Lindiara Hagemann - Jornalismo A máfia italiana surgiu para identificar a família de comunicadores. O tema escolhido mostra a união e respeito dos acadêmicos durante essa etapa. Quando conheci os alunos que iriam se formar comigo percebi que o tema não poderia ser outro. Ao longo dos anos nos tornamos mais do que colegas e amigos, somos uma família. Família essa que vai deixar saudade.
Jornal Mural do Curso de Comunicação Social - UNISC - Março de 2014 - Edição 62
Andressa Marmitt - Prod. em Mídia Audiovisual Desde o momento em que fiquei sabendo que iria me formar, era sempre aquela pergunta: e qual vai ser o tema? A ideia do tema máfia surgiu pelo fato de eles valorizarem a família. Nós, como quatro habilitações, somos a família em busca da justiça. Para nós, formandos, máfia significa uma atitude, não uma organização. E como Comunicadores devemos ter atitude para, acima de tudo, fazer justiça.
Vanessa Costa - Jornalismo Nestes mais de cinco anos de curso vi turmas de formandos com temas variados e algumas que optaram por não ter. A cada semestre havia expectativa. Escolhemos a máfia italiana e refletimos sobre o que ela e a comunicação têm em comum. Para nós, questões como justiça e responsabilidade social são essenciais. E ainda tem a questão da família, tão cara para a máfia. E o que é a comunicação se não uma grande família composta pelo jornalismo, a publicidade e propaganda, as relações públicas e a produção audiovisual?
740,00 mm
Palavra do Paraninfo É um reconhecimento (ser paraninfo) dos apadrinhados quanto ao papel que se cumpriu na vida deles durante a formação. É um tempo de refletir sobre a importância que se teve na vida dos formandos e as influências deixadas e impactos que iniciam com a entrada deles no mundo profissional. Convites desta natureza dão sentido ainda mais pleno a atividade de professor, além de promover estímulo para continuar neste trabalho e da forma como se vem realizando a atividade do ensino e da pesquisa. É um momento de recompensa, de felicidade e de renovação ao mesmo tempo ao ser escolhido paraninfo. Ao lado do orgulho que representa ao ser escolhido há a remissão a um conjunto de responsabilidades para além da sala de aula e da própria universidade. Passa-se a ser lembrado também como profissional da comunicação, um espelho na vida de quem ingressa no exercício da profissão. A responsabilidade maior está relacionada com o exemplo e a referência que se passa a ser no exercício da profissão. O comportamento profissional em qualquer âmbito, partindo do trabalho em sala de aula até a prática passam a referência do apadrinhado. Ao ser paraninfo, estabelece-se um vínculo a mais e por que não dizer permanente com todos os formandos daquela turma. Assim, assume-se com eles todos os compromissos ali selados na hora da formatura e do juramento. Professor Hélio Etges
XPEDIENTE Texto: Andressa Bandeira e Laura Gomes. Fotografia: Fábio Goulart. Identidade Visual: Jéssica Bagatini. Projeto Gráfico: Martina Scherer.Coordenação: Cristiane Lindemann.
MÁFIA?
A
450,00 mm
QUEM TEM MEDO DA
formatura é um marco na vida dos universitários. Desde os primeiros dias de aula eles já sonham com o grande dia. No Curso de Comunicação Social da Unisc, a formatura gera curiosidade por um motivo especial: ela é temática. A cada semestre as turmas escolhem um tema a partir do qual vão elaborar tudo que envolve o evento, desde os convites dos professores e funcionários homenageados, até as fotografias temáticas, convites e todas as demais ações que a turma resolver fazer. Já teve o pessoal que escolheu ser super-herói, os do old west e até quem trouxe o Oscar para os blocos do Curso. A turma que vai se formar no primeiro semestre de 2014 revelou o seu tema há poucos dias: Comunicação: a máfia. Para o grupo, a máfia significa família, união e respeito. É uma forma de envolver a comunicação com o lema que os profissionais vão seguir nas suas respectivas carreiras.