registro de novos eleitores em eleições federais. Impulsionada pelo presidente Donald Trump, a proposta busca reforçar o controle federal sobre o processo eleitoral e foi aprovada pela Câmara em fevereiro de 2026 por 218 a 213 votos, margem apertada e partidária.
O texto (H.R. 7296/S. 1383) determina que novos eleitores apresentem documentos como passaporte ou certidão de nascimento comprovando cidadania — carteiras de motorista comuns não bastam, salvo se atendam ao REAL ID e indiquem explicitamente a cidadania. Exige ainda identificação com foto em todas as votações (inclusive por correio, com envio de cópia do documento), com-
partilhamento de listas eleitorais com o Departamento de Segurança Interna (DHS) para verificação de status imigratório, e isenções parciais para militares e deficientes. Penalidades seriam aplicadas a funcionários que registrarem sem prova, e cidadãos poderiam processar autoridades em certos casos.
Trump defende a medida como essencial para prevenir fraudes e garantir as eleições de meio de mandato em novembro, apesar de especialistas afirmarem que o voto de não cidadãos é raro e já punido por lei federal. O líder republicano John Thune apoia, comparando a exigência de ID a práticas cotidianas.
Democratas, liderados por Chuck Schumer, classificam a lei como barreira desnecessária ao voto, prevendo que o cruzamento de dados com o DHS poderia remover milhões de eleitores legítimos das listas — especialmente idosos, minorias e recém-naturalizados sem documentos
acessíveis. Grupos como a League of Women Voters alertam para supressão do registro e participação.
Uma votação procedural pode ocorrer em breve (17 de março ou dias seguintes). Trump sugeriu eliminar o filibuster (que exige 60 votos para encerrar debates), mas Thune admitiu falta de apoio para isso. Mercados de apostas indicam baixa probabilidade de aprovação (11% a 16%).
Emendas em discussão incluem restrições ao voto por correio e cláusulas sobre direitos transgênero. Se aprovada, a lei valeria imediatamente, afetando primárias e midterms. Enquanto isso, estados como Flórida (lei aprovada em 12 de março, vigor em 2027), Utah e Dakota do Sul avançam com medidas semelhantes; Missouri debate o tema.
Analistas preveem bloqueio democrata no Senado, mantendo o status quo federal, em meio a tensões sobre integridade eleitoral que remetem às contestações de 2020.





Olá meus caros leitores, dando continuidade à nossa re exão sobre a exibilidade nos relacionamentos, hoje venho lhes falar sobre um aspecto essencial para a maturidade emocional e que muitas vezes é mal compreendido: a diferença entre validação, aceitação e aprovação. Nos relacionamentos, compreender a diferença entre validação, aceitação e aprovação é essencial para evitar frustrações e fortalecer vínculos. Muitas vezes, confundimos esses conceitos e acabamos criando expectativas irreais, o que gera desequilíbrio emocional e dependência.
Validação, aceitação e aprovação
- Validação: reconhecer que a experiência emocional do outro é real e legítima. Não signi ca concordar, mas sim escutar com atenção e acolher. Exemplo: quando alguém diz que está triste, validar é responder “eu entendo que isso te machuca”, mesmo que você não veja motivo para tanta dor.
- Aceitação: respeitar a pessoa como ela é, com sua história e sentimentos, mesmo sem concordar com todas as atitudes. É enxergar o outro em sua dignidade.
- Aprovação: apoiar ou concordar com comportamentos e decisões especí cas. É diferente de aceitar a pessoa; aqui há um aval sobre a escolha feita.
Uma postura madura pode ser: “Eu aceito você, compreendo sua dor, mas não aprovo essa atitude.” Esse equilíbrio é a base da exibilidade emocional.
O papel da aceitação na mudança
A psicologia mostra que pessoas mudam em ambientes de acolhimento, não sob pressão. Quando alguém se sente aceito, abre-se espaço para re exão e crescimento. O medo da rejeição, por outro lado, paralisa e impede a transformação. Aceitar não é concordar com erros, mas criar um ambiente seguro para que o outro reconheça suas falhas sem se sentir atacado.
Quando validação é confundida com aprovação
Um erro comum é acreditar que validar signi ca concordar. Isso leva muitos a se anularem ou evitarem posicionamentos importantes por medo de desagradar. Em famílias, casamentos e ambientes de trabalho, essa confusão gera con itos: amar não é aprovar tudo. Discordar não signi ca rejeitar.
Esse padrão aparece em pessoas com medo de abandono, necessidade constante de agradar ou aversão a con itos. Para elas, qualquer discordância soa como rejeição. A validação emocional corrige isso, comunicando: “Eu vejo você, eu entendo você”, mesmo sem concordar.
Flexibilidade como caminho do equilíbrio
A exibilidade emocional é a habilidade de sustentar esse equilíbrio. Ela permite:
- Validar sem concordar
- Aceitar sem aprovar comportamentos prejudiciais
- Manter limites sem perder conexão
- Ser empático sem se anular
Pessoas exíveis conseguem se posicionar com respeito, sem agressividade, e acolher sem perder identidade. Isso é maturidade emocional e sinal de segurança interna.
Per s que buscam aprovação constante
Alguns constroem sua identidade com base na aceitação externa. Para eles, ser amado signi ca ser aprovado. Isso gera insegurança e dependência, comuns em casos de ansiedade relacional e medo intenso de rejeição. Nessas situações, qualquer divergência é vista como ameaça ao vínculo. O trabalho terapêutico ajuda a fortalecer a identidade interna, para que o valor pessoal não dependa da aprovação alheia.
Perspectiva cristã
Na fé cristã, Jesus é exemplo de equilíbrio: acolhia, validava e reconhecia o valor das pessoas, mas também as convidava à transformação. Ele não rejeitava, mas também não aprovava tudo. Amar, portanto, é permanecer com verdade e graça, sem abrir mão da responsabilidade.
Conclusão
Flexibilidade relacional exige coragem. Validar não é concordar, aceitar não é se anular, e amar não é aprovar tudo. É possível acolher sem perder valores, escutar sem se apagar e construir vínculos autênticos. Relações saudáveis não se sustentam em aprovação constante, mas em aceitação genuína, empatia e verdade vivida com respeito. A própria Palavra nos orienta sobre esse equilíbrio: “O amor seja sem hipocrisia. Detestem o mal, apeguem-se ao bem.” (Romanos 12:9) Até a próxima semana!
Uma mulher brasileira que trabalhava como faxineira na região da Grande Boston, em Massachusetts, foi presa nos Estados Unidos após uma investigação policial revelar sua verdadeira identidade. Ela se apresentava como “Kelly Cristian”, mas seu nome real é Kele Cristian Alves Pereira, de 38 anos, contra quem existe um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça brasileira, com validade até 2040.
A descoberta ocorreu durante apuração de um caso de furto de cartões de crédito. Uma cliente denunciou o desaparecimento de cartões logo após um serviço de limpeza residencial realizado pela suspeita em
janeiro de 2026. Durante a investigação nos EUA, as autoridades cruzaram informações e identificaram que a faxineira era foragida da Justiça do Espírito Santo.
O Crime no Brasil
Kele Cristian Alves Pereira é acusada de participação em homicídio qualificado ocorrido em agosto de 2017 no bairro Santa Luzia (ou Itacibá, conforme variações), no município de Cariacica (ES). A vítima foi Vanda Derli Rangel Teixeira, conhecida como “Rita”, morta a tiros. Segundo a denúncia do Ministério Público do Espírito Santo, Kele teria atuado como facilitadora: manteve contato com a vítima para atraí-la ao local da execução.
O processo tramita na Justiça capixaba sob o número 0013000-
42.2017.8.08.0012. O mandado de prisão preventiva foi expedido em 2021 e segue ativo. A ação penal foi suspensa temporariamente devido à fuga da acusada, mas as provas testemunhais já foram antecipadas.
A Prisão nos EUA
A detenção aconteceu no dia 13 de março de 2026 em um supermercado na região de Boston. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento da abordagem. Kele Cristian Alves Pereira está atualmente detida em território americano, aguardando os próximos passos legais – que podem incluir extradição para o Brasil, dependendo da cooperação entre as autoridades dos dois países.
Situação Atual
Até o momento, não há detalhes

oficiais sobre possível indiciamento nos EUA pelo furto de cartões, mas a identidade verdadeira e o mandado brasileiro foram confirmados.
Se extraditada, Kele responderá ao processo de homicídio no Espírito Santo.
O caso foi revelado inicialmente por uma investigação jornalística exclusiva conduzida pelo repórter Thathyanno Desa, do portal G News USA, e repercutido por veículos de notícias capixabas e para a comunidade brasileira nos USA.
Uma audiência judicial em dezembro de 2025, no Tribunal Federal de Oregon, revelou práticas controversas do ICE, como metas diárias de prisões e uso de um aplicativo digital para mapear alvos migratórios. As informações surgiram em ação coletiva movida pela Innovation Law Lab contra o DHS e o ICE, contestando detenções sem mandado ou avaliação
individualizada, descritas como “prenda primeiro, justifique depois”.
Em fevereiro de 2026, o juiz Mustafa T. Kasubhai proibiu essas prisões sem causa provável de evasão, exigindo documentação específica e relatórios periódicos. A decisão abrange detenções desde setembro de 2025 em Oregon e reconhece a ação como coletiva, no-
meando os advogados da Innovation Law Lab como representantes.
Depoimentos revelaram que, durante a Operação Black Rose (outubro a dezembro de 2025), agentes do ICE tinham como meta realizar até oito prisões por dia, totalizando cerca de 50 detenções diárias em Oregon. Também foi revelado o uso do aplicativo Elite, que mapeia zonas com “vínculo
migratório”, embora com dados imprecisos.
Um caso em Woodburn chamou atenção: agentes interceptaram uma camionete com trabalhadores agrícolas, quebraram janelas e prenderam os ocupantes. O juiz criticou as táticas, sugerindo perfilamento racial e violação da Quarta Emenda. Com a liminar em vigor, o ICE
precisa de mandado judicial para a maioria das prisões civis migratórias em Oregon. Relatórios iniciais indicam queda nas detenções sem mandado, mas o DHS contesta a ordem, alegando riscos à segurança nacional. O caso lança luz sobre estratégias de enforcement na era Trump e reacende debates sobre legalidade, transparência e impacto em comunidades vulneráveis.

JSNEWS
Uma ação judicial protocolada na Justiça Federal de Boston em 13 de março de 2026 questiona a revogação em massa de credenciais de segurança (customs seals) pela Agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP), vinculada ao DHS. Essas autorizações permitem acesso a áreas restritas de aeroportos internacionais, como cabines de aeronaves e zonas de bagagem.
A demanda foi movida por um sindicato de funcionários de serviços aeroportuários em parceria com ex-trabalhadores do Aeroporto Internacional Logan (Boston). A petição alega que a CBP reinterpretou normas de elegibilidade a partir de
abril de 2025, com intensificação em fevereiro de 2026, resultando na perda das credenciais para pelo menos 80 funcionários do Logan — todos imigrantes com autorização legal de trabalho (green card, TPS, asilo pendente ou outras permissões válidas).
A medida os impediu de trabalhar em áreas seguras, levando à demissão efetiva.
Casos semelhantes foram reportados em aeroportos de Nova York (JFK), São Francisco, Orlando e Houston. Os autores classificam a mudança como arbitrária e caprichosa, violando a Lei de Procedimentos Administrativos e o devido processo legal da Quinta Emenda. Argumentam que a justificativa oficial — risco inaceitável à segurança nacional — mascara discriminação
contra imigrantes legais, sem notificação prévia, oportunidade de defesa ou audiência.
O caso ocorre durante um shutdown parcial do governo federal, iniciado em fevereiro de 2026, que deixou milhares de agentes da TSA sem pagamento integral. Mais de 300 oficiais da TSA renunciaram desde então, causando filas mais longas e lentas em aeroportos nacionais, inclusive em Logan, durante o spring break. Passageiros expressaram solidariedade aos trabalhadores afetados.

A Massachusetts Port Authority, administradora do Logan, encaminhou questionamentos à CBP, que não respondeu publicamente às alegações específicas. A ação busca declarar a política ilegal, restabelecer as credenciais, impor procedimentos de notificação e apelação prévios, além de compensações por danos.
Até 16 de março de 2026, não há decisões judiciais, audiências iniciais ou respostas formais do governo. O processo tramita em fase preliminar na corte federal de Boston, em meio
a tensões sobre imigração, segurança aeroportuária e disputas orçamentárias no Congresso (causa apontada pelo DHS para o shutdown). O episódio reflete pressões no setor de aviação, com risco de impactos maiores no tráfego aéreo se a controvérsia persistir.

Mohammad Nazeer Paktyawal, afegão de 41 anos e pai de seis filhos, morreu em Dallas em 14 de março de 2026, menos de 24 horas após ser detido pelo ICE. Evacuado para os EUA em 2021 após a queda de Cabul, vivia em Richardson com a esposa e os filhos, o mais novo com apenas 18 meses. Foi preso em casa por agentes mascarados e levado ao hospital na mesma noite; faleceu na manhã seguinte.
O ICE confirmou a detenção e alegou “histórico criminal”, citan-
do prisões em 2025 por fraude e furto, sem detalhar condenações. Informou também que seu parole humanitário havia expirado em 2025. Já a AfghanEvac, organização responsável por sua evacuação, afirma que ele serviu por mais de uma década ao lado das tropas americanas, inclusive como soldado das forças especiais afegãs.
A causa da morte não foi divulgada e o caso está sob investigação interna. O episódio ocorre em meio ao aumento de óbitos em custódia
do ICE no segundo mandato de Trump — mais de 40 em 14 meses, incluindo 12 em 2026. Organizações como ACLU e Human Rights Watch denunciam falhas médicas e maus-tratos.
O deputado democrata Marc Veasey exigiu investigação plena e transparente, enquanto família e defensores pedem esclarecimentos sobre a detenção e a morte, reacendendo o debate sobre o tratamento de ex-aliados afegãos e a política de deportações em massa.


Boston (MA) — O brasileiro
Gabriel Nascimento de Andrade, de 27 anos, declarou-se culpado por participação em um esquema de fraude envolvendo a obtenção ilegal de carteiras de motorista nos Estados Unidos. A informação foi confirmada pela promotora federal Leah Foley, em comunicado oficial.
De acordo com as autoridades, Andrade admitiu envolvimento em uma conspiração para produzir e transferir documentos de identificação de forma ilegal, crime que pode resultar em até cinco anos de prisão, além de multa e liberdade supervisionada. A sentença foi marcada pela juíza federal Margaret R. Guzman para o dia 9 de abril.
O caso faz parte de uma investigação maior que resultou na acusa-
ção de cinco pessoas em dezembro de 2024. Andrade é o terceiro a se declarar culpado. Outros dois envolvidos já foram condenados: Cesar Augusto Marin Reis, a 290 dias de prisão, e Helbert Costa Generoso, a nove meses.
ESQUEMA ENVOLVIA
IMIGRANTES E DOCUMENTOS FALSOS
Segundo os promotores, o grupo atuou entre novembro de 2020 e setembro de 2024, ajudando imigrantes — principalmente em situação irregular — a obter carteiras de motorista de forma fraudulenta. O esquema explorava leis estaduais, especialmente em Nova York, onde imigrantes indocumentados podem obter o documento desde 2019.
No entanto, os acusados facilitavam o processo para pessoas que não residiam no estado, incluindo moradores de Massachusetts. Após julho de 2023, quando Massachusetts também passou a permitir carteiras para imigrantes sem status legal, o grupo teria ampliado a atuação.
Os envolvidos cobravam valores dos clientes e utilizavam diversos métodos ilegais para burlar o sistema. Em um dos casos, Andrade recebeu US$ 450 em dinheiro para fornecer um comprovante falso de residência, apresentado a uma unidade do RMV em Plymouth.
FRAUDES EM TESTES E
CERTIFICADOS
Para evitar que os clientes realizassem as exigências legais, como

provas teóricas e cursos obrigatórios, o grupo utilizava estratégias como:
Uso de fotos previamente fornecidas para simular presença em exames online
Realização dos testes por terceiros
Emissão de certificados falsos de autoescolas
Falsificação de assinaturas de instrutores
Transporte de clientes até unidades do DMV em Nova York Essas ações permitiam que candidatos obtivessem documentos sem cumprir os requisitos legais exigidos pelo Departamento de Veí-
culos Motorizados.
MAIS DE 600
CARTEIRAS OBTIDAS
As autoridades estimam que o esquema tenha solicitado carteiras para mais de 1.000 pessoas, com sucesso em pelo menos 600 casos, gerando centenas de milhares de dólares em ganhos ilegais.
Andrade agora aguarda a sentença, podendo ainda cumprir pena de prisão, liberdade supervisionada e pagamento de multa.
FONTE: Departamento de Justiça dos Estados Unidos (U.S. Attorney’s Office – District of Massachusetts
Análises independentes divulgadas em 2026 apontam desaceleração nas deportações formais pelo ICE em 2025, primeiro ano do segundo mandato de Trump. O Brookings estima cerca de 310 mil a 315 mil remoções, número próximo ao de 2024 e bem abaixo dos 650 mil anuais no fim da gestão Biden. Ou-
tras fontes projetam entre 300 mil e 400 mil. Já o DHS fala em 675 mil deportações e 2,2 milhões de “autodeportações”, mas inclui categorias não verificadas, gerando controvérsia.
Apesar da queda nas remoções, detenções aumentaram: leitos subiram de 39 mil para 70 mil diários e
prisões interiores cresceram até 4,6 vezes. A conversão em deportações efetivas foi baixa devido à sobrecarga nas cortes e à queda histórica nas chegadas irregulares na fronteira sudoeste.
Em contrapartida, o uso da parole migratória em portos de entrada legais cresceu. Segundo TRAC, beneficiados passaram de 3.304 em fevereiro de 2025 para 12.639 em janeiro de 2026, superando os números finais da gestão Biden. Em janeiro, 61,5% dos inadmissíveis processados receberam parole. Boston liderou o aumento, e entre indianos, 85% obtiveram o benefício.
A tendência contrasta com a política de “zero liberações” na fronteira irregular e reflete uma dinâmica complexa: menos expulsões imediatas e mais uso de mecanismos temporários. O debate sobre a efetividade da política migratória deve se intensificar com novos relatórios oficiais e análises independentes.

Anova regra federal do governo Trump, em vigor desde 16 de março de 2026, restringe de forma significativa a emissão e renovação de licenças comerciais de motorista (CDL) para imigrantes com status temporário.
Formalizada pela Federal Motor Carrier Safety Administration (FMCSA), a medida afeta cerca de 200 mil caminhoneiros legalmente presentes nos EUA, incluindo solicitantes de asilo, refugiados, beneficiários do DACA e portadores de autorizações de trabalho temporárias.
A política, chamada
“Restoring Integrity to the Issuance of Non-Domiciled Commercial Drivers Licenses”, limita a con-
cessão de CDLs não domiciliadas apenas a vistos específicos e verificáveis, como H-2A, H-2B e E-2. Outros status, como autorizações de trabalho amplas (EADs), deixam de qualificar. Licenças já emitidas continuam válidas até o vencimento, mas não poderão ser renovadas, o que significa que milhares de motoristas perderão gradualmente a capacidade de trabalhar.
O governo justifica a medida como forma de reforçar a segurança viária e corrigir falhas na verificação de históricos de direção estrangeiros. O secretário de Transportes, Sean P. Duffy, citou acidentes fatais envolvendo motoristas não domiciliados como catalisadores da mudança. Críticos, porém, veem a regra como parte da

Republicanos intensificam ofensiva por desnaturalização de cidadãos envolvidos em terrorismo
O processo de desnaturalização — retirada da cidadania obtida por naturalização — voltou ao centro do debate político nos EUA em março de 2026, em meio ao conflito armado com o Irã. Parlamentares republicanos defendem que naturalizados envolvidos em terrorismo representam ameaça à segurança nacional e devem perder a cidadania.
O deputado Riley Moore (R-WV) anunciou projeto para permitir desnaturalização e deportação de naturalizados que cometam, planejem ou apoiem atos terroristas. O senador Eric Schmitt (R-MO) e o líder da maioria na Câmara Tom Emmer (R-MN) já haviam apresentado o SCAM Act (Stop Citizenship Abuse and Misrepresentation Act), que amplia os motivos para perda da cidadania, incluindo fraude contra o governo, crimes graves, espionagem e vínculos com organizações terroristas. A proposta se aplicaria apenas a naturali-
agenda anti-imigração da administração Trump. Organizações de defesa e especialistas afirmam não haver evidências de que imigrantes sejam motoristas menos seguros. O setor de transporte, responsável por mais de 70% do frete nacional, já enfrenta escassez de mão de obra e custos elevados, agravados por tensões internacionais no Oriente Médio. A saída de até 200 mil profissionais pode aumentar tarifas de frete e pressionar preços ao consumidor.
Em estados como a Califórnia, o impacto é imediato: o DMV cancelou cerca de 13 mil CDLs não domiciliadas em março, embora decisões judiciais provisórias tenham permitido que alguns motoristas mantenham suas licenças. Grupos de advocacia e

motoristas afetados entraram com ações coletivas, alegando discriminação e prejuízos econômicos.
Associações de transportadoras alertam para riscos na cadeia de suprimentos, enquanto especialistas independentes questionam se a medida realmente melhora a segu-
rança ou se serve como instrumento de controle imigratório. O caso já chegou ao Tribunal de Apelações do Distrito de Columbia, e o setor se prepara para uma transição difícil, com dúvidas sobre a rapidez da substituição desses profissionais por cidadãos ou residentes permanentes.
A regra reflete uma prioridade da atual administração: endurecer controles sobre imigração legal temporária em áreas estratégicas como transporte de cargas pesadas. Seu impacto pleno dependerá da implementação estadual e do desfecho das disputas judiciais em andamento.
zados e exigiria ordem judicial, podendo ocorrer por via civil ou criminal.
Historicamente raro, o processo cresceu sob Trump: de cerca de 11 casos anuais até 2017 para cerca de 25 por ano em seu primeiro mandato. Em 2025, o DOJ abriu 13 ações e venceu oito. Agora, a administração planeja uma escalada significativa, com diretriz interna da USCIS prevendo até 200 referências mensais ao DOJ em 2026, o que pode resultar em milhares de casos, com foco em fraude, crime organizado e terrorismo.
Críticos alertam para riscos de abuso, politização e impacto sobre os 26 milhões de naturalizados nos EUA, enquanto defensores veem a medida como necessária diante de ameaças externas e internas. O debate reflete tensões entre imigração, segurança e cidadania em meio à guerra no Oriente Médio, e pode redefinir o alcance da cidadania por naturalização nos Estados Unidos.

Oaumento das tensões entre Estados Unidos e Irã, com a escalada da Operação Furia Épica — ofensiva militar iniciada em fevereiro de 2026 por Washington e Tel Aviv contra instalações iranianas —, reacendeu em redes sociais, comunidades imigrantes e círculos familiares uma dúvida recorrente: imigrantes residentes nos EUA podem ser obrigados a participar de uma guerra?
A pergunta ganhou força após ataques aéreos intensos, respostas iranianas com mísseis e drones, e a divulgação de vídeos pelo Comando Central dos EUA mostrando operações em andamento. Jovens imigrantes, com ou sem regularização migratória, expressam preocupação compreensível diante de rumores sobre um possível recrutamento obrigatório.
O que diz a lei sobre o registro no Selective Service
A resposta legal é clara: não há recrutamento militar obrigatório (draft) em vigor nos Estados Unidos atualmente, e o registro no Sistema de Serviço Seletivo não equivale a alistamento ou envio automático para o front.
O Selective Service exige que quase todos os homens entre 18 e 25 anos residentes no país se registrem, independentemente do status migratório. Isso inclui: Cidadãos americanos (nascidos ou naturalizados);
Residentes permanentes (green card);
Beneficiários de DACA, refugiados, asilados, parolees;
Imigrantes irregulares (undocumented), com exceção limitada a portadores de vistos temporários não imigrantes válidos (como turistas ou estudantes F-1, enquanto mantiverem o status).
O registro é um procedimento administrativo obrigatório, mantido desde o fim da Guerra do Vietnã (1973), para manter uma base de da-
dos atualizada. Ele não significa enlistamento voluntário nem convocação automática. Apenas em caso de emergência nacional extrema — declarada pelo Congresso — o governo poderia ativar o draft, o que exigiria emenda à Lei de Serviço Seletivo Militar.
Importante: o registro no Selective Service não compartilha dados com autoridades de imigração (como ICE ou USCIS) para fins de deportação. A agência enfatiza que não coleta nem divulga informações sobre o status imigratório.
Posição da Casa Branca e contexto do conflito
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou em março de 2026 que o recrutamento obrigatório não faz parte dos planos atuais do governo. A funcionária destacou que o presidente Donald Trump mantém “todas as opções sobre a mesa” para responder ao conflito, caso a situação piore — declaração cautelosa


que alimentou especulações em redes sociais.
Até o momento, a operação permanece predominantemente aérea, com foco em neutralizar capacidades nucleares e misseis iranianos, sem menção a mobilização em massa de forças terrestres. O recrutamento voluntário das forças armadas americanas opera em capacidade plena.
Consequências da falta de registro
A ausência de registro pode trazer sérias consequências, especialmente para imigrantes:
Compromete o requisito de “bom caráter moral” na naturalização, podendo causar atrasos ou denegação da cidadania;
Restringe acesso a certos empregos federais;
Impede elegibilidade para algumas bolsas ou auxílios governamentais.
Mudança futura: registro automático
A Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA) de 2026, sancionada em dezembro de 2025, determina que, a partir de 18 de dezembro de 2026, o registro passará a ser automático para homens elegíveis, utilizando dados de outras bases federais. A medida visa eliminar o auto-registro manual, mas críticos alertam para riscos de privacidade e uso indevido de informações.
Recomendações em tempos de incerteza
Em meio à incerteza internacional, especialistas em imigração recomendam que jovens verifiquem seu status no Selective Service pelo site oficial sss.gov e evitem desinformação propagada em redes. Entender a distinção entre registro administrativo e convocação militar é essencial para separar fatos de boatos em tempos de conflito.
A pastora e médica brasileira Verbênia Sousa foi presa em 15 de março de 2026 em Orlando, registrada como “detenção de imigração” pelo ICE. A prisão ocorre no
contexto das investigações do FBI sobre a Chaplain Emergency Management Agency (CEMA), presidida por Mario Cesar Dos Santos Jr., indiciado por vender certificados fal-
sos de capelania com selos oficiais forjados.
A CEMA movimentou milhões com cursos e credenciais falsas. Verbênia atuava como diretora re-
gional na Flórida, mas nega vínculo formal e afirma ter agido de boa-fé.
O FBI apura possível participação ativa na promoção do esquema. Até 17 de março não havia in-
diciamento formal contra ela, e a detenção pode ser medida cautelar. O caso segue em andamento, envolvendo centenas de líderes religiosos brasileiros nos EUA.



Existe uma miopia perigosa nas diretorias de muitas pequenas e médias empresas: a crença de que o maior risco para os próximos anos reside em fatores macroeconômicos. Inflação, juros altos, crédito escasso e tensões geopolíticas são, sem dúvida, ventos contrários. No entanto, para uma vasta parcela de empresários, especialmente os imigrantes nos Estados Unidos, o verdadeiro colapso não virá do mercado. Virá de dentro. A próxima grande crise não será econômica; será uma crise de competência.
Essa distinção altera todo o jogo. Uma crise econômica pune a todos, encolhendo o crédito e
a demanda. Uma crise de competência, porém, é impiedosa e assimétrica. Ela pune a falta de estrutura, não a falta de oportunidade. Enquanto empresas desorganizadas sangram margens e entram em exaustão, operadores disciplinados ganham espaço e compram barato o que os improvisadores não conseguiram sustentar.
O erro fatal começa quando o fundador confunde garra com capacidade de gestão. O empreendedor técnico, aquele que sabe executar, vender e resolver problemas na força bruta muitas vezes escala o negócio, mas continua agindo como o melhor funcionário da própria empresa. Ele aguenta madrugadas e
clientes difíceis, mas não sabe delegar, estruturar processos ou ler o próprio fluxo de caixa. Durante muito tempo, o improviso funcionou. O esforço heroico do dono tapava os buracos da gestão. Contudo, em um mercado de trabalho americano mais frágil do que parece, o erro custa mais caro e a desorganização aparece mais cedo. O que antes era tolerável, hoje é fatal.
Vemos empresas faturando milhões, mas caminhando para o abismo. De fora, parece sucesso; de dentro, é uma pane elétrica. Um negócio com milhões a receber e a pagar, mas sem caixa disponível, não é robusto, é fragilidade disfarçada de volume.
Falta a competência financeira para transformar faturamento em segurança real.
A crise de competência manifesta-se em sintomas claros: o dono torna-se o maior gargalo, a rotatividade de bons talentos dispara, a cultura do improviso vira regra e há uma cegueira absoluta sobre os números.
O empresário não sabe quanto lucra por projeto ou o custo do retrabalho.
A inteligência artificial entra neste cenário como um teste cruel de maturidade. Na dinâmica da Economia em K, onde a IA amplifica ativos e comoditiza o trabalho, a tecnologia acelera operações organizadas, mas apenas automatiza a confusão
nas desestruturadas.
A pergunta decisiva para 2026 não é "quem trabalha mais?", mas "quem opera melhor?". A nova economia não premia o sofrimento nem distribui troféus por exaustão. Ela recompensa a evolução, a clareza e a capacidade de construir uma empresa que não dependa do heroísmo do fundador. Trabalhar duro nunca foi suficiente; agora, ficou impossível fingir que era.
A sua empresa vai sobreviver à crise de competência? Aprenda a organizar sua operação, proteger suas margens e dominar a gestão no IR Operator Summit. Garanta sua vaga: iroperator.eventbrite.com

Da Redação
ACâmara de Foxborough (EUA) aprovou, por unanimidade, na noite de 17 de março de 2026, a licença de evento para a realização de sete partidas da Copa do Mundo de 2026 no Gillette Stadium (rebatizado temporariamente como Boston Stadium durante o torneio).
A decisão encerra meses de negociações, principalmente sobre o custeio da segurança, estimado em US$ 7,8 milhões (cerca de R$ 44 milhões). A cidade se recusava a arcar com qualquer despesa, sob risco de vetar a licença e excluir o estádio do Mundial.
Um acordo foi fechado entre a prefeitura, o comitê organizador Boston Soccer 2026 e a Kraft Sports + Entertainment (ligada ao dono do estádio, Robert
Kraft). O Boston Soccer 2026 financiará antecipadamente as despesas de segurança (equipamentos e pessoal extra), com respaldo da Kraft, sem ônus para os contribuintes locais. O presidente do Select Board, Bill Yukna, afirmou não ver preocupações para a população, e o chefe de polícia destacou o apoio de agências estaduais e federais.
A aprovação seguiu o endosso da Comissão Consultiva do Estádio na semana anterior e evitou o prazo limite de 17 de março.
A Copa de 2026, a maior da história (48 seleções, 104 jogos), ocorrerá de 11 de junho a 19 de julho em 16 cidades nos EUA, Canadá e México. O Gillette Stadium (capacidade >65 mil) receberá cinco jogos da fase de grupos, um dos 32 avos e

uma das quartas de nal.
O calendário inclui:
13/jun: Haiti x Escócia (Grupo C) – 21h
16/jun: Vencedor playo (IRQ/BOL/SUR) x Noruega (Grupo I) – 18h
19/jun: Escócia x Marrocos (Grupo C) – 18h
23/jun: Inglaterra x Gana (Grupo L) – 16h
26/jun: Noruega x França (Grupo I) – 15h
29/jun: 32 avos (adversários a de nir) – horário a
con rmar
9/jul: Quartas de nal (adversários a de nir) – horário a con rmar
A primeira partida será em 13 de junho, logo após a abertura no México. Autoridades esperam grande impacto positivo no turismo e economia, com reforço no transporte público (trens extras da MBTA) para levar torcedores de Boston ao estádio. Com a licença garantida, os preparativos avançam para receber visitantes internacionais na região da Nova Inglaterra.




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1 - MUCIO AQUINO
2 - CLAUDIA BELELLI
3 - FERNANDO HOLZ
4 - EDEL HOLZ
5 - SUSSEN GAZAL
O Cantinho do Dionísio é um espaço Cultural, onde Edel Holz dirige, atua e produz muitas peças de teatro em português para nossa comunidade carente de riso e emoções no seu idioma raiz.Assistir uma peça de teatro em português nos Estados Unidos, não tem preço. A incansável Edel faz este trabalho desde 2004.Dezenas de pessoas que executam aqui trabalhos braçais, foram abraçadas pelo aplauso do público e a oportunidade de brilharem no palco.Edel foi até no Programa do Jô em 2008 pra falar sobre o Teatro Brasileiro de Boston ou Brazilian Theater of Boston, wue hoje é uma non pro t organization( organização não governamental).
No Cantinho do Dionísio acontece shows musicais, peças teatrais e aulas de teatro. Muitos alunos são aproveitados para as produções realizadas nesse espaço.
Pela primeira vez, Edel está organizando um sarau, que tem como objetivo angariar fundos para continuar os projetos artísticos em 2026.
Artistas fantásticos da nossa comunidade estarão lá fazendo nossa noite mais feliz com poesias, música e cenas teatrais.
São eles: Claudia Belelli, Múcio Aquino, Edel, Sophia e Fernando Holz, Maristela Silva, Fernando Araujo, Sussen Gazal, Iris Gouvêa dividindo a cena com suas lhas: Lavínia e Valentina.
“ A idéia é fazermos um sarau mensal” diz Edel empolgadíssima com a nova empreitada.Ela inclusive, disse que cou emocionadíssima com a poesia que Maristela Silva escreveu e interpretará no sarau sobre imigrar. “ Foi a coisa mais bonita que já ouvi sobre esse tema tão em voga neste momento. Só quem passa sabe o que este belíssimo texto signi ca”.
Dias 22 e 23 de maio Cantinho do Dionísio apresentará a comédia Casar pra quê? Pra quê Casar? com Edel e Fernando Araújo com certeza arrancará boas risadas do público.
O Sarau do Dionísio sera nesta sexta- feira, dia 20 de março, às 8 pm no Cantinho do Dionínio: 8 Summer st Woburn-MA.
Ingressos:$20
zelle: Maria Holz 617-239-8403
ou vemno: @Maria-Holz
Informações pelo tel: 617-229-8403
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SOBRE A COLUNISTA
Edel Holz é a mais premiada e consagrada atriz, roteirista, diretora e produtora teatral brasileira nos Estados Unidos. Inquieta e de mente profícua, Edel tem sempre um projeto cultural engatilhado para oferecer para a comunidade brasileira. Depois de anos de ausência, Edel volta a abrilhantar as páginas de um jornal. Damos as boas vinda à poderosa e de mente efervescente Edel.
Da Redação, JSNEWS
Atemporada de declaração do imposto de renda nos Estados Unidos já está em andamento em 2026 e, mais uma vez, especialistas reforçam a importância de cumprir corretamente essa obrigação fiscal. Diferente de muitos países, o sistema tributário americano é rigoroso, e deixar de declarar pode trazer consequências sérias para o contribuinte.
O prazo final para envio da declaração federal para pessoas físicas permanece 15 de abril de 2026, salvo casos específicos de extensão solicitada formalmente ao IRS (Receita

Federal americana). Para esclarecer dúvidas comuns, conversamos com o contador Tiago Batista, da TBS Tax Services, que destacou cuidados essenciais — especialmente para a comunidade brasileira.
Quem deve declarar?
Segundo o especialista, todas as pessoas que tiveram algum tipo de renda durante o ano, seja salário, trabalho autônomo, investimentos ou outras fontes de income, devem verificar a obrigatoriedade da declaração. Mesmo quem não possui Social Security Number pode declarar impostos. Nesse caso, é necessário solicitar o ITIN (Individual Taxpayer Identification Number), número fiscal emitido pelo IRS para contribuintes que não têm autorização para obter o Social Security.
Declarar traz vantagens
Além de evitar problemas legais, declarar impostos traz benefícios importantes. A comprovação de renda nos Estados Unidos pode facilitar financiamentos, abertura de crédito e até processos financeiros no Brasil, como financiamentos imobiliários.
Instituições brasileiras já reconhecem declarações feitas nos EUA como prova de renda, inclusive para quem utiliza ITIN.
Outro ponto relevante é que discussões entre Brasil e Estados Unidos seguem avançando sobre possíveis acordos futuros relacionados à contagem de tempo de trabalho para aposentadoria.
Autônomos também podem receber restituição
Muitos trabalhadores independentes (formulário 1099) acreditam que sempre precisarão pagar impostos, mas isso nem sempre é verdade. Dependendo da renda e da situação familiar, é possível receber restituição. Tiago Batista explica que contribuintes com dependentes e Social Security válido podem se qualificar para créditos fiscais, como o Earned Income Credit, desde que a declaração seja feita corretamente.
O que acontece com quem não declara?
Ignorar a obrigação fiscal pode gerar consequências sérias. Entre as penalidades estão cobrança de juros e multas, bloqueios financeiros (levy), retirada direta de valores da conta bancária, descontos salariais e até impactos na renovação da carteira de motorista em alguns estados. Caso o contribuinte tenha imposto a receber, ainda é possível declarar após o prazo sem penalidades. Porém, quem possui valores a pagar estará sujeito a multas e juros acumulados.
Dependentes no exterior
Uma dúvida comum entre brasileiros é sobre incluir familiares que vivem fora dos Estados Unidos. De acordo com o especialista, dependentes geralmente precisam residir legalmente no país para serem declarados.

Cartas do IRS: não entre em pânico
Todos os anos o IRS envia milhares de correspondências aos contribuintes. Receber uma carta não significa necessariamente problema grave. O ideal é ler atentamente as instruções, comparar as informações com a declaração enviada e guardar cópias de toda documentação. Caso haja discordância, o contribuinte pode responder por escrito apresentando explicações e documentos comprobatórios.
Como se preparar pela primeira vez
Organização é fundamental. O contribuinte deve reunir documentos de renda, despesas dedutíveis, investimentos e informações financeiras antes de iniciar o processo.
“Declarar corretamente evita dores de cabeça e pode trazer benefícios financeiros importantes. Nosso objetivo é orientar e proteger o cliente durante todo o processo”, afirma Tiago Batista.
Perfil do Especialista
Tiago Batista – TBS Tax Services
Fundador e presidente da TBS Tax Services, o contador Tiago Batista atua há mais de duas décadas auxiliando contribuintes e empresários a navegar com segurança pelo sistema tributário americano.
Especializado em preparação de imposto de renda, planejamento fiscal e assessoria contábil, Batista
tornou-se uma referência no atendimento à comunidade brasileira nos Estados Unidos.
Em 2026, a TBS Tax Services celebra 20 anos de atuação, consolidando sua presença em Massachusetts com escritórios nas cidades de Stoughton e Hyannis. Ao longo desse período, a empresa expandiu seus serviços, oferecendo suporte completo que inclui declaração de impostos, abertura de empresas, bookkeeping, payroll, obtenção de ITIN e orientação fiscal personalizada.
Com atendimento multilíngue e foco na educação financeira dos clientes, a TBS tem como missão simplificar o processo tributário e garantir que pessoas físicas e empresas estejam em conformidade com o IRS, oferecendo segurança, transparência e acompanhamento durante todo o ano.
“Sempre zelando por seus clientes.” TBS TAX SERVICES

Stoughton 785 Washington Street 781-344-8111
Hyannis 684 Main Street 774-470-2900














































* Por Thaís Partamian Victorello - @thaisvictorello
A empresária brasileira Elaine Martins lança, através da Le Rituel, a “L-Glutamine – The Recovery Ritual”, reforçando a tendência de cuidar da beleza de dentro para fora. Idealizadora da Le Rituel, Elaine explica que o produto surgiu da prática clínica: “Muitos problemas de pele estão ligados a processos inflamatórios internos, especialmente à saúde intestinal”.
À frente da Elaine Med Spa, em Stoneham (Massachusetts), Elaine observou que tratar apenas a pele não era suficiente. “Quando o organismo está inflamado, os resultados estéticos ficam limitados. Por isso desenvolvi um produto que atuasse nessa base biológica”, afirma.

O diferencial está na fórmula, que combina L-glutamina micronizada (5 g), vitamina C e zinco bisglicinato — atuando em três pilares: saúde intestinal, suporte imunológico e recuperação do organismo, fatores diretamente ligados ao equilíbrio da pele.
A proposta acompanha uma visão contemporânea de beleza, que entende a pele como reflexo do equilíbrio interno. Com o lançamento, Elaine Martins amplia o portfólio da Le Rituel e reforça seu posicionamento como referência em soluções que unem ciência, estética e bem-estar.
A “L-Glutamine – The Recovery Ritual”, já está disponível à pronta-entrega na Elaine Med Spa, ou você também pode comprar online no site leritue-


lhealthcare.com e receber diretamente em sua casa. Para mais informações me para ficar por dentro das novidades e promoções, siga @lerituel_healthcare nas redes sociais.
DIA 30: Febracis Boston promoverá palestra sobre os desafios emocionais de viver no exterior
A Febracis Boston promove, no próximo dia 30 de março, a partir das 7:30pm, uma palestra especialmente voltada para a comunidade brasileira nos Estados Unidos, com o tema “Você tem a mentalidade necessária para viver no exterior?”.
A proposta do encontro é abrir espaço para uma reflexão profunda sobre os desafios emocionais enfrentados por quem decide recomeçar a vida fora do país. Embora repleta de oportunidades, a experiência de viver no exterior também envolve pressão, saudade da família, aumento de responsabilidades e deci -
No último dia 18, a empresária e farmacêutica
Chaiana Locatelli celebrou mais um ano de vida, cercada pelo carinho da família e amigos.
Conhecida na comunidade brasileira por sua trajetória de sucesso, Chay — como é carinhosamente chamada — marcou época no cenário da moda brasileira em Massachusetts, consolidando seu nome com muito trabalho e visão empreendedora, como consultora de moda e fundadora do Espaço Chay Locatelli, que era localizado no centro da cidade de Framingham e que deixou saudade. Já há um tempo ela decidiu dar uma guinada na sua trajetória, iniciando
um novo e promissor capítulo profissional. Muito dedicada em tudo que se propõe, ao lado dos pais e dos irmãos, Chaiana passou a integrar a equipe da European Closets, empresa referência no segmento de closets e fundada por seu irmão, o empresário Wesley Locatelli. A nova fase já desponta como mais um sucesso na trajetória da família Locatelli, que segue unida nos negócios e nas conquistas. Fica o registro especial de felicitações: parabéns, Chay! Que este novo ciclo seja repleto de bênçãos e muitas realizações.
sões que impactam diretamente o futuro.
Durante a palestra, serão abordadas estratégias para desenvolver uma mentalidade mais forte, equilibrada e preparada para lidar com essas questões, ajudando os participantes a construírem uma trajetória mais consciente e próspera longe de casa.
O evento é direcionado a imigrantes que desejam fortalecer o emocional e encontrar mais clareza e direção nessa jornada. As vagas são limitadas. Não perca essa excelente oportunidade, entre em contato com a Febracis Boston e garanta a sua inscrição.









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APor : Pr José Soares Leite, O José Soares é Pr José Soares Leite, é Bacharel emTeologia, professor de ensino sistemático de estudos Bíblicos como Professor de Escola Dominical e Faculdade de ensinoTeológico em Boston
Igreja neotestamentária crê em um único Deus verdadeiro, de uma mesma substância, igual em poder e glória, mas revelado em três pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo. Hoje estudaremos a terceira pessoa, o Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco e estará em vós (Jo 14.17). O Espírito Santo é Deus, divino em sentido absoluto, possuindo
os mesmos atributos que o Pai e o Filho: Ele é eterno (Hb 9.14), onipresente (Sl 139.7-10), onipotente (Lc 1.35) e onisciente (1Co 2.10). É chamado de Deus (At 5.3-4), Senhor (Is 11.2), Senhor Jeová (Is 61.1), Espírito de Cristo (Rm 8.9) e Espírito de Jesus (Fp 1.19). O Espírito Santo é também uma pessoa distinta e separada do Pai (Rm 8.27; 1Co 12.11; Gn 4.6), mas não independente, pois age em unidade com Deus Pai (Gn 1.2; 1Co 12.4-6). Ao mesmo tempo, é um


com Deus e um ser pessoal: Ele pensa (Rm 8.27), sente (Ef 4.30), tem vontade própria (1Co 12.11), intercede (Rm 8.26), fala (Ap 2.7), ama (Rm 15.30) e até tem ciúmes (Tg 4.5). É o Espírito Santo quem proporciona vida (Jó 33.4; Jo 6.63; Rm 8.2), administra a Igreja (1Co 12.4-6) e concede bênção apostólica aos crentes (2Co 13.13). Ele atua na criação (Gn 1.2; Jó 26.13; Sl 104.30) e na geração de vida espiritual (Ef 2.1).
Na Igreja, o Espírito Santo produz consolação (Jo 14.16), habitação (Jo 14.17), revestimento (At 1.5,8), conhecimento (Lc 12.12) e impulsiona a evangelização (Ap 22.17). No crente, conduz à verdade (Jo 16.13), à santicação (Rm 15.16; Tg 4.7), ao crescimento espiritual (2Co 4.16; Cl 1.10; Sl 92.13) e ao batismo espiritual (Lc 24.49). No mundo, convence do pecado da increduli-

dade (Hb 3.15), da justiça de Cristo (Rm 3.21-25; At 2.36-41) e do juízo sobre Satanás (Cl 2.14-15).
O homem espiritual pode conhecer a pessoa do


Espírito Santo (Jo 14.17), recebê-lo em si mesmo (Jo 14.16; 1Co 6.19), ser batizado (Mt 3.11; At 1.8), ser cheio (Ef 5.18) e ter comunhão com Ele (2Co 13.13).
Tudo o que o Espírito Santo faz nunca é para Si mesmo, mas sempre para exaltar a pessoa de Jesus Cristo. Quando Ele se revela, é Cristo quem é glori cado.













Zagueiro e volante receberam terceiro cartão amarelo no jogo contra o Remo, nesta quinta
Redação do ge
OFlamengo tem dois desfalques confirmados para o próximo jogo do Campeonato Brasileiro, no domingo, às 20h30 (de Brasília), contra o Corinthians, fora de casa. Léo Pereira e Pulgar receberam o terceiro cartão
amarelo na vitória por 3 a 0 sobre o Remo, nesta quinta-feira, e estão fora da oitava rodada.
Pulgar recebeu a puniç oainda no primeiro tempo, aos 25 minutos, por um carrinho em Patrick de Paula, no campo de ataque do Flamengo.
Já Léo Pereira foi advertido aos
16 minutos do segundo tempo por uma entrada dura em Gabriel Taliari, no meio de campo, quando o Remo tentava ligar o contra-ataque. Os dois se juntam a Saúl, que está no departamento médico e ainda não reforçará o Flamengo. Bruno Henrique, com uma pubalgia, continua como dúvida.

Demorou, mas o primeiro empate em sem gols do Campeonato Brasileiro 2026 finalmente apareceu. Na noite desta quinta-feira, no fechamento da 7ª rodada, Chapecoense e Corinthians protagonizaram um confronto agitado, com boas chances para ambos os lados (26 finalizações), porém sem que nenhuma das equipes conseguisse balançar a rede adversária na Arena Condá.
A Chapecoense volta a campo no próximo domingo, às 18h30 (ho-
rário de Brasília), para enfrentar o Internacional, no Beira-Rio, pela 8ª rodada do Campeonato Brasileiro. No mesmo dia, só que a partir das 20h30, o Corinthians mede forças com o Flamengo, na Neo Química Arena.
Nicolás Acevedo recebeu seu terceiro cartão amarelo no Campeonato Brasileiro na vitória do Bahia por 2 a 0 contra o Bragantino, na noite desta quarta-feira. O jogador vai cumprir suspensão automática e desfalca o Tricolor neste domingo, quando o time visita o Remo, pela oitava rodada da competição nacional.
Volante de origem, Acevedo tem jogado como lateral-direito desde o segundo tempo da final do Campeonato Baiano e recebido elogios de Rogério Ceni após cada partida.
A ausência do jogador abre espaço para Román Gómez, lateral
contratado nesta temporada, voltar a ser escalado por Rogério Ceni. Outra possibilidade é o retorno de Gilberto, que está em fase de transição após se recuperar de apendicite.
O jogo contra o Remo está marcado para as 16h (horário de Brasília) deste domingo, no Mangueirão.






Cruzeiro acerta com Artur Jorge e de ne logística para chegada do técnico
Artur Jorge será técnico do Cruzeiro. O clube espera ter o treinador no Mineirão para acompanhar o jogo contra o Santos, domingo, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. Os detalhes da logística foram definidos com o português nesta quinta-feira, após assinatura do contrato até o fim de 2027.
Artur Jorge deixará o Catar nesta sexta, com chegada prevista em São Paulo para a madrugada de sábado. O último trecho da viagem será na tarde do mesmo dia. Resta definir se ocorrerá por voo comercial ou em uma aeronave de Pedro Lourenço, dono da SAF do Cruzeiro.
Em entrevista durante o sorteio da Conmebol Libertadores, o vi-
ce-presidente do Cruzeiro, Pedro Junio, explicou a negociação com o treinador à getv.
A nova comissão técnica do Cruzeiro será oficialmente apresentada e comandará os primeiros treinos na Toca durante a próxima semana. Depois do jogo contra o Santos, haverá pausa no Brasileiro por causa da Data Fifa, com o time voltando a campo em 1º de abril, contra o Vitória, no Mineirão.
O Cruzeiro vai assinar contrato até o fim de 2027 com o treinador. Para retirá-lo do Al Rayyan, o clube acertou o pagamento de multa no valor de 2,5 milhões de euros (R$ 15 milhões).
Domínguez promete mudança profunda no Atlético-MG: "Tempo para reconstruir o grupo"
O técnico Eduardo Domínguez respira aliviado. Em sua quinta partida no comando do Atlético-MG, conquistou a segunda vitória: 1 a 0 diante do São Paulo, pelo Brasileirão. Depois da partida, o treinador comentou sobre a reunião com a diretoria alvinegra e garantiu mudança profunda no time. Mas ponderou que tem paciência para encontrar a equipe ideal. Após a derrota por 2 a 0, diante do Vitória, houve uma
nova reunião entre a diretoria, jogadores e comissão técnica. O treinador argentino revelou que foi uma conversa necessária para alguns ajustes. Desde que o treinador chegou ao Atlético, foi o segundo encontro em tom de cobrança.
O Atlético volta a campo neste sábado, diante do Fluminense, às 18h30 (de Brasília), no Maracanã, no Rio de Janeiro. A partida é válida pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.













Treinador explicou que o desgaste do time tem sido analisado internamente e será determinante para a montagem do time no Choque-Rei do próximo sábado, no Morumbis
Redação do ge
OPalmeiras venceu duas consecutivas no Allianz Parque, mas, agora, vira a chave para o clássico com o São Paulo. Abel Ferreira já indicou algumas mudanças na equipe para a partida que será disputada neste sábado, às 21h, no Morumbis.
Em coletiva após a vitória contra o Botafogo, o treinador do Verdão afirmou que Giay, titular nas últimas duas partidas, deve sair do time. Na outra lateral, Arthur foi o escolhido nas últimas rodadas - Piquerez foi opção entre os reservas na última quarta-feira.
— No próximo jogo, é bem provável que jogue o Khellven. Fizemos dois jogos em casa depois do jogo do Vasco e da final. Khellven vinha jogando de forma consecutiva — disse o português, em coletiva.
— Arthur está a treinar conos-
co, não pode mais jogar no sub-20 e tem vindo a crescer. Não tenho usado muito o Jefté, mas pode jogar o próximo jogo, é uma questão de dar oportunidade. Mas poderia ter jogado o Jefté sem problema nenhum. É forte, precisa do carinho e confiança do treinador, mas sabe que tem — analisou.
O elenco se reapresentou na manhã desta quinta-feira, aliás, para iniciar a preparação visando o jogo de sábado. Os titulares fizeram treino regenerativo no centro de recovery e neurociência, enquanto os demais fizeram trabalhos físicos e técnicos com a presença de Crias da base. Paulinho, mais uma vez, cumpriu cronograma com o Núcleo de Saúde e Performance.
A atenção com a probabilidade de lesões é fator determinante na preparação do Palmeiras antes da Data Fifa. O problema é que Gómez e Flaco López, dois dos que mais
atuaram em 2026, foram convocados por Paraguai e Argentina, respectivamente, e não terão descanso.
Na opinião de Abel, é possível fazer boa recuperação muscular com três dias de descanso, mas o acúmulo do desgaste pesa.
— A probabilidade de se lesionar depois de jogos seguidos existe. Se o jogador diz que está cansado, há uma decisão. Você começa a ver a linguagem corporal se está ou não disponível. Tirando esses quatro (Carlos Miguel, Gómez, Flaco e Piquerez), temos trocado por opção e por lesão — finalizou.
É possível, portanto, que o Palmeiras tenha mais mudanças no clássico. O jogo é um confronto direto pela primeira colocação do Campeonato Brasileiro, já que se trata de duelo entre líder, o Verdão, e vice-líder, o São Paulo, ambos empatados com 16 pontos.


Com Lucas Ramon, São Paulo inicia preparação para clássico
O São Paulo se reapresentou no CT da Barra Funda após a derrota para o Atlético Mineiro e iniciou a preparação para o confronto com o Palmeiras. Nesta quinta-feira, Roger Machado comandou a primeira atividade visando ao clássico.
Lucas Ramon, poupado contra o Atlético Mineiro, realizou trabalhos no gramado, seguidos por um complemento com a preparação física. O lateral-direito foi acompanhado por Ryan Francisco, que segue em transição física após cirurgia no joelho esquerdo.
Os atletas que atuaram na


maior parte da partida em Belo Horizonte cumpriram um cronograma de recuperação com atividades na academia. Os demais jogadores foram ao campo para exercícios comandados pelo treinador.
Lucas Moura, diagnosticado com fratura em duas costelas, ficou em casa para iniciar a recuperação.
O São Paulo terá mais um treino nesta sexta-feira antes do Choque-Rei. A partida contra o Palmeiras será no sábado, às 21h, no Morumbis, e marca o encontro entre líder e segundo colocado do Brasileirão.

Brasil será representado por seis equipes nesta fase: Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Mirassol e Palmeiras
Raphael Zarko
AConmebol realizou na noite desta quinta-feira, em Luque, no Paraguai, o sorteio que definiu
GRUPO A
Flamengo
os grupos da Libertadores 2026. O Brasil terá seis times nesta fase: Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Mirassol e Palmeiras. A final será disputada em Montevidéu, no Uruguai.


1ª rodada: 7 a 9 de abril
2ª rodada: 14 a 16 de abril
3ª rodada: 28 a 30 de abril
4ª rodada: 5 a 7 de maio
5ª rodada: 19 a 21 de maio
6ª rodada: 26 a 28 de maio
Oitavas (ida): 11 a 13 de agosto
Oitavas (volta): 18 a 20 de agosto
Quartas (ida): 8 a 10 de setembro
Quartas (volta): 15 a 17 de setembro





GRUPO E
Peñarol (Uruguai)
Corinthians
Estudiantes (Argentina)
Cusco (Peru)
Independiente Medellín (Colômbia)
GRUPO B
Nacional (Uruguai)
Universitario (Peru)
Coquimbo Unido (Chile)
Deportes Tolima (Colombia)
GRUPO C
Fluminense
Bolívar (Bolívia)
Deportivo La Guaira (Venezuela)
Independiente Rivadavia (Argentina)
GRUPO D
Boca Juniors (Argentina)
Cruzeiro
Universidad Católica (Chile)
Barcelona (Equador)



Santa Fé (Colômbia)
Platense (Argentina)
GRUPO F Palmeiras
Cerro Porteño (Paraguai)
Junior Barranquilla (Colômbia)
Sporting Cristal (Peru)
GRUPO G
LDU (Equador)
Lanús (Argentina)
Always Ready (Bolívia)
Mirassol
GRUPO H
Independiente del Valle (Equador)
Libertad (Paraguai)
Rosario Central (Argentina)
Universidad Central (Venezuela)
Semi nais (ida): 13 a 14 de outubro
Semi nais (volta): 20 a 21 de outubro
Final: 28 de novembro












Por: Alfredo Melo info@jornaldossportsusa.com

Bem, até que en m o Alfredo Melo assume a verdade que nunca quis calar: ele é o Gatinho Cruel, que agora sai de cena para dar lugar ao seu criador. Enorme criatura no sentido literal, na bondade, no caráter e no conhecimento profundo do futebol e das coisas boas da vida, inclusive pratos deliciosos. Ah, tem também a paixão pelo Botafogo cada dia maior…

Sempre que penso no gostoso futebol de várzea, minhas memórias me levam ao campo da Rua Cintra, pedaço do antigo campo do Vila Lusitânia, que teve sua área dividida entre uma escola municipal e um campo de futebol. Times e jogadores memoráveis des laram pelo campo mais charmoso do bairro de Brás de Pina, na cidade do Rio de Janeiro.
No campeonato de 1984, decidido entre o Robson Bar e o Castorzinho, um lance entrou para os anais do futebol de Brás de Pina. O destaque do time do Robson Bar era Chula, um neguinho bom de bola e abusado, que adorava chutar e passar de trivela. Cobrava pênaltis e faltas no mais puro estilo “folha seca” do mestre Didi. O goleiro do Castorzinho era Dinei, criado no futsal, um dos melhores do bairro e velho conhecedor das manhas de Chula — ídolo do bairro e “deus” na favela da Maré.
Durante a partida, houve um pênalti a favor do Robson Bar. Quando Chula pegou a bola e se preparou para a cobrança, Dinei falou:
— Bate, bate do melhor jeito que você sabe, que mesmo assim eu vou pegar.
Chula olhou para Dinei e deu um sorriso irônico. As duas torcidas caram enlouquecidas com o desa o. Autorizado pelo juiz, Chula, sem tomar distância, bateu na bola com “nojo” e Dinei fez a defesa. Torcedores e jogadores do Castorzinho foram à loucura. Chula continuava parado na marca do pênalti. O juiz pediu que Dinei recolocasse a bola em jogo e, quando ele quicou a bola no chão para repor, a “bichinha” ainda estava cheia de efeito e correu mansamente para o fundo das redes. Só então Chula correu para os braços da enlouquecida turma da favela da Maré.
Ainda hoje, os boleiros antigos de Brás de Pina juram que, se não fosse a cachaça, Chula teria sido melhor do que Pelé.



Lenda do UFC disse ter recusado convite para evento de MMA de Jake Paul e revela os dois adversários "dos sonhos" antes de despedida
Combate.com
Quase seis anos depois de sua última luta de MMA, Anderson Silva finalmente confirmou sua aposentadoria. Dono de 10 defesas de cinturão no UFC e considerado um dos maiores nomes da história das artes marciais, o brasileiro negou um possível retorno ao octógono e revelou ter recusado o convite para lutar no evento de Jake Paul em maio. Aos 50 anos, o 'Spider' deixou ainda em aberto duas possíveis lutas de boxe para o futuro antes de parar oficialmente de lutar.
Com os retornos de Ronda Rousey e Gina Carano anunciados para maio deste ano em uma superluta de MMA, no card que conta ainda com Francis Ngannou x Philipe Lima e Nate Diaz x Mike Perry, a expectativa dos fãs
para um possível retorno de Anderson Silva ao octógono cresceu nas últimas semanas. No entanto, o ex-campeão peso-médio do UFC descartou o retorno ao MMA em entrevista ao jornalista Ariel Helwani.
— Nakisa Bidarian (CEO da Most Valuable Promotions) me convidou para lutar MMA ou kickboxing, mas como estou nesse processo de me tornar policial agora, para estudar e manter minha mente focada em uma coisa só, eu simplesmente disse: 'não posso desta vez' — disse Anderson ao "The Ariel Helwani Show".
Desde sua última aparição no Ultimate, em outubro de 2020 na derrota para Uriah Hall, Anderson se aventurou na nobre arte e chegou a vencer os ex-UFC Tyron Woodley e Tito Ortiz e o ex-campeão mundial peso-médio de boxe Julio César Chávez Jr. Sobre planos

para o futuro, o brasileiro ainda escolheu os dois adversários que quer enfrentar antes de "pendurar as luvas". — Eu acho que uma luta boa seria com o Chris Weidman. E a outra luta, eu não sei, talvez Hayato Sakurai. Acho que essas seriam duas lutas interessantes para mim — disse.



