Bruzzo
“A imaginação era um privilégio humano.”
Marcus Bruzzo
Mestre em Filosofia – Semiótica da Cultura pela Universidade de Tartu, na Estônia. Mestre em Mídia pela ECA-USP. Pós-graduado em Comunicação e Semiótica pela Universidade Anhembi Morumbi e também em História Social da Arte pela PUC-SP. Pesquisador de cultura e tecnologia, atua com gestão de times criativos em design instrucional, novas interfaces e experiências digitais.
Um mergulho nas profundezas do imaginário em nossa história, de Lascaux à modernidade, passando pelo renascimento europeu, pelas artes e pelas revoluções sociais. Devemos questionar: O imaginário deixará de ser um privilégio da humanidade? A criatividade passa a ser disputada, pela primeira vez, com algo não humano? Essas e muitas outras questões surgem nesta obra, e são navegadas com primor, sobre a profunda alteração na cosmovisão da humanidade diante da autonomia imaginária das IA. “É seguro afirmar que, no esforço de imaginar - isto é, criar imagens -, a humanidade não tem demonstrado excessivo apreço por qualquer ‘realidade’ da captação das imagens que produz [...].”
O universo dos sonhos técnicos
Por muito tempo nos questionamos se as máquinas um dia sonhariam, mas aparentemente estamos diante da possibilidade de que o inverso disso se realize: seremos nós que sonharemos os sonhos das máquinas.
Marcus Bruzzo O
Universo dos sonhos
técnicos Como as inteligências artificiais redefinirão nossa imaginação
Em O universo dos sonhos técnicos, Marcus Bruzzo explora a marcha do imaginário ocidental até o surgimento das Inteligências Artificiais (IA), e chega a um diagnóstico importante: de agora em diante tudo mudará no nosso imaginário. Os sonhos das próximas gerações serão baseados em fantasias criadas por modelos de Inteligência Artificial. Roteiros completos, imagens, filmes na íntegra, séries com suas trilhas sonoras, tudo passará a ser composto por IA, em modelos personalizados. Mas se o imaginário até agora foi um ato cultural de sociabilidade, quais serão os impactos da individualização algorítmica desse imaginário sobre a humanidade?