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Adriana Meyer Gradin
Relações fusionais Quando o amor entre pais e filhos transborda Quais as decorrências sintomáticas de invasões, excessos, omissões e ataques dos entes cuidadores de um indivíduo no início de sua vida? O que ocorre quando os genitores não conseguem proporcionar um ambiente facilitador para a constituição psíquica do filho rumo à emancipação e ofertam um ambiente patogênico? Neste livro, a autora se dedica ao tema das relações fusionais e dos extravios no processo de individuação-separação desses filhos, com o intuito de firmar um pensamento teórico-clínico quanto à escuta desses padecimentos. A partir de vinhetas e casos clínicos são explicitados os dilemas e a manifestação das saídas defensivas, como adições, compulsões e outros sintomas que derivam dessa vinculação distorcida entre pais e filhos.
série
PSICANÁLISE CONTEMPORÂNEA Coord. Flávio Ferraz PSICANÁLISE
Relações fusionais
C
Psicanalista, doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), no núcleo de Método Psicanalítico e Formações da Cultura, e mestre pelo mesmo núcleo. Docente no Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP) e membro do Laboratório Interinstitucional de Estudos da Intersubjetividade e Psicanálise Contemporânea (LipSic) e do Grupo Brasileiro de Pesquisas Sándor Ferenczi (GBPSF). Autora do livro Corações murchos: o tédio e a apatia na clínica psicanalítica (Appris, 2020).
Gradin
Adriana Meyer Gradin
PSICANÁLISE
Capa_Gradin_Relacoes fusionais_P2.pdf 1 26/03/2025 07:53:05
O estudo das relações fusionais abarca extravios e impasses no processo de separação entre pais e filhos. O presente livro tem como objetivo analisar o modo como se configuram tais relações, as causas da impossibilidade de separação do amálgama mãe-bebê e as decorrências patológicas da manutenção da fusão, incluindo os períodos pré-edípico e edípico, bem como as repercussões na adolescência e na vida adulta desses indivíduos. A autora formula, ao final, um pensamento clínico sobre como melhor escutar tais padecimentos, incluindo a importante ideia da dimensão do testemunho do analista e a concepção metapsicológica do terceiro na psicanálise, assim como o legado ferencziano para essa escuta e a noção de simbolização da história da relação fusional.