Contato, março de 2026: Esperança em tempos de necessidade
ELE RESSUSCITOU MESMO!
Compreendendo a ressurreição de Jesus
Esperança viva
Uma nova dimensão
Encontrando paz após uma perda
As fases da vida A proteção invisível de Deus A melhor segurança
Volume 27, Número 3
CONTATO PESSOAL
não desista!
O majestoso carvalho de hoje é a prova viva da resistência e perseverança da pequena semente de ontem. Nas dificuldades, angústias ou incertezas, aprendemos a nos firmar e a buscar refúgio em Deus. Assim como acontece com o carvalho, os ventos e as tempestades nos tornam mais fortes. É nas adversidades que nossas raízes precisam se aprofundar na Palavra de Deus, para termos estabilidade e alimento espiritual. Por isso, a versão na linguagem contemporânea deste versículo bíblico soa tão verdadeira: “Não percam a coragem, pois ela traz uma grande recompensa” (Hebreus 10:35 NTLH).
Aconteça o que acontecer, não desista. É o que, com uma pitada de humor, o poema abaixo nos ensina:
Quando as coisas derem errado — e às vezes dão,
Quando a estrada que se trilha parece subida sem fim,
Quando o dinheiro é pouco e as dívidas pesam,
E você quer sorrir, mas só consegue suspirar;
Quando as preocupações apertam e o fazem fraquejar,
Descanse, se preciso — mas não deixe de lutar.
A vida é estranha, com curvas e voltas,
E cedo ou tarde, aprendemos;
Muitos que falharam poderiam ter vencido,
Se tivessem insistido um pouco mais na corrida.
Não desista, ainda que o passo seja lento —
A vitória pode vir na próxima tentativa.
O sucesso é o fracasso pelo avesso —
A luz da esperança no túnel do medo.
E você nunca sabe o quão perto está:
Pode estar logo ali, quando tudo parece perdido.
Então persista na luta, mesmo no pior momento —
É justamente quando não se deve desistir, nem por um instante.
Edgar A. Guest (publicado em 1921)
Como já deve ter notado, esta edição da Contato trata de como encontrar forças e consolo em tempos de provação, luto e adversidade. Os artigos desta edição servirão como um farol de esperança em meio à escuridão e proporcionarão uma visão animadora para seguir em frente. Em preparação para a Páscoa, Peter Amsterdam apresenta um relato detalhado do maior acontecimento da história: quando Cristo derrotou a morte por meio de Sua ressurreição.
Seja bem-vindo à edição de março da Contato. Que ela renove suas forças, traga paz ao seu coração e o ajude a encarar o futuro com fé.
Gabriel e Sally García
Equipe Editorial da Contato
Para mais informações sobre a Contato, visite nossa página ou escreva-nos.
Você já caminhou à beira de um lago tão sereno que era possível ver o reflexo das montanhas e árvores ao redor em sua superfície? É uma das cenas mais belas e tranquilas. Fico sem fôlego ao ver tanta beleza espelhada na água.
“…[O Senhor] me conduz a águas tranquilas; restaura-me o vigor” (Salmo 23:2–3).
Contemplar a criação de Deus verdadeiramente restaura a alma. É um vislumbre do Seu coração, que nos ajuda a compreender verdades espirituais mais profundas. O lago, em sua serenidade, reflete o céu.
Mas, na minha vida, as águas muitas vezes são turbulentas. As ondas se agitam na superfície e me mantêm em movimento. O vento sopra, eu avanço e as coisas acontecem.
Busco águas tranquilas, mas encontro rios impetuosos e correntes fortes. Tento deter a maré, mas acabo tendo de correr para um lugar mais alto.
Como os discípulos no barco com Jesus, em meio à tempestade da Galileia, entro em pânico. E Jesus simplesmente diz: “Aquiete-se! Acalme-se!” — e até os ventos e o mar Lhe obedecem, e tudo volta a se aquietar (Veja Marcos 4:35–41.)
Preciso desses momentos de quietude antes de encarar o próximo desafio, antes de compreender por que devo ir para onde Ele me conduz. Às vezes, caminho por vales escuros que testam a minha fé e preciso enfrentar inimigos. Mesmo nessas situações, tenho o Senhor ao meu lado e sinto que transbordo Sua bondade e Seu amor (Salmo 23:3–5).
O Senhor é o meu pastor; de nada terei falta (Salmo 23:1). Ele me ajuda a descansar. Conduz-me a águas tranquilas e restaura a minha alma. Então estou pronta para seja o que for. Tenho graça para passar por lugares escuros, enfrentar o medo e vencer com gratidão. Passar tempo junto às águas tranquilas dá a tudo nova perspectiva. O céu se reflete na minha vida e sei que, aconteça o que acontecer, estarei para sempre com o Senhor (Salmo 23:6).
Na sua aflição, clamaram ao Senhor, e ele os tirou da tribulação em que se encontravam. Reduziu a tempestade a uma brisa e serenou as ondas. As ondas sossegaram, eles se alegraram, e Deus os guiou ao porto almejado. Salmo 107:28–30
Joyce Suttin é professora aposentada e escritora. Mora em San Antonio, Texas. Confira seu blog em joy4dailydevotionals.blogspot.com ■
ELE RESSUSCITOU MESMO
Por Peter Amsterdam
A Páscoa é um tempo precioso para revisitarmos os relatos da ressurreição de Jesus e meditarmos na redenção eterna que Ele nos concedeu por meio de Seu sacrifício na cruz (Efésios 1:7; Hebreus 9:12). Ao contemplarmos a vitória gloriosa de Cristo sobre a morte e O reconhecermos como nosso Senhor e Salvador, nossos corações se unem à antiga e triunfante proclamação: “Ele ressuscitou!”
Nos quatro Evangelhos encontramos relatos das aparições de Jesus aos Seus discípulos — tanto mulheres
quanto homens — depois da ressurreição. Segundo o relato feito por Mateus, algumas mulheres foram ao túmulo para ungir o corpo de Jesus e encontraram o lugar vazio. Um anjo lhes anunciou que Ele estava vivo e as instruiu a avisar os apóstolos de que Jesus iria para a Galileia, onde O veriam (Mateus 28:6–7).
Enquanto corriam para dar a mensagem, as mulheres encontraram o próprio Jesus ressuscitado no caminho: “De repente, Jesus as encontrou e disse: ‘Salve!’ Elas se aproximaram dele, abraçaram-lhe os pés e o adoraram.
Então Jesus lhes disse: ‘Não tenham medo. Vão dizer a meus irmãos que se dirijam para a Galileia; lá eles me verão’” (Mateus 28:9–10).
É difícil imaginar a alegria e o assombro que sentiram ao ver o Cristo vivo. Ao se prostrarem diante dEle em adoração, mostraram que entendiam que Ele não era apenas um homem, mas divino.
O Evangelho segundo Lucas relata a aparição de Jesus a dois discípulos — que não faziam parte do grupo de onze apóstolos — a caminho da aldeia de Emaús. Enquanto conversavam sobre tudo o que havia acontecido, o próprio Jesus Se aproximou e começou a falar com eles, mas não permitiu que O reconhecessem.
“Ele [Jesus] lhes perguntou: ‘Sobre o que vocês estão discutindo enquanto caminham?’ Eles pararam, com os rostos entristecidos. Um deles, chamado Cléofas, perguntou-lhe: ‘Você é o único visitante em Jerusalém que não sabe das coisas que ali aconteceram nestes dias?’” (Lucas 24:17–18).
Cléofas ficou espantado com a pergunta. Era difícil acreditar que alguém vindo de Jerusalém não soubesse dos acontecimentos recentes, já que o julgamento e a crucificação de Jesus tinham sido públicos. Quando Jesus lhes perguntou de “que coisas” estavam falando, responderam:
“O que aconteceu com Jesus de Nazaré. [...] Ele era um profeta, poderoso em palavras e em obras diante de Deus e de todo o povo. Os chefes dos sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram; e nós esperávamos que era ele que ia trazer a redenção a Israel. E hoje é o terceiro dia desde que tudo isso aconteceu” (Lucas 24:19–21).
Aqueles dois discípulos haviam crido em Jesus e depositado grande esperança em Seu ministério, mas ficaram profundamente desanimados com os acontecimentos de Sua prisão e crucificação. Já era o terceiro dia, justamente quando Jesus predissera que ressuscitaria (Lucas 9:21–22; Mateus 20:17–19).
Eles também relataram sobre as mulheres que foram ao túmulo e não encontraram o corpo de Jesus:
“Algumas das mulheres entre nós nos deram um susto hoje. Foram de manhã bem cedo ao sepulcro e não acharam o corpo dele. Voltaram e nos contaram ter tido uma visão de anjos, que disseram que ele está vivo. Alguns dos nossos companheiros foram ao sepulcro e encontraram tudo exatamente como as mulheres tinham dito, mas não o viram” (Lucas 24:22–24).
O relato incluía o túmulo vazio, a aparição dos anjos e a mensagem de que Jesus estava vivo. Mas os discípulos ressaltaram que aqueles que foram ao túmulo não O tinham visto. Então Ele respondeu: “Como vocês custam a entender e como demoram a crer em tudo o que os profetas falaram! Não devia o Cristo sofrer estas coisas, para entrar na sua glória?” (Lucas 24:25–26).
Jesus destacou que eles não entendiam aquilo que as Escrituras de fato ensinavam: a necessidade do sofrimento e da glorificação do Cristo (Isaías 53:5–7). “E, começando por Moisés e todos os profetas, explicou-lhes o que constava a respeito dele em todas as Escrituras” (Lucas 24:27). Jesus prosseguiu explicando em detalhes tudo o que as Escrituras (o Antigo Testamento) diziam a respeito do Messias prometido.
Mais tarde, durante a refeição, Jesus “tomou o pão, deu graças, partiu-o e o deu a eles. Então os olhos deles foram abertos e o reconheceram, e ele desapareceu da vista deles” (Lucas 24:30–31). Assim que reconheceram Jesus, Ele desapareceu. Em todos os Evangelhos somos informados de que, após a ressurreição, Jesus aparecia e desaparecia entre os crentes (veja Lucas 24:36; João 20:19).
Depois que Jesus desapareceu, os dois discípulos disseram um ao outro: “Não estava queimando o nosso coração enquanto ele nos falava no caminho e nos expunha as Escrituras?” (Lucas 24:32). Expressaram, com grande emoção, o efeito que a presença e as palavras de Jesus tiveram sobre eles. Imediatamente, mudaram de rumo e retornaram a Jerusalém para compartilhar com os apóstolos a notícia de que haviam visto Jesus.
Antes mesmo que pudessem relatar sua experiência, porém, souberam que Jesus também havia aparecido a
Simão: “Encontraram os Onze e os que estavam com eles reunidos, que diziam: ‘É verdade! O Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!’” (Lucas 24:33–35).
Enquanto todos comentavam jubilosamente esses dois encontros com o Cristo ressuscitado, “o próprio Jesus apresentou-Se entre eles e lhes disse: ‘Paz seja com vocês!’ Eles ficaram assustados e com medo, pensando que estavam vendo um espírito” (Lucas 24:36–37).
Para acalmar os discípulos, Jesus lhes mostrou as marcas da crucificação em Suas mãos e pés. Pediu também que O tocassem, para que entendessem que Ele tinha um corpo de carne e ossos e não era um espírito desencarnado (Lucas 24:38–40).
“Eles ainda não acreditavam, pois estavam muito alegres e admirados. Então ele perguntou: — Vocês têm aqui alguma coisa para comer? Eles lhe deram um pedaço de peixe assado, que Ele pegou e comeu diante deles” (Lucas 24:41–43 NTLH).
Ao pedir comida e sentar-Se à mesa com eles, Jesus demonstrou que não era um fantasma nem uma aparição. Ele estava ali, falando e comendo com eles. Não havia dúvidas sobre Sua ressurreição.
“Então lhes abriu o entendimento, para que pudessem compreender as Escrituras. E lhes disse: ‘Está escrito que
o Cristo haveria de sofrer e ressuscitar dos mortos no terceiro dia, e que em seu nome seria pregado o arrependimento para perdão de pecados a todas as nações, começando por Jerusalém’” (Lucas 24:45–47).
Uma vez que a mente dos discípulos foi aberta para compreender os ensinamentos nas Escrituras sobre Sua morte e ressurreição, Jesus lhes apresentou o plano de Deus: a mensagem de arrependimento e perdão deve ser proclamada em toda parte — a todas as nações. Ele instruiu que começassem a missão em Jerusalém e, depois, levassem o Evangelho a todo o mundo.
Jesus disse: “Vocês são testemunhas destas coisas” (Lucas 24:48). Os discípulos foram testemunhas oculares da vida, morte, ressurreição e ascensão de Jesus. Foram incumbidos de divulgar sua experiência pessoal com o Cristo ressuscitado. Sua missão era proclamar essa mensagem a todas as nações — e essa continua a ser a missão dos discípulos de Jesus hoje. Por sermos seguidores de Cristo, também somos chamados a anunciar o evangelho a todos, em todo lugar do mundo (Marcos 16:15). Sejamos fiéis em compartilhar as boas-novas: “Ele ressuscitou!”
Peter Amsterdam é um autor cristão, professor de Bíblia e ex-codiretor da TFI, uma rede cristã online. ■
Esperança viva
Por Uday Paul
Recentemente, refletindo sobre a morte, fiquei curioso para ver o que a Bíblia diz sobre o assunto e encontrei coisas surpreendentes.
A morte é resultado direto da desobediência a Deus. Ele criou o primeiro homem e a primeira mulher para viverem para sempre, mas, devido à natureza humana corrompida e pecaminosa, a morte entrou no mundo: “Da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem [Adão], e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram” (Romanos 5:12).
A boa notícia é que Jesus Cristo venceu a morte por meio de Sua ressurreição. A Bíblia chama a ressurreição de Jesus de “esperança viva” (1 Pedro 1:3). Como Jesus ressuscitou dos mortos, temos a promessa de que outros também ressuscitarão. Isso acontecerá na segunda vinda de Cristo, quando todos os que estiverem vivos e tiverem Jesus em seus corações receberão corpos novos e sobrenaturais, semelhantes ao dEle após a ressurreição (1 Coríntios 15:51–52).
Aos que morrerem antes disso, Jesus prometeu que a morte não seria o fim, mas a porta de entrada para uma nova vida no espírito. Ele disse: “Porque Eu vivo, vocês também viverão” ( João 14:19). Para os cristãos, a morte é como passar de um cômodo para outro. Somos libertos das limitações do corpo físico e conduzidos ao mundo ilimitado do espírito.
Pesquisadores já documentaram milhares de casos do que se chama experiências de quase morte (EQM).
São vivências de pessoas que morreram ou chegaram muito perto da morte — após um acidente ou durante um procedimento médico —, mas foram reanimadas. Mais tarde, relataram que, nesse período em que estavam clinicamente mortas ou muito próximas da morte, tiveram uma experiência espiritual do céu.
Muitos descreveram a sensação de entrar em outra dimensão, onde eram tomados por um imenso amor vindo de um Ser de luz, que identificaram como Jesus ou Deus. Alguns também disseram ter visto anjos e entes queridos já falecidos. Afirmaram ter sido a experiência mais maravilhosa de suas vidas e que, depois dela, perderam completamente o medo da morte.
Se confiamos em Jesus, temos a garantia de entrar no reino eterno de Deus. Ali desfrutaremos das maravilhas do céu por toda a eternidade, sem dor, sem problemas, sem limitações: “Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou” (Apocalipse 21:4).
Uday Paul é escritor freelancer, voluntário e professor radicado em Uganda. ■
O PODER VIVIFICANTE DE JESUS
Por Simon Bishop
Quero compartilhar uma história que ilustra o poder vivificante e redentor de Jesus. Nos seminários que ministro a estudantes de graduação, sempre os convido a orar comigo, pedindo que Jesus entre em suas vidas e permaneça com eles para sempre. Explico que, embora essa seja uma oração importante, não são as palavras em si que fazem a diferença, mas sim a fé e a sinceridade do coração. Então, a título de ilustração, compartilho com eles a história do meu pai.
Quando minha mãe estava grávida de mim, o relacionamento dos meus pais estava desmoronando. No segundo casamento, meu pai era dependente de drogas e tinha antecedentes criminais. Pescador por profissão, trabalhava com salmão e atum durante a temporada, mas, no restante do ano, sustentava-se como mecânico, fazia biscates e cometia delitos para sustentar o vício. Vendia drogas e consumia heroína regularmente. Com frequência, acordava na cadeia, depois de brigas em bares das quais nem se lembrava, de tão bêbado que ficava.
Ele era profundamente infeliz e confuso. Chegou à conclusão de que a única maneira de ser feliz seria estar sempre drogado. Mas, como quase nunca tinha dinheiro suficiente para manter o vício, elaborou um plano para assaltar um banco. Se não fosse
pego, teria dinheiro suficiente para usar todas as drogas que quisesse até morrer. Se fosse pego, pretendia trocar tiros com a polícia até ser morto. De uma forma ou de outra, o plano era encerrar a vida rapidamente. O problema era que ele não possuía uma arma e, por ter ficha criminal, não podia comprar uma legalmente. Então saiu à procura de alguém que lhe vendesse uma ilegalmente.
Enquanto caminhava pelo centro da cidade, puxou conversa com uma jovem que lhe pareceu atraente. A mulher começou a lhe falar justamente sobre o que ele menos queria ouvir: Jesus. Explicou para ela que fora criado em uma família religiosa, mas que seu pai era um hipócrita: fingia ser um bom cristão aos domingos, mas durante a semana abusava da família e vivia de forma contrária à fé que professava. A jovem explicou que não falava sobre religião nem sobre igreja, mas sobre uma experiência pessoal com Jesus que poderia transformar a vida dele. Então, convidou meu pai a orar com ela para receber Jesus. Orgulhoso e teimoso, não quis orar naquele momento, mas prometeu pensar a respeito.
Sem encontrar a arma que buscava, voltou para casa e começou a refletir sobre aquele encontro. Então fez uma oração mais ou menos assim: “Deus, eu nem acredito que o Você exista, mas se existir, preciso de ajuda. E se for real, preciso que mude minha vida, porque cheguei ao fim da linha.”
A partir daquele dia, sua vida começou a mudar. Perdeu totalmente o desejo de usar drogas e, uma semana depois, quando alguém lhe ofereceu entorpecentes, percebeu que não precisava mais daquilo — já se sentia feliz. Abandonou o álcool e começou a ler a Bíblia. Minha mãe, embora cética no início, viu que a mudança era verdadeira e eles permaneceram juntos. Pouco tempo depois, dedicaram suas vidas a Jesus e começaram a se preparar para o trabalho missionário.
Sou grato pelo que Deus fez na vida do meu pai. Muitas vezes reflito que essa experiência provavelmente também me poupou de um caminho muito negativo e me ajudou a dedicar minha própria vida a Jesus e ao serviço ao próximo.
Digo sempre aos adolescentes para quem dou aula:“Jesus tem poder para transformar suas vidas hoje e ajudá-los em qualquer situação que enfrentarem no futuro.” Não importa como nos apresentamos diante de Deus — Ele só quer que nos aproximemos dEle. Jesus disse em João 6:37: “Todo aquele que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei”.
Se você ainda não recebeu Jesus como seu Salvador, pode fazer isso agora, fazendo esta oração:
Senhor Jesus, creio que Você é o Filho de Deus e que morreu na cruz por mim, para que, por meio do Seu sacrifício, eu possa viver para sempre com Você no céu. Peço que perdoe os meus pecados. Abro a porta do meu coração para Você. Por favor, encha-me com o Seu Espírito Santo e me ajude a viver de uma maneira que O glorifique. Guie a minha vida e me ajude a segui-lO. Em Seu nome eu oro. Amém.
Em Romanos 10:13 está escrito: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. Se clamarmos a Ele com sinceridade, Jesus nos atenderá.
Lembremos que Jesus não apenas morreu e ressuscitou para nos preparar um lugar no céu, mas também para transformar nossas vidas aqui na Terra, nos acompanhar em cada desafio e ser nosso Salvador a cada dia.
Simon Bishop realiza trabalho missionário e humanitário em tempo integral nas Filipinas. ■
E ENTÃO… O SÉTIMO DIA
Por Koos Stenger
“Ele nasceu. O bebê nasceu!”
Ah, que alegria sentimos! O parto correu bem, sem complicações. Estávamos voltando para casa para desfrutar a vida. Sorri para minha esposa e ela sorriu para mim. Nós nos sentíamos no céu!
Foi um dia marcante.
Três anos depois, eu estava em viagem quando minha esposa ligou.
“Você precisa voltar imediatamente. Nosso filho está doente.”
“O que houve? Por que preciso voltar? O que o médico recomendou?”
“Você não entende.” Minha esposa estava no limite. “Ele tem leucemia.”
Aquela noite foi marcante.
Foram meses de internação; consultas, injeções, medicamentos e estresse. Enfermeiras atenciosas e outras
nem tanto. Refeições apressadas. Orações e preocupações, amigos e gestos de bondade. Até que, finalmente, o médico disse aquelas palavras maravilhosas: “Ele está curado. A leucemia desapareceu.”
Sorri para minha esposa e ela sorriu para mim. Sentíamo-nos no céu novamente.
Que dia marcante.
Nosso filho tinha sete anos quando nos mudamos para Botsuana, uma terra distante com grandes oportunidades para o trabalho missionário. Que alegria deixar a Europa, deixar a leucemia para trás, dar ao nosso filho um novo começo. Parecia maravilhoso e estávamos muito felizes.
Mas por que ele estava tão pálido outra vez? Por que tão cansado, tão exausto?
E então ficamos sabendo – o médico confirmou que a leucemia tinha voltado.
“Podemos nos apegar desesperadamente — mesmo em meio às lágrimas — à certeza de que Deus sabe, Se importa e nos ama com amor infinito. Podemos colocar nossos fardos aos pés de Cristo e receber o que Ele nos oferece em troca.” — Sarah J. Hauser
“A fé é invisível, mas podemos senti-la; é força quando sentimos que não temos nenhuma; é esperança quando tudo parece perdido.”
— Catherine Pulsifer
“A resposta para nossos medos é a fé — fé real, que diminui o medo — no Deus que nos ama e Se entregou por nós.” — Jani Ortlund
Foi uma noite marcante.
Como são os hospitais africanos? Assustadores. Confusos, quentes, escuros e sujos. Baratas? Sim, muitas — bem ali, no consultório. Mas as mãos eram gentis e bondosas, e Deus também estava lá.
Depois de seis meses, o médico sorriu e ouvimos novamente aquelas palavras maravilhosas: “Ele está curado. A leucemia desapareceu.”
Sorri para minha esposa e ela sorriu para mim.
Foi um dia marcante.
Nosso filho cresceu, já estava com 10 anos. Será que ele tinha esquecido a leucemia? Claro que não! Nós também não. Por isso, quando vimos os primeiros sinais, sabíamos do que se tratavam.
“Não, Deus… Não! De novo, não!” Como dizer ao seu filho que a leucemia havia voltado pela terceira vez?
Suspiramos, oramos, choramos. “Deus, não vamos duvidar. O Senhor é amoroso e bom. Confiamos em Você.” Mas não sorrimos.
Foi uma noite marcante.
Você provavelmente já consegue imaginar o que aconteceu. Sim, era hora de voltar à luta. Já tínhamos memorizado os nomes difíceis dos medicamentos e sabíamos que ele teria vômitos em reação ao tratamento. Aprendemos a ser firmes com médicos que se recusavam a lavar as mãos antes da consulta. Amamos a maioria das enfermeiras e não gostamos de algumas. Fizemos amigos e oramos.
Então o médico disse que, daquela vez, apenas um transplante de medula óssea poderia curá-lo. Onde encontrar um doador compatível? Impossível?
Nada disso. Deus sabia. Ele apontou para nosso filho mais novo. Ele era compatível.
Sorri para minha esposa e ela sorriu para mim.
Foi um dia marcante.
A próxima ocorrência?
Não houve. Nunca mais. O transplante de medula óssea foi bem-sucedido. Dançamos e celebramos, não apenas porque nosso filho havia sido curado, mas porque Deus é bom. Ele é sempre bom — de dia, mas também de noite. Talvez especialmente na escuridão.
Desde então, muitas outras noites envolveram nossas vidas. Mas todas terminaram. O sol sempre volta. Algumas noites parecem mais longas, mas há também dias que duram mais. São ciclos da vida.
O dia e a noite — ambos foram criados por Deus no princípio. Ele criou o mundo em seis dias, e então descansou no sétimo (Gênesis 1; 2:4).
Mas em breve o ciclo cessará. Em breve todos nós descansaremos com Ele. Logo nos uniremos a Ele no céu, quando nossos corpos terrenos derem lugar aos celestiais. Então nossos dias e noites terão fim. E estaremos para sempre com o Senhor, onde não há mais dor e toda lágrima é enxugada dos olhos (Apocalipse 21:4).
Em breve, no sétimo dia…
Koos Stenger é escritor freelancer na Holanda. ■
ENCONTRANDO PAZ APÓS A PERDA
A vida muitas vezes é uma luta e, embora haja períodos de felicidade, também existem os de incerteza e dor.
Eu tinha 37 anos quando, de repente, fiquei viúva.
Meu marido era jovem, tinha cinco anos mais do que eu quando partiu desta vida. Com sete filhos para criar, com idades que iam de oito meses a 13 anos enfrentei incertezas e dores avassaladoras. Somente a minha fé em Deus e o desejo de não falhar aos meus filhos me mantiveram em pé. A caminho para a Argentina, para o sepultamento de meu amado em sua cidade natal, sentei-me ao lado de uma senhora mais velha. Conversamos e contei minha história. Ela então me disse que seu filho havia falecido de ataque cardíaco enquanto comemorava com amigos a vitória da Argentina na Copa do Mundo. Depois segurou minha mão e ambas choramos. Foi um momento sagrado, envolvendo duas desconhecidas unidas pela dor, mas de alguma forma, consoladas pelas lágrimas que compartilhamos. No aeroporto de Buenos Aires, outra mulher me perguntou o que me trazia à Argentina. Ao ouvir minha resposta, orou por mim, dizendo: “Não se preocupe. Jesus estará ao seu lado sempre, ajudando você, e tudo vai dar certo.” (Essas palavras ficaram comigo por muitos anos.)
Poucos dias depois, li um conto asiático sobre uma mulher que perdera um ente querido. Ela foi reclamar ao
sultão que ele não cuidava dela como deveria. O monarca então lhe disse que viajasse pelo país, passando um dia em cada lar, ouvindo suas histórias. Ao fim, ela percebeu que toda família lidava com dores, perdas e entendeu que não estava sozinha em sua tristeza — e que, mesmo em sua própria dor, ainda poderia consolar outros. Essa história fez muito sentido para mim durante o luto.
Com o tempo, a dor se dissipou e as lembranças felizes permaneceram. Sou grata pelos anos de alegria que Deus me deu ao lado do meu querido marido. Hoje entendo que uma das coisas de que mais precisamos na vida é paz: paz para enfrentar cada dificuldade sabendo que Deus está conosco; paz para levar tudo a Ele em oração e confiar que nunca nos deixará nem nos abandonará (Hebreus 13:5).
Como Paulo disse em Filipenses 4:6-7: “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus”.
Rosane Cordoba vive no Rio de Janeiro. É escritora freelancer, tradutora e produtora de material infantil voltado para a fé e para a formação de caráter. ■
Por Rosane Cordoba
Não faz muito tempo, nossa região foi atingida por uma enchente repentina e sem precedentes, que tirou vidas, destruiu meios de subsistência e casas inteiras. Comunidades ficaram em choque diante de suas perdas; famílias sofreram pela ausência de entes queridos, alguns levados pelas águas; e a chuva não parava de cair!
No princípio, as notícias vinham das áreas mais atingidas, a algumas horas de distância. Os governos estadual e federal, assim como igrejas locais e organizações de assistência humanitária, correram para prestar socorro. Então fomos informados que as instalações de uma instituição fundada há muitos anos, dedicada ao atendimento de crianças e adultos com deficiências severas, também haviam sido inundadas. Um dos funcionários foi levado pela correnteza e os residentes só conseguiram ser resgatados graças a uma operação militar de resgate.
entulhos, organizamos as coisas e fizemos reparos — todos unidos em torno daquela crise.
Compareceram tantas pessoas que o trabalho, que teria levado semanas ou meses, foi concluído em poucos dias. Então, quando os moradores voltaram, começaram as ações para mitigar os traumas. Os diretores da instituição me disseram estarem impressionados com a forma como a comunidade se mobilizou por eles.
NOSSO DESASTRE
Por Marie Alvero
A comunidade reagiu imediatamente, oferecendo suprimentos, recursos financeiros e todo o apoio necessário. Além de estarem desalojados, os atendidos naquela instituição não entendiam o que estava acontecendo, tornando o trauma ainda maior. A dor deles se tornou a de todos. Precisávamos recolocar aquela casa em funcionamento o quanto antes!
Jamais esquecerei do momento em que, ao chegar ao local, encontrei literalmente centenas de voluntários de nossa pequena cidade. Juntos, limpamos, retiramos
Sou imensamente grata pela oportunidade de fazer a diferença na vida das vítimas da enchente. Mas, mais do que isso, ficou em meu coração a lembrança de como é belo quando todos se unem. Nossa comunidade foi tomada por um espírito de união, boa vontade e pela lembrança de quanto temos em comum — independentemente de política, religião ou raça.
Ninguém deseja desgraça, mas é impossível não reconhecer o poder que um desastre tem de ensinar. De repente, as coisas triviais que antes ocupavam tanto espaço deixam de importar. Oro para que este acontecimento seja sempre um lembrete para mim e para nossa comunidade da capacidade que temos de nos unir e superar juntos os problemas que, em tempos mais tranquilos, parecem nos dividir.
Marie Alvero foi missionária na África e no México. Atualmente vive com o marido e os filhos no Texas, EUA. ■
Respostas às Suas Perguntas
ALIVIANDO A PREOCUPAÇÃO
P: Às vezes, sinto que estou sendo dominado pelas preocupações. O que posso fazer para parar de me preocupar tanto?
R: Quem não se preocupa de vez em quando? Preocupamo-nos com o que pode acontecer no mundo; com o risco de ser reprovado na escola ou no trabalho, de não conseguir fechar as contas no fim do mês; com a maneira como vamos lidar com erros que cometemos ou oportunidades que deixamos passar. Preocupamo-nos com o futuro; a perda das pessoas que amamos e tantas coisas!
No fim das contas, a maioria das preocupações se resume a duas fontes: remoer fracassos do passado ou temer o futuro.
Como impedir que as preocupações nos afetem? Uma boa resposta pode vir de um lugar inesperado: os grandes navios de cruzeiro. Possuem portas de aço à prova de fogo e estanques, que, em caso de incêndio ou vazamento sério, podem isolar um compartimento danificado e manter a flutuabilidade da embarcação.
Assim também deve ser no “navio” de nossas vidas. Para aproveitarmos o presente e nos prepararmos melhor
para o futuro, precisamos aprender a nos isolar das preocupações do ontem — com seus erros e fracassos — e das apreensões exageradas quanto ao amanhã. Caso contrário, nossas preocupações podem nos inundar e nos arrastar para baixo.
Já percebeu como muitas vezes nos preocupamos justamente com coisas que nunca chegam a acontecer?
Um empresário chegou a elaborar o que chamou de “quadro da preocupação”, onde registrava todos os seus medos. Descobriu que 40% diziam respeito a coisas que provavelmente nunca aconteceriam; 30% referiam-se a decisões do passado que não poderiam ser mudadas; 12% tinham a ver com críticas de outras pessoas; 10% eram preocupações infundadas sobre sua saúde. No fim, apenas 8% realmente tinham fundamento.
A preocupação é como uma cadeira de balanço: dá a sensação de movimento, mas não o leva a lugar algum. — Autor desconhecido
Quando entregamos nossas preocupações e medos a Jesus, Ele nos enche com a Sua paz: “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus” (Filipenses 4:6–7).
O famoso evangelista Dwight L. Moody (1837–1899) disse: “Você pode ir para o céu de primeira classe ou de segunda classe. A passagem de segunda classe é: ‘quando estiver com medo, confiarei em ti’ (Salmo 56:3). A de primeira classe é: ‘terei confiança e não temerei’ (Isaías 12:2). Então, por que não viajar de primeira classe?” ■
A PROTEÇÃO INVISÍVEL DE DEUS
Por Amy Joy Mizrany
Num domingo de manhã, estávamos nos preparando para sair de casa rumo à escola dominical que realizamos semanalmente em uma área muito pobre e carente nos arredores da nossa cidade.
Enquanto começávamos a colocar as coisas no carro, meu irmão disse: “Não estou com um bom pressentimento sobre irmos hoje.”
Ficamos surpresos. Não era do seu feitio querer faltar.
“Você está se sentindo mal?”
“Não, não é isso. É que não tenho um bom sentimento sobre ir à escola dominical hoje. É como se tivesse algo errado.”
Então me lembrei: “Que estranho… tive um sonho ontem à noite em que estávamos na escola dominical e algo terrível acontecia”.
Oramos a respeito e sentimos que o Senhor estava indicando que não deveríamos ir. Ficamos desapontados, mas em paz. Descarregamos o carro e permanecemos em casa.
Na semana seguinte, ao chegarmos ao local onde realizamos a escola dominical, vimos os sinais inconfundíveis de violência: marcas negras de pneus queimados, vidros estilhaçados e arame farpado espalhado por todo lado. Um guarda de segurança, armado e com expressão sombria, caminhava com um coquetel molotov na mão. Reunimos rapidamente as crianças e entramos no pátio para a aula. Perguntamos a um dos meninos mais velhos o que havia acontecido. Seus olhos se arregalaram: “As pessoas tentaram construir casas ali, mas não tinham
permissão. Então, no domingo passado, começaram a protestar. O governo teve que chamar as forças de segurança para contê-los.”
Nenhuma das crianças estava no local durante a confusão. Graças a Deus, estavam todas seguras.
Ficamos muito gratos por termos seguido a orientação do Senhor. Sentimos uma paz maravilhosa quando obedecemos à Sua voz e procuramos estar onde Ele nos mostra. Ele cuida de nós — e isso já foi provado muitas vezes em minha vida. Ainda assim, acredito que não consigo contar nem metade das vezes em que o Senhor me protegeu, porque muitas delas nem sequer percebi!
Meu pai costumava cantar uma canção que dizia:
Só Deus sabe quantas vezes minha vida esteve em risco só hoje.
Um carro desgovernado ficou sem gasolina antes de cruzar o meu caminho.
Perigos me cercam, acidentes desconhecidos, E eu nunca vejo, com olhos humanos, as mãos que me conduzem ao lar.
Devemos sempre valorizar a proteção do Senhor. Mesmo que nem sempre saibamos tudo o que Ele faz para nos manter seguros, mas podemos ter certeza de que estamos em Suas mãos — e essa é a melhor segurança do mundo.
Amy Joy Mizrany é missionária em tempo integral na África do Sul com a organização Helping Hand. Em seu tempo livre, ensina violino. ■
Com Amor, Jesus
Graça para hoje, amanhã e sempre
É da natureza humana preocupar-se com o futuro de vez em quando. Você não pode conhecer o futuro, mas pode confiar que Eu o conheço e sei o que reservei para a sua vida. Os Meus planos sempre buscam o seu benefício, porque você Me ama (Romanos 8:28). Talvez ainda não tenha a graça de que precisa para enfrentar um futuro desconhecido, mas pode confiar que terá o necessário quando chegar a hora.
Portanto, se estiver preocupado ou ansioso com o que vem adiante, entregue todos os seus dias em Minhas mãos. Traga a Mim, em oração, todas as suas preocupações e fardos (1 Pedro 5:7). Não se preocupe com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal (Mateus 6:34). Ao confiar em Mim e descansar na Minha graça, você será capaz de atravessar qualquer tempestade que surgir em seu caminho.
Concentre-se no que Eu lhe dei para fazer hoje. Seja fiel em seguir-Me e em colocar a Minha Palavra em prática. Que o amor por Mim e pelo próximo esteja no centro das suas decisões e ações. Lembre-se de que o seu amanhã está em Minhas mãos, e prometi cuidar de você e suprir todas as suas necessidades (Filipenses 4:19). A Minha graça sempre será suficiente para ajudá-lo a enfrentar os desafios — hoje, amanhã e no futuro (2 Coríntios 12:9).