
A estreia do novo canal de comunicação com a rede
José Tajra Sobrinho Presidente

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A estreia do novo canal de comunicação com a rede
José Tajra Sobrinho Presidente

Começamos este ano com uma conquista que me deixa muito feliz e confiante: o início das atividades da Abracaf TV. Para mim, este é um passo muito importante da nossa Associação, porque representa algo que a Rede precisa cada vez mais no dia a dia: comunicação direta, rápida, objetiva e útil. A Abracaf TV nasce com uma missão clara. Não é um projeto de marketing. É uma plataforma de trabalho, criada para apoiar os Concessionários, fortalecer as nossas parcerias e ampliar o alcance daquilo que a Abracaf já faz em formação, integração, prestação de serviços e defesa dos interesses da Rede. É um canal para informar, ouvir e aprender.
Esse projeto está sendo construído com seriedade, em parceria com a VC One e com liderança do nosso diretor executivo, Márcio Cardoso, que tem conduzido essa frente com foco, organização e visão prática. Montamos uma estrutura profissional e enxuta, preparada para entregar qualidade sem perder agilidade. E isso faz toda a diferença.
Em um mercado cada vez mais competitivo, com crescimento modesto, entrada de novos atores, especialmente marcas chinesas, e uma transformação tecnológica acelerada, nós precisamos estar ainda mais alinhados. O desafio da eletrificação está posto, e a Stellantis vem fazendo investimentos importantes no Brasil, com avanço da estratégia Bio-Hybrid e novas etapas de industrialização e eletrificação, o que mostra compromisso com inovação e com a realidade do nosso mercado.
Os investimentos que a montadora vem fazendo são fundamentais para o sucesso da marca. A linha 2026 foi totalmente atualizada, mantendo a competitividade de uma gama de produtos consagrados, e nós temos uma expectativa muito grande em torno de um novo modelo, que deve chegar ao mercado
“ A Abracaf TV nasce para aproximar, informar e fortalecer a Rede com agilidade e conteúdo útil — não como marketing, mas como ferramenta de trabalho. “
neste ano tão simbólico, em que a marca celebra 50 anos no Brasil. É um momento especial para olhar para frente, com os pés no chão e com ambição.
Nós sabemos do desafio que temos pela frente. A Rede Fiat mostrou mais uma vez a sua força, mantendo a liderança no Brasil em 2025 e iniciando 2026 novamente na frente, com participação relevante e uma contribuição decisiva no desempenho da Stellantis no Brasil e na América do Sul. Isso não acontece por acaso. É resultado de portfólio, estratégia, confiança na marca e, principalmente, do trabalho decisivo da nossa Rede de Concessionários. Mas nós sabemos que não podemos dormir sobre os louros da vitória.
O mercado está e será cada vez mais competitivo, seletivo e exigente. 2026 exigirá muito de todos nós. Permanecer na liderança dá até mais trabalho do que chegar lá. Mas eu tenho confiança. Com dedicação, diálogo, alinhamento e participação ativa da Rede, seguiremos fazendo a nossa parte para manter a Fiat na liderança e fortalecer, ainda mais, a nossa posição no mercado.
Boa leitura e bom trabalho!
ABRACAF EM DIA
As principais notícias sobre a Abracaf
TURISMO 3
Abracaf no NADA Show 2026
NADA SHOW Bolso em dia, mente em paz
mercado automotivo brasileiro em três fases

Veículos
Presidente: José Tajra Sobrinho.
1º Vice-Presidente: Carlos Milton Buffoni Filho.
2º Vice-Presidente: Graziella Manso Baida Malieri.
Vice-Presidentes: Henrique Brandão Menezes Junior, Roberto Bortoncello Nahas e Djalma
Bezerra Neto.
Diretor Tesoureiro: Hélcio Cardoso de Matos Sobrinho.
Diretores: Edmo Edmundo Pinheiro Neto, Elton Doeler, Gustavo Viviani, Jayme Batista Gonçalves Filho, Marcelo Pizani, Marco Aurélio Leta, Paulo Fernando Queiroz de Figueiredo Júnior e Victor
Lau Netto Viana.
Conselho de Ex-Presidentes: Edmo Mendonça Pinheiro, Flávio Antônio Meneghetti, Guido
Benedito Viviani, José Carlos Dourado de Azevedo Junior, José Maurício Andreta Junior e Rubens da Silva Carvalho.
Diretor Executivo: Márcio Cardoso.
Conselho Editorial da Revista: Márcio Cardoso, Vagner Caldeira e Cairy Lemos.
Coordenação Geral: Cláudia Froeder.
Jornalista Responsável: Juliana Pires (MTB 3866/DF).
Coordenação Editorial e de Arte: GTW Digital Marketing.
Redação: GTW Digital Marketing • Contatos: 61 3032-6029 | cairy@gtwdigital.com.br.
Projeto Gráfico e Diagramação: GTW Digital Marketing - www.gtwdigital.com.br.
A Abracaf celebrou, em 1º de março, seus 49 anos de atuação, reafirmando o papel central que desempenha na representação e no fortalecimento da rede de concessionários Fiat em todo o país. Desde 1977, a entidade se consolidou como referência no setor automotivo, atuando em frentes estratégicas junto à montadora, promovendo integração, disseminando informação qualificada e oferecendo apoio institucional aos associados.
Ao longo de quase cinco décadas, a associação construiu uma trajetória marcada pela defesa permanente dos interesses da rede, pela interlocução institucional e pela participação ativa na formulação de pautas essenciais para o desenvolvimento sustentável das concessionárias Fiat no Brasil. Esse trabalho contínuo reforça a relevância da Abracaf como agente de união, credibilidade e alinhamento estratégico.
Para o presidente da entidade, José Tajra Sobrinho, o aniversário simboliza tanto a força da história quanto o compromisso com o futuro. “Celebrar os 49 anos da Abracaf é reconhecer a solidez da nossa trajetória e, ao mesmo tempo, renovar o compromisso com uma atuação cada vez mais unida, estratégica e preparada para os desafios e oportunidades da rede de concessionários Fiat no Brasil.” Ele destaca ainda que a associação “segue firme, com uma história construída por muitas mãos”, e conclui: “seguimos juntos, construindo os próximos capítulos.”
O mês de março também registrou a celebração dos 61 anos da Fenabrave, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores. A data foi festejada em um jantar, do qual participaram as principais lideranças do setor no país. O presidente da Abracaf, José Tajra Sobrinho, esteve presente.
A comemoração ganhou um significado especial com a instituição do 18 de março - dia da fundação da Abrave, que deu origem à Fenabrave - como o Dia do Concessionário.
A Stellantis encerrou 2025 com um feito inédito na indústria automotiva da região: tornou-se a primeira montadora a superar a marca de 1 milhão de veículos comercializados na América do
Sul, consolidando, pelo quinto ano consecutivo, sua liderança no continente. Com 22,6% de participação de mercado na América do Sul, a companhia registrou sua melhor performance histórica, impulsionada por uma estratégia multimarcas, novos lançamentos e forte presença nos principais segmentos — com destaque para a Fiat, novamente líder de vendas, e para a Fiat Strada, que se manteve como o veículo mais vendido da região..
O Brasil teve papel central nesse desempenho recorde. Sozinha, a operação brasileira respondeu por mais de 750 mil veículos emplacados em 2025, o equivalente a 29,4% das vendas totais do mercado nacional, reforçando o peso do país na liderança sul-americana da Stellantis. Nesse cenário, a Fiat brasileira foi protagonista: liderou o mercado nacional e regional pelo quinto ano consecutivo, colocou a Strada na ponta do ranking geral de vendas no Brasil e manteve força em segmentos estratégicos, como comerciais leves, picapes, hatches e SUVs híbridos, além do Fiorino na liderança entre vans e utilitários leves.
A performance também prepara o terreno para a expansão nos próximos anos, com 16 novos produtos previstos no Brasil, incluindo modelos inéditos e novas tecnologias Bio-Hybrid. O movimento ganha simbolismo adicional com os 50 anos da Fiat no Brasil, celebrados junto ao Polo Automotivo de Betim (MG), que segue como peça-chave da operação da Stellantis na América do Sul — não apenas pelo volume, mas pelo protagonismo industrial e estratégico da marca no país.
A Fiat Toro chega aos 10 anos no Brasil consolidada como um dos maiores acertos da marca no país. Lançada em 2016 com a proposta inédita de unir conforto e dirigibilidade de SUV à capacidade de uma picape — conceito que a Fiat batizou de SUP (Sport Utility Pick-up) —, a Toro se manteve líder do segmento desde a estreia. Em uma década, o modelo superou 600 mil unidades produzidas e já acumula mais de 550 mil unidades vendidas no mercado brasileiro.
Desenvolvida integralmente no Brasil, a Toro foi apresentada como um divisor de águas ao adotar construção monobloco e suspensão traseira independente multilink, solução que elevou o nível de conforto e estabilidade no segmento. Ao longo dos anos, a picape também reforçou seu posicionamento com evolução em design, conectividade e segurança, além de manter diferenciais como a oferta de motorização flex e diesel na mesma faixa de preço — algo raro no mercado — e o pioneirismo ao disponibilizar tecnologia 4x4 no segmento.
Na linha 2026, apresentada no fim do ano passado, a Toro ganhou novo desenho alinhado à identidade visual mais
recente da Fiat, com linhas retas e geométricas, nova grade, DRL e lanternas full-LED com assinatura em “pixels”, além de cabine com acabamento renovado. Entre os destaques da atualização estão o freio de estacionamento eletrônico, o sistema auto hold e novos detalhes internos, reforçando a estratégia de manter a picape competitiva e atualizada em um segmento que ela ajudou a transformar.
A Abracaf foi premiada com o Jacaré de Bronze no Prêmio Caio 2025, na categoria Viagem de Incentivo, em reconhecimento à excelência na organização da 12ª Convenção Internacional. O evento, realizado em agosto de 2024, contou com uma
programação especial na Escandinávia, passando por Oslo e Bergen, na Noruega, e Estocolmo, na Suécia.
Criado em 1999 e conhecido como o “Oscar dos Eventos”, o Prêmio Caio reconhece e valoriza empresas e profissionais da indústria brasileira de eventos e turismo. A premiação é decidida por entidades representativas do setor, como ABEOC Brasil, ABIH Nacional, ABRACE, Academia Brasileira de Eventos e Turismo, AMPRO, entre outras, o que reforça sua credibilidade e relevância.
O prêmio homenageia Caio de Alcantara Machado, pioneiro das feiras e eventos no Brasil, e o troféu em forma de jacaré remete à frase que ele repetia com otimismo diante dos desafios do setor: “Um dia vai dar jacaré”. A expressão virou sua marca registrada e inspirou o símbolo da premiação — uma forma bem-humorada de dizer que, com perseverança, o resultado aparece e o sucesso “dá jacaré na cabeça”.


Missão técnica vê na prática como a Inteligência Artificial e os novos modelos de gestão estão acelerando a rentabilidade das redes

De 3 a 6 de fevereiro, a Abracaf marcou presença no NADA Show 2026, no Las Vegas Convention Center, em Las Vegas (EUA). Reconhecido como o maior e mais influente evento global do setor, o encontro reuniu líderes globais em um ambiente voltado à inovação, à inteligência artificial, à digitalização e às tendências que estão redefinindo o futuro das concessionárias.
Com mais de 500 expositores e um marketplace robusto de tecnologia e produtos, o encontro apresentou soluções que impactam diretamente a jornada do consumidor automotivo, tanto de clientes quanto do mercado. Ao longo dos dias, os participantes se depararam com ferramentas baseadas em dados, automação de processos, inteligência artificial aplicada ao relacionamento com clientes e novas estratégias de venda, que demonstraram como a tecnologia
deixou de ser suporte e passou a ocupar o centro da estratégia das empresas.
Em um momento de rápida transformação, o NADA Show permanece como a mais poderosa plataforma de conexão e visão estratégica para o setor. É nesse cenário que concessionários, executivos e especialistas se encontram para discutir o que vem pela frente e, sobretudo, para construir juntos o futuro da mobilidade.
O NADA Show 2026 mostrou como a competitividade está ligada à capacidade de interpretar informações e criar experiências de valor. Foram workshops, painéis estratégicos e palestras

que trouxeram análises sobre gestão de concessionárias, performance comercial e o impacto da IA na tomada de decisão.
Com um formato renovado, o evento também ofereceu serviços de tradução, reforçando seu caráter global e ampliando o acesso de executivos de diferentes países às discussões mais relevantes do setor.
Para o presidente da Abracaf, José Tajra Sobrinho, a participação no NADA Show 2026 reforça o posicionamento da Associação na busca por referências internacionais e práticas de alto desempenho. “Estar presente no maior palco mundial do varejo automotivo é uma decisão estratégica alinhada às exigências de um mercado cada vez mais tecnológico e orientado por dados”, afirmou José Sobrinho.
Durante a programação, os diretores da Abracaf cumpriram uma agenda de relacionamento com executivos da Stellantis e lideranças de distribuidoras da marca. Os encontros fortaleceram parcerias estratégicas, promoveram a troca de experiências sobre gestão e performance de concessionárias, ampliando conexões institucionais relevantes para o desenvolvimento do setor.
A comitiva da Abracaf no NADA Show 2026 foi formada por José Tajra Sobrinho, presidente da Abracaf; os vice-presidentes Carlos Buffoni e Graziela Baida; os ex-presidentes Flávio Meneghetti e José Carlos Dourado, os diretores Marco
Letta e Paulo Figueiredo e o diretor-executivo Márcio Cardoso, reforçando a presença ativa da Associação em diferentes frentes do evento. Além da agenda técnica, o grupo também participou de encontros estratégicos, como o evento promovido pela Mega Dealer, que reuniu lideranças do setor para discutir tendências e decisões de negócio em um ambiente qualificado de troca.
A equipe também participou do encontro da Fenabrave com concessionários brasileiros, ampliando o diálogo sobre os desafios do mercado nacional diante das transformações globais observadas no NADA. Esses momentos complementaram a imersão e relacionamento entre os Dealers.


A delegação participou de visitas técnicas a concessionárias de referência mundial. Na Findlay Toyota, o grupo conheceu um modelo de alta performance focado em volume, com vendas mensais de cerca de 800 veículos. A operação se destaca pela eficiência extrema em processos padronizados e uma cultura de produtividade que sustenta a rentabilidade mesmo com margens unitárias reduzidas, apoiada por uma taxa de retenção de funcionários de 67%, bem acima da média do setor.
Em contraste, na Fletcher Jones Mercedes-Benz, o foco recaiu sobre o modelo premium e a experiência do cliente. Com uma margem líquida de 12%, a concessionária prioriza a rentabilidade por unidade através de um atendimento altamente personalizado e serviços de alto valor agregado, como concierge e infraestrutura comparável a hotéis cinco estrelas. A visita permitiu observar como consultores técnicos especializados e um ambiente de excelência fidelizam clientes de alta renda, transformando a venda em uma jornada de exclusividade.
O comparativo entre os modelos de “Volume” e “Valor” evidenciou que o segredo do sucesso reside na execução consistente de uma estratégia claramente alinhada ao público-alvo.
“O NADA Show 2026 confirmou que o futuro das nossas concessionárias no Brasil será desenhado pela intensidade tecnológica e pela capacidade de transformar dados em experiências de valor para o cliente. Participar deste evento nos permitiu nos aprofundar no conhecimento de modelos globais de alta performance, reforçando o compromisso da Abracaf em liderar a evolução técnica e operacional das nossas distribuidoras.
José Tajra Sobrinho Presidente da Abracaf
Em ambos os casos, a integração de tecnologias digitais e o uso de dados para gerir o estoque e o pós-venda surgiram como lições aprendidas fundamentais para a modernização das redes no Brasil.
Com acesso a mais de 10 mil concessionárias e aos principais tomadores de decisão do mercado, o NADA Show 2026 apresentou indicadores fundamentais para o planejamento estratégico das redes. Os dados do setor demonstram uma correlação direta entre o amadurecimento do mercado e o aumento da intensidade tecnológica, com os gastos em tecnologia por veículo vendido atingindo o patamar de 100 unidades nos EUA, contra 25 em mercados de renda média. Outra lição importante que se pode tiras das visitas técnicas é que em mercados saturados grande parte da rentabilidade é impulsionada pelo F&I (Finance & Insurance) e pela retenção gerenciada de serviços, mecanismos que devem ser constantemente aprimorados pelas redes.


“O NADA é uma grande oportunidade de entender como o mercado evolui e de criar parcerias que ajudam concessionários a vender mais e atender melhor seus clientes. É sempre também uma oportunidade imensa de construir relacionamentos. A quantidade de concessionários e lideranças do setor automotivo que participam é sempre grande e crescente ao longo dos últimos anos, o que nos dá chance de conhecer empresas que estão aplicando serviços que envolvem uma entrega de serviços baseada em tecnologia que é muito eficiente. Nós, dentro do NADA, já tivemos a oportunidade de nos aproximar de muitas empresas que hoje prestam serviços para nós e os nossos concessionários no Brasil e que tem contribuído para que a gente possa ter clientes cada vez mais satisfeitos, que é o grande objetivo de todos nós.
Herlander Zola
Presidente da Stellantis para a América do Sul

O NADA 2026 deixou uma mensagem clara, decisões baseadas em dados e inteligência artificial saíram do “piloto” e viraram uma realidade do dia a dia para boa parte da nossa cadeia, com integrações avançadas em CRM, marketing, produtividade, precificação, atendimento e tantas outras iniciativas. Foi uma honra poder estar com a diretoria da ABRACAF no evento, momento de muito aprendizado, excelentes interações e experiencias, mas também de valorizar todo o que estamos construindo juntos no Brasil.
Jean Pierre Avril
CEO da Stellantis Financiamentos

“Participar do NADA em Las Vegas foi uma experiência muito enriquecedora para nossa equipe. Ao lado de parceiros concessionários, nos atualizamos sobre o mercado norte-americano e suas principais tendências. Discutimos desafios como a eletrificação do setor e a evolução do F&I. Também refletimos sobre nossos pontos fortes e analisamos benchmarks para identificar melhorias. Seguimos focados em trabalharmos juntos, aumentando eficiência e rentabilidade dos nossos negócios e cada vez mais focados na satisfação doS clientes da Stellantis.
Gunnar Murillo
CEO do Banco Stellantis


“Estar no NADA Show pela primeira vez, na sua edição em Las Vegas 2026, foi uma imersão profunda no que há de mais avançado em tendências, tecnologías e futuro da do varejo automotivo. Esse tipo de eventos sempre nos provoca a olhar para frente, innovar e principalmente antecipar tendências do nosso ecosistema de concessionárias.
Além das tendências globais, foi especialmente valioso para mim ir acompanhado da nossa rede de concessionárias e encontrar também diversos atores e parceiros da indústria brasileira presentes no evento. Essa presença consistente reforça a relevância internacional do nosso mercado e confirma o protagonismo do Brasil nas transformações que estão moldando o futuro do setor em escala mundial.
Volto com a convicção renovada que estamos no caminho certo, trabalhando sempre juntos e conectados com a nossa rede de concessionárias para desenvolver a próxima fase do varejo automotivo.
Fernando Varela
Vice-Presidente de Operações Comerciais da Stellantis Brasil e Veículos Comerciais Leves para a América do Sul

a saúde financeira encurta (ou devolve) o tempo do cotidiano - e o que fazer quando o mês vira uma corrida
A saúde financeira costuma ser tratada como assunto de planilha, mas ela aparece mesmo é na vida real: no sono que não vem, no humor que oscila, na conversa atravessada em casa e na pressa de decidir “qualquer coisa” só para o problema sair da frente. No Brasil, os números mostram por que esse tema deixou de ser periférico. Em janeiro de 2026, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) registrou que 79,5% das famílias tinham algum tipo de dívida. O mesmo levantamento aponta que 29,3% estavam com contas em atraso.
A diferença entre “ter dívida” e “estar inadimplente” é significativa, mas mesmo assim o contingente de pessoas que não conseguem saldar suas dívidas é muito expressivo. No dia a dia, o tamanho do compromisso pesa: em média, 29,7% da renda mensal das famílias estava comprometida com dívidas, e 19,5% das famílias afirmavam usar mais da metade dos rendimentos para esse fim.
Há ainda um retrato conhecido que sobrecarrega o endividamento: o cartão de crédito aparece como principal tipo de
dívida em 85,4% dos casos, seguido por modalidades como carnês e crédito pessoal. E, embora nem sempre seja maioria, o financiamento de carro também entra nessa equação: 8,7% das famílias endividadas citaram essa modalidade. O tempo médio para quitar dívidas ficou em 7,2 meses, e o atraso médio chegou a 64,8 dias — tempo suficiente para transformar um desequilíbrio pontual em uma rotina de cobrança e preocupações.
Quando o crédito está caro, o custo de “empurrar” a vida com dívida cresce rápido. Na primeira reunião de 2026, o Banco Central do Brasil manteve a Selic – a taxa básica de juros, usada como referência para as taxas de crédito no país – em 15% ao ano pela quinta vez seguida, um patamar alto, que encarece financiamentos e, principalmente, o carregamento de dívidas.
Nesse ambiente, o alerta é menos moral e mais prático: o crédito deixa de “comprar tempo” e passa a cobrar caro por ele. Em nota sobre o endividamento das famílias, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, resumiu assim o problema: “O crédito precisa ser acessado com responsabilidade. Garantir o equilíbrio entre endividamento e capacidade de pagamento será fundamental para o crescimento do país.”
Do lado dos preços, a inflação também ajuda a explicar a sensação de orçamento curto. Em janeiro de 2026, o IBGE informou que o IPCA ficou em 0,33% no mês e acumulou 4,44% em 12 meses, muito próximo da meta, que era de 4,50%. O grupo Transportes teve o maior impacto no índice de janeiro, com destaque para a alta dos combustíveis — pressão que costuma ser percebida rapidamente porque atravessa deslocamentos, fretes e uma parte grande do consumo cotidiano.
O efeito do estresse financeiro não é abstrato. Pesquisa da Serasa mostra que 84% dos brasileiros dizem que problemas financeiros afetam a saúde mental. Sete em cada dez relatam já ter perdido o sono em razão de preocupações com dívidas; 65% afirmam se esforçar para esconder as dificuldades; e 49% dizem que já deixaram de buscar ajuda por não conseguir pagar consultas ou terapias.
A ponte entre o número e o cotidiano, aqui, é direta. Patricia Camillo, especialista da Serasa em educação financeira, foi explícita ao falar durante a divulgação do estudo, realizado em parceria com o Instituto de Pesquisa Opinion Box: “Saúde financeira e saúde mental caminham juntas. Cuidar das finanças é também uma forma de preservar o equilíbrio emocional e melhorar a qualidade de vida.”
Há também um componente de insegurança que mantém esse estresse ligado, mesmo quando “nada de ruim” aconteceu ainda.
Em pesquisa da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, 56% apontam o medo de perder as atuais fontes de renda como um forte motivo de estresse financeiro. E o próprio governo federal, em material de educação financeira publicado pelo Banco Central do Brasil, faz um alerta claro: o endividamento excessivo pode “comprometer toda a sua vida financeira, podendo acarretar descontrole emocional, problemas de saúde e, até mesmo, desestruturação familiar”.
O material descreve um roteiro frequente: estresse com dinheiro pode levar a problemas de sono, irritabilidade, baixa autoestima, depressão e dificuldades de concentração — e, quando a mente fica sobrecarregada, a tomada de decisão piora, a produtividade cai, alimentando um ciclo que agrava a situação. No cotidiano, isso costuma aparecer em sinais discretos: uma fadiga constante, a sensação de que o dia termina antes do que deveria, a dificuldade de manter a cabeça em uma tarefa só, e a tendência a resolver o mês na base do improviso. É aí que a saúde financeira deixa de ser “tema de finanças” e vira tema de qualidade de vida.
Quando a saúde financeira está em dia, o principal ganho não é luxo: é margem. Margem para escolher, para esperar um pouco mais, para negociar, para dormir tranquilo. A previsibilidade reduz o modo “alarme” e devolve foco — e isso aparece em decisões menos impulsivas e em uma rotina mais estável. Num ambiente de juros altos, estar organizado também significa depender menos de crédito caro em emergências, evitando que um imprevisto vire bola de neve.
Outro efeito é social, mas muito concreto: diminui o atrito doméstico gerado por pequenas despesas e por sustos de última hora, porque o orçamento passa a ter regras claras. E há um impacto direto em acesso: com menos estrangulamento do caixa pessoal, fica mais viável manter cuidados de saúde e buscar ajuda quando necessário — justamente um ponto sensível indicado pela pesquisa da Serasa.
Saúde financeira, no fim, é a soma de duas coisas simples: controle e antecipação. Ela não exige um grande “momento de virada”, mas sim uma rotina que tire o dinheiro do campo do medo difuso e coloque no campo do que pode ser administrado.
O primeiro passo costuma ser o mais subestimado: transformar a realidade em números visíveis. Ter uma lista completa de dívidas, com saldo, parcela, taxa, vencimento e atraso, não resolve por si só — mas reduz a ansiedade de lidar com um inimigo invisível. Em seguida, vale tratar renda variável como o que ela é: variável. Assim, projetar o custo de vida com base em um mês fraco, não em um mês excepcional, e usar os meses bons para recompor reserva e amortizar dívidas mais caras.
Esse é o ponto em que “educação financeira” deixa de ser conceito e vira ferramenta de autonomia. Ao anunciar uma iniciativa de orientação financeira chamada Aprender Valor, em parceria com a Anbima e o Sebrae, a diretora de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta do Banco Central, Izabela Correa, resumiu o espírito do que está em jogo: “A educação financeira é uma ferramenta central no fortalecimento da autonomia e da cidadania financeira.”
A prioridade deve ser atacar o que cobra mais caro pela espera. E renegociação, quando necessária, funciona melhor antes do atraso virar rotina, e deve ser vista como uma ferramenta de reorganização, não um sinal de derrota. Automatizar o básico também ajuda: separar, assim que o dinheiro entra, uma parte para contas essenciais e outra para reserva ou objetivo reduz a chance de o orçamento “sumir” no caminho.
Por fim, um termômetro simples que evita o autoengano: observar quanto da renda está comprometida com dívidas e estabelecer um limite pessoal. A pesquisa da CNC ajuda a dimensionar o problema ao mostrar uma média de 29,7% e um grupo significativo acima de 50% — patamar em que qualquer oscilação tende a virar emergência. Se você está sim, saiba que não está sozinho.
O cuidado com o dinheiro também protege o tempo. Quando o bolso está desorganizado, o dia fica curto e barulhento; mas quando está em ordem, o cotidiano ganha silêncio, sono e espaço mental. E essa combinação — menos urgência, mais previsibilidade — costuma ser o melhor indicador de que a saúde financeira, enfim, saiu do discurso e entrou na vida.
Especialistas sugerem um indicador simples para medir o nível de risco da sua saúde financeira com base no comprometimento da sua renda mensal com dívidas:
ǟ Até 30% da renda: Zona de Atenção. É o limite considerado saudável para manter a flexibilidade.
ǟ Entre 30% e 50%: Zona de Risco. O orçamento está engessado e qualquer imprevisto pode gerar inadimplência.
ǟ Acima de 50%: Prioridade Total. Indica a necessidade urgente de reestruturação de gastos e renegociação de prazos.
Quer saber como anda sua saúde financeira? Responda às perguntas e some os pontos conforme sua resposta. Este teste foi elaborado com apoio de ferramentas de inteligência artificial, reunindo sinais práticos indicados em materiais de educação financeira (como os do Banco Central) e em referências internacionais de bem-estar financeiro, como hábitos ligados a controle do orçamento, pagamento de obrigações e preparo para imprevistos.
Marque uma opção em cada pergunta:
ǟ Sempre = 1 ponto
ǟ Na maioria das vezes = 2 pontos
ǟ Raramente = 3 pontos
ǟ Nunca = 4 pontos
Some os pontos no final: quanto maior a pontuação, maior o aperto.
1. Eu sei quanto custa meu “mês essencial” (moradia, alimentação, transporte e contas fixas), com um número aproximado.
2. Eu pago a fatura do cartão integralmente, sem entrar em parcelamento ou “empurrar” saldo.
3. Eu acompanho meus gastos ao longo do mês (nem que seja 1 vez por semana), e não só quando a fatura chega.
4. Eu consigo fechar o mês sem precisar de empréstimo, cheque especial ou rotativo para cobrir despesas do dia a dia.
5. Eu tenho uma reserva para imprevistos (mesmo pequena), que evita recorrer a crédito caro.
6. Eu tenho clareza de quanto da minha renda está comprometida com dívidas e parcelas.
7. Eu não atrasei contas (ou atrasei apenas pontualmente e resolvi rápido).
8. Eu consigo manter meu padrão de vida básico mesmo se a renda oscilar para baixo por um mês.
Resultado
8 a 13 pontos — Parabéns: saúde financeira excelente
Você tem previsibilidade e margem. A recomendação é manter os hábitos e reforçar a reserva aos poucos.
14 a 20 pontos — Que bom: no caminho certo Sua base está razoável, mas ainda pode haver “pontos de vazamento” (cartão, falta de reserva, pouco acompanhamento). Ajustes simples já trazem mais tranquilidade.
21 a 32 pontos — Atenção: é hora de cuidar disso com prioridade
Você tem grandes possibilidades de estar passando por apertos. O foco deve ser recuperar previsibilidade, fugir dos juros altos e criar um amortecedor mínimo para imprevistos.
Importante: Este é um teste rápido de autoavaliação baseado em hábitos e sinais práticos de organização do orçamento, uso de crédito e capacidade de enfrentar imprevistos. Seus resultados servem como referência e não devem ser vistos como conclusão definitiva nem substituem orientação profissional, mas ajudam a identificar pontos de atenção.














































Por: Assessoria Econômica da Abracaf

O mercado automotivo brasileiro passou por transformações importantes quando analisamos o período antes da pandemia, durante a pandemia e no cenário pós-pandemia. Esses três momentos refletem mudanças econômicas, industriais e de comportamento do consumidor, que impactaram diretamente o volume de vendas e o ranking das principais marcas presentes no país.






































































Antes da pandemia, até 2019, o mercado automobilístico brasileiro apresentava um cenário de crescimento e relativa estabilidade. Após anos de retração econômica no país, o setor começou a demonstrar sinais de recuperação, impulsionado pela melhora gradual da economia, maior oferta de crédito e retomada da confiança do consumidor. Em 2019, o Brasil registrou o melhor resultado de vendas de veículos desde 2014, o que reforçou a percepção de que o setor estava novamente em expansão. Nesse período, o ranking de emplacamentos era dominado por montadoras tradicionais, com forte presença no mercado nacional há décadas. Entre as principais estavam a Chevrolet, a Volkswagen, a Fiat, a Hyundai e a Toyota.
Dentro desse cenário, a Fiat ocupava a terceira posição no ranking das marcas mais vendidas no país, atrás da Chevrolet e da Volkswagen. O mercado era caracterizado por um crescimento econômico moderado, que permitia o aumento gradual das vendas de veículos novos. Além disso, havia uma alta demanda por hatches compactos, categoria tradicionalmente forte no Brasil por oferecer preços mais acessíveis, menor consumo de combustível e manutenção mais simples. Nesse período, modelos populares lideravam as vendas, como o Chevrolet Onix e o Hyundai HB20, que se destacavam por reunir bom custo-benefício, tecnologia e design atrativo para o público brasileiro.
Entretanto, esse cenário positivo foi profundamente impactado a partir de 2020 com a chegada da pandemia de COVID19. Durante o período entre 2020 e 2022, o setor automotivo











































enfrentou uma forte queda nas vendas e nos emplacamentos de veículos. Em 2020, os emplacamentos caíram cerca de 26% no Brasil, refletindo o impacto direto das medidas de isolamento social, da redução da atividade econômica e da queda no poder de compra da população. Além disso, a indústria automotiva enfrentou diversos desafios operacionais. Muitas fábricas interromperam temporariamente suas atividades devido às restrições sanitárias e à necessidade de reorganizar processos de produção.
Outro fator importante que afetou o setor foi a escassez global de semicondutores, componentes eletrônicos essenciais para a fabricação de veículos modernos. Essa falta de peças provocou atrasos na produção e dificultou a retomada rápida da indústria. Apesar da forte retração do mercado, o ranking aproximado das marcas mais vendidas permaneceu relativamente semelhante ao período anterior. As primeiras posições continuaram sendo ocupadas pela Chevrolet, seguida por Volkswagen, Fiat, Hyundai e Toyota.
Durante esse período, algumas mudanças importantes puderam ser observadas no mercado. A produção de veículos foi reduzida, muitas concessionárias enfrentaram períodos de fechamento ou funcionamento limitado, e os consumidores passaram a adiar a compra de veículos novos devido

































à instabilidade econômica. Ao mesmo tempo, ocorreu um aumento significativo no preço dos automóveis, causado tanto pela redução da oferta quanto pelo aumento dos custos de produção. Também se tornaram comuns os atrasos na entrega de carros novos, já que as montadoras tinham dificuldades para manter a produção em ritmo normal. Como consequência, houve um crescimento expressivo nas vendas de veículos usados e seminovos, que passaram a ser uma alternativa mais acessível para muitos consumidores.




No período pós-pandemia, entre 2023 e 2025, o mercado automotivo brasileiro começou a apresentar sinais de recuperação gradual. Com a retomada das atividades econômicas, a reabertura completa das fábricas e a normalização progressiva das cadeias de suprimento, as vendas voltaram a crescer. No entanto, o setor não apenas se recuperou, como também passou por mudanças importantes em seu perfil e nas preferências dos consumidores.
Entre as principais tendências desse novo cenário está o crescimento das marcas chinesas, que passaram a ganhar maior espaço no mercado brasileiro, principalmente com modelos eletrificados e competitivos em termos de preço e tecnologia. Além disso, houve um aumento significativo da presença de veículos elétricos e híbridos, impulsionado tanto pela evolução tecnológica quanto pela crescente preocupação com sustentabilidade e eficiência energética.
Outra mudança importante foi a maior popularidade de SUVs e picapes, categorias que passaram a dominar grande parte das vendas no país. Esses veículos oferecem maior espaço interno, posição de dirigir mais elevada e maior versatilidade, características que atraem muitos consumidores brasileiros. Com isso, modelos desse segmento ganharam destaque nas estratégias das montadoras.
Nesse cenário de transformação e recuperação do mercado, a Fiat consolidou sua posição de destaque. A marca conseguiu fortalecer sua presença no país por meio de uma estratégia focada em modelos populares, picapes e utilitários esportivos, além de uma forte rede de concessionárias. Como resultado, a empresa manteve a liderança no mercado brasileiro por cinco anos consecutivos, de 2021 a 2025, consolidando-se como a marca mais vendida do país nesse período.





































Dessa forma, ao comparar os três momentos analisados, é possível perceber que o mercado automotivo brasileiro passou por diferentes fases ao longo dos últimos anos. Inicialmente, havia um cenário de crescimento e estabilidade antes da pandemia. Em seguida, ocorreu uma fase de forte retração durante a crise sanitária global. Por fim, no período pós-pandemia, o setor iniciou um processo de recuperação acompanhado por novas tendências tecnológicas, mudanças no perfil dos consumidores e maior diversidade de marcas e tipos de veículos disponíveis no mercado.








































































































naquele mês. Esse resultado reforçou a continuidade da liderança da marca logo no início do ano.
No mês seguinte, fevereiro de 2026, a marca manteve o bom desempenho comercial, alcançando quase 40 mil unidades emplacadas e 22,5% de participação de mercado, mostrando crescimento em relação ao mês anterior e mantendo distância dos concorrentes diretos.




























No primeiro bimestre de 2026, a Fiat manteve a liderança no mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves, apresentando resultados positivos quando comparados com o mesmo período do ano anterior e com a projeção inicial para o começo do ano.










Nesse período, a marca registrou 73,9 mil veículos emplacados, mantendo participação de mercado de 21,8% no Brasil. Esse desempenho representa crescimento de 3,1% em relação ao mesmo período de 2025, demonstrando que a marca continua ampliando sua presença no mercado nacional.









Em janeiro de 2026, a Fiat já havia iniciado o ano com forte desempenho, registrando mais de 34 mil veículos emplacados, o que representou 21% de participação no mercado brasileiro







PROJEÇÃO DO ACUMULADO DO ANO













Quando se analisa esse desempenho em relação às projeções para os dois primeiros meses de 2026, os números indicam que a Fiat está estável, com apenas 0,5% abaixo do projetado.
Outro fator que contribuiu para esse desempenho foi a forte presença de modelos da marca entre os veículos mais vendidos do país. A picape Fiat Strada continuou sendo o veículo mais vendido do mercado brasileiro, acumulando mais de 21 mil unidades no ano até fevereiro. Além dela, modelos como o Fiat Mobi e o Fiat Argo também aparecem frequentemente entre os carros mais vendidos do país, reforçando o volume de vendas da montadora.



































Dessa forma, os dados do início de 2026 mostram que a Fiat mantém um desempenho consistente no mercado brasileiro, com crescimento no volume de emplacamentos e manutenção da liderança entre as marcas. O resultado do primeiro bimestre indica que a empresa segue em linha com as projeções de mercado e com potencial para manter a liderança anual, repetindo o desempenho dos anos anteriores, nos quais já vinha ocupando o primeiro lugar no ranking nacional de vendas.







Os volumes projetados mês a mês foram separados com a referência na base histórica dos pesos de cada mês ao longo dos anos. Utilizando a nova projeção de crescimento de 3,7% para o ano de 2026.




























Estúdio voltado para produção de conteúdos já está em operação e amplia a comunicação direta com concessionários e parceiros.
Março representou um passo histórico para a comunicação da Abracaf. A associação iniciou as gravações da Abracaf TV, nova plataforma digital de informação, formação e integração, consolidando um projeto que nasce com o propósito de aproximar mais a entidade do dia a dia das concessionárias da Rede Fiat.
Liderada pelo diretor executivo Márcio Cardoso, a iniciativa representa um novo canal direto com os associados. Com estúdio próprio, programação exclusiva e tecnologia dedicada, a Abracaf TV surge como ferramenta estratégica para fortalecer a comunicação interna e ampliar o acesso a conteúdos qualificados. “A Abracaf TV nasce para aproximar ainda mais a Associação da Rede, levando conteúdo de qualidade, informação relevante, formação e prestação de serviços diretamente ao dia a dia das concessionárias. Não é um projeto de marketing: é uma plataforma de trabalho, criada para apoiar os concessionários e fortalecer a nossa identidade como Rede”, destacou o presidente da Abracaf, José Tajra Sobrinho.
Mais do que um canal de vídeos, a Abracaf TV foi concebida como instrumento de apoio contínuo ao trabalho da entidade e de toda a Rede Fiat, ampliando o alcance das informações e oferecendo capacitação constante aos concessionários. A vocação de formação contínua, aliás, reforça uma diretriz que a entidade vem defendendo em várias iniciativas: “Nosso compromisso é preparar a Rede Fiat para os desafios do futuro, formando gestores com uma visão estratégica e inovadora”, destacou José Sobrinho.
O projeto é resultado de um investimento estruturado na criação de uma plataforma digital própria. Com utilização de equipamentos profissionais de som, captação e edição de vídeo,
além da instalação de iluminação técnica e cênica, a associação montou, em sua sede, uma estrutura de alto padrão. O estúdio recebeu isolamento acústico, climatização profissional e iluminação especializada, garantindo qualidade técnica às produções.
A programação incluirá entrevistas, podcasts, treinamentos para as Concessionárias e conteúdos sobre boas práticas do setor automotivo. A proposta é oferecer informação estratégica de forma acessível, com conteúdos disponíveis para celular, tablet e TV, integrando aplicativos e domínio próprios”, afirma Márcio Cardoso.
A entrada em operação do estúdio dá sequência ao projeto anunciado no final de 2024, em parceria com a VC One, de criar uma plataforma digital multifuncional voltada à Rede. O investimento no estúdio e na expansão da plataforma é compartilhado entre as duas instituições, assegurando uma estrutura eficiente.
Além de fortalecer a comunicação interna, a Abracaf TV abre espaço para divulgar iniciativas da Associação, Concessionários, Dealers e demais novidades do setor automotivo. Para Márcio Cardoso, a plataforma é uma ferramenta estratégica, com potencial de se tornar indispensável nas atividades da entidade. Há, inclusive, a perspectiva de geração de receita por meio de espaços publicitários, reforçando a sustentabilidade do projeto. “Estamos construindo um canal que vai muito além da comunicação: será um espaço de integração, de compartilhamento de experiências e de valorização da nossa Rede”, afirma o presidente da Abracaf, José Tajra Sobrinho.

As primeiras gravações no estúdio construído na sede da Associação para abrigar a Abracaf TV foram realizadas na primeira semana de março. O presidente José Tajra Sobrinho e o diretor executivo Márcio Cardoso apresentaram os conceitos da iniciativa, as possibilidades que ela abre e a relevância do projeto para a comunicação direta com a Rede e com os parceiros.
O presidente da Abracaf, José Tajra Sobrinho, disse que a inauguração do estúdio é a realização de um sonho. “Vamos poder falar diretamente com os Concessionários, levar nossos
conteúdos e nos aproximar cada vez mais da Rede. A comunicação é um grande desafio e nós ganhamos, com a Abracaf TV, um instrumento poderoso para atingir todos os concessionários, dar voz à Rede e abrir espaço para a montadora e para nossos parceiros. Enfim, o céu é o limite”, afirmou.
O diretor executivo e líder do projeto Abracaf TV, Márcio Cardoso, lembrou que o estúdio reúne a tecnologia necessária para produzir conteúdos profissionais para a Rede e garantir uma comunicação mais ágil e completa com as concessionárias. De acordo com ele, a Abracaf TV tem como objetivo “gerar podcasts, treinamentos e informações relevantes para a Rede e também conteúdos da montadora e de parceiros comerciais”.



José Tajra Sobrinho reforçou ainda que a Abracaf TV será um canal “com linguagem mais direta, mais próxima do dia a dia dos Concessionários. Será um marco na nossa comunicação”.
A Abracaf TV foi lançada oficialmente em 4 de dezembro de 2025, durante a Convenção Nacional no Rio de Janeiro. A equipe de produção já havia iniciado os trabalhos, com gravações no Salão do Automóvel e na própria Convenção. Os primeiros conteúdos gravados no estúdio a serem distribuídos por meio da Abracaf TV abordaram temas como ESG, reforma tributária e pós-vendas.
O professor Luiz Henrique Vilas falou sobre a importância do tratamento de resíduos e da conscientização dos colaboradores desde o primeiro dia de trabalho nas concessionárias. O tributarista Dr. Eduardo Salusse apresentou os principais impactos da reforma tributária no setor de distribuição de veículos e esclareceu dúvidas sobre a aplicação das novas regras. Já o diretor de Quality e TSO da Mopar, Dercyde Gomes, chamou a atenção para procedimentos de seguro e prevenção de danos nos veículos, além de boas práticas para evitar prejuízos ao cliente, à concessionária e à montadora.

















O varejo automotivo brasileiro vive um momento decisivo. Após décadas em que o diferencial competitivo esteve concentrado em localização, estoque e relacionamento comercial tradicional, o setor entra agora em uma nova fase em que dados, experiência do cliente e eficiência operacional passam a ser os principais motores de crescimento.
Essa transformação não acontece por acaso. O consumidor mudou profundamente. Ele pesquisa antes de visitar a loja, compara versões e preços em poucos minutos, interage com marcas em múltiplos canais digitais e chega à concessionária com expectativas mais altas do que nunca. Ao mesmo tempo, as operações internas seguem pressionadas por margens mais enxutas, aumento da complexidade do mercado e necessidade constante de produtividade.
Nesse cenário, surge uma pergunta central para o setor: como transformar a concessionária em uma operação verdadeiramente inteligente e orientada por dados?
O CRM como centro estratégico da operação
Durante muito tempo, o CRM foi entendido apenas como uma ferramenta de registro e gestão de leads. Hoje, ele assume um papel mais estratégico: tornar visível a jornada do cliente — do primeiro clique até a entrega do veículo.
Quando bem estruturado, o CRM deixa de ser um repositório de informações e passa a atuar como um sistema de decisão. Ele organiza prioridades comerciais, identifica oportunidades reais, melhora a gestão do time de vendas e permite entender, com precisão, quais ações de marketing realmente geram resultados.
Para o ecossistema automotivo como um todo, isso representa algo essencial: transparência e previsibilidade. O investimento em marketing deixa de ser uma aposta e passa a ser mensurável até o momento da venda.
Outro movimento importante, e muitas vezes subestimado, está na área de criação. O ritmo das campanhas no setor automotivo nunca foi tão intenso. Promoções sazonais, mudanças de estoque, variações regionais e diferentes perfis de público exigem velocidade e capacidade de adaptação constante.
Nesse novo contexto, a criação de conteúdo deixa de ser um processo artesanal e passa a operar em escala. Tecnologias de automação e inteligência criativa permitem adaptar campanhas com agilidade, testar diferentes abordagens simultaneamente e aprender com os dados em tempo real.
Não se trata apenas de produzir mais peças, mas de produzir melhor, com mais relevância e ciclos de otimização contínua.
Talvez o maior salto tecnológico esteja acontecendo na experiência do cliente. O atendimento omnichannel (estratégia que integra todos os canais de comunicação e vendas de uma empresa), que antes era um diferencial, hoje se torna um pré-requisito básico.
O cliente fala pelo WhatsApp, inicia uma conversa no site, volta pelo Instagram e espera continuidade no relacionamento. A inteligência artificial generativa passa a desempenhar um papel fundamental nesse fluxo, permitindo:
ǟ respostas rápidas e personalizadas;
ǟ qualificação automática de leads;
ǟ agendamentos inteligentes;
ǟ follow-ups consistentes sem sobrecarregar o time comercial.
O resultado não é a substituição do vendedor, mas o fortalecimento da atuação dele. A tecnologia assume tarefas repetitivas para o profissional focar em relacionamento, negociação e experiência, ou seja, onde o fator humano faz a maior diferença.
Uma das dores históricas do setor é a fragmentação tecnológica. Avaliação de usados, gestão comercial, marketing, financeiro e processos administrativos frequentemente convivem em sistemas distintos, gerando retrabalho e perda de eficiência. Quando essas etapas passam a operar em um ambiente integrado, o impacto é imediato: mais agilidade na operação, decisões rápidas e uma visão única do negócio. A avaliação de usados, por exemplo, ganha velocidade e precisão quando dados de mercado e histórico do consumidor estão conectados ao fluxo de vendas. O vendedor não precisa alternar entre múltiplas ferramentas e o cliente percebe uma experiência mais fluida e profissional.
Embora o cliente final não enxergue, a rentabilidade de uma concessionária depende diretamente da eficiência do backoffice. Processos financeiros, contratos, aprovações e gestão de fornecedores ainda consomem tempo significativo em tarefas manuais.
A evolução tecnológica permite que atividades repetitivas sejam automatizadas, reduzindo erros e aumentando a governança. A inteligência artificial aplicada ao backoffice não apenas melhora a produtividade, mas cria um ambiente mais seguro e previsível para a operação.
No longo prazo, isso representa algo estratégico: mais capacidade de crescimento sem aumento proporcional da estrutura operacional.
começa na decisão de hoje
A história do setor automotivo sempre foi marcada por inovação industrial. Agora, a inovação acontece também no modelo de operação e na forma de se relacionar com o consumidor.
O diferencial competitivo do futuro não estará apenas no veículo entregue, mas na experiência construída ao redor dele, desde o primeiro contato digital até o pós-venda.
Mais do que tecnologia, estamos falando de uma nova mentalidade operacional.
E, para as concessionárias que abraçarem essa transformação, o resultado será claro: mais eficiência, mais previsibilidade e uma relação profunda e duradoura com o cliente.
Executivo com 25 anos de experiência no varejo e transformação digital de operações empresariais

concessionária regional à base de um dos grupos empresariais mais sólidos da sua região
Por Aleile M. Araújo
Presente nas cidades de Caldas Novas e Pires do Rio, no Estado de Goiás, a Rio Veículos Fiat consolidou, ao longo de mais de três décadas, uma trajetória marcada por crescimento consistente, solidez operacional e forte conexão com o mercado regional. Mais do que uma concessionária, tornou-se referência em qualidade, confiança e resultados sustentáveis.
Reconhecida pelo desempenho em vendas e pela excelência em pós-vendas, a empresa construiu sua reputação com base em processos bem estruturados, atendimento próximo e foco permanente na experiência do cliente. Os resultados desse trabalho contínuo se refletem em indicadores
expressivos: a operação encerrou 2025 com market share de 38,5%, evidenciando liderança e ampla participação no mercado local, além de um NPS (Net Promoter Score) acima da média, índice que confirma o compromisso consistente com a satisfação do cliente.
Seja na comercialização de veículos novos, na gestão de seminovos ou na entrega de um pós-venda estruturado e eficiente, a Rio Veículos se diferencia pela consistência operacional e pelo cuidado dedicado a cada etapa da jornada do cliente. “A combinação entre experiência acumulada, visão estratégica e gestão profissional garante não apenas performance comercial, mas um posicionamento sólido e sustentável no mercado”, afirmou Leonardo Silveira, dealer.
Outro diferencial importante está na estrutura física das concessionárias. As unidades contam com instalações modernas, amplos showrooms, oficinas equipadas com tecnologia atualizada e ambientes planejados para oferecer conforto, funcionalidade e uma experiência de atendimento alinhada aos mais altos padrões da marca. “Investir em estrutura é investir na experiência do cliente e na valorização da nossa equipe. Queremos que cada pessoa que entre em nossas concessionárias perceba organização, transparência e respeito. Isso faz parte da cultura que aprendemos desde o início e que seguimos aprimorando todos os dias”, destacou Silveira.
A história da Rio Veículos está diretamente ligada à visão empreendedora dos irmãos Leonardo Silveira e Eugênio Anísio. Desde os primeiros passos, a trajetória foi marcada por desafios, superação e dedicação intensa ao trabalho, sempre guiados por princípios sólidos.
“Para chegarmos onde estamos, foram dias muito desafiadores e com muito trabalho. Mas olho para trás e tenho orgulho de tudo que construímos com muita dedicação e honestidade”, afirmou Leonardo.
O êxito da concessionária foi o ponto de partida para um movimento de expansão estruturado e estratégico: o surgimento do Grupo Rio. A partir da base construída pela Rio Veículos, os fundadores ampliaram sua atuação, dando origem a um conglomerado que hoje reúne 13 empresas em pleno funcionamento, com atuação com veículos duas rodas, postos de combustíveis, pneus e implementos agrícolas, e com perspectivas contínuas de crescimento.


Essa evolução ocorreu sem que os valores originais fossem deixados para trás. Trabalho, comprometimento, ética e responsabilidade permanecem como pilares inegociáveis da cultura organizacional. A coerência entre discurso e prática fortaleceu a credibilidade da marca e consolidou relações duradouras com clientes, parceiros e colaboradores.
Eugênio Anísio reforça que a trajetória é resultado de um esforço coletivo: “O sucesso que conquistamos é fruto de um trabalho conjunto, de uma equipe comprometida e da confiança dos nossos clientes. E isso nos impulsiona a querer sempre mais, a continuar crescendo e inovando, sem nunca esquecer de onde viemos”.
Um dos exemplos mais representativos da consolidação e da continuidade do Grupo Rio está na trajetória de Eugênio Tadeu, filho do Sr. Eugênio. Desde a infância, ele acompanhou de perto cada etapa da construção do negócio. Cresceu dentro das lojas, entre carros e estoque de peças, absorvendo ensinamentos, disciplina e visão empresarial no convívio diário com os pais. “Eu nasci debaixo dos carros”, costuma dizer, ao traduzir a conexão profunda entre sua história de vida e a empresa.
Hoje, Eugênio Tadeu ocupa a diretoria comercial do grupo e desponta como um dos sucessores naturais na liderança. Com uma base conhecimento forte, tendo realizado o curso de formação de sucessores pela Stellantis, ele representa a união entre tradição e modernização, agregando visão estratégica, profissionalização e atualização constante aos processos do negócio.
Ao lado do irmão, Tamires Tadeu também tem construído uma trajetória de destaque. Formada em Direito, optou por aplicar seus conhecimentos dentro do próprio grupo. Atualmente, além de atuar no jurídico corporativo, exerce a função de diretora de Pós-Vendas na Rio Veículos, contribuindo diretamente para a excelência operacional e para o fortalecimento dos processos estratégicos.

Localizada na região central de Minas Gerais, Ouro Preto é um dos mais importantes conjuntos arquitetônicos coloniais do mundo, reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Seu traçado urbano irregular, adaptado às montanhas, e construções preservadas fazem da cidade um verdadeiro museu a céu aberto, onde arte, política e religiosidade se entrelaçam.
Para quem busca a melhor experiência, o período entre junho e setembro se destaca como o mais estratégico para visitação. Durante a estiagem, o clima mais seco e as temperaturas amenas favorecem caminhadas pelas ladeiras e garantem maior conforto para explorar tanto o centro histórico quanto as antigas minas abertas à visitação. Além disso, o céu limpo intensifica a percepção estética da cidade, valorizando o contraste entre as fachadas claras e os elementos em pedra e ouro.

O roteiro pela cidade começa, inevitavelmente, pelas igrejas barrocas, que concentram algumas das maiores expressões artísticas do período colonial brasileiro. A Igreja de São Francisco de Assis é um dos principais destaques, com projeto associado a Aleijadinho e pinturas de Mestre Ataíde. Já a Igreja de Nossa Senhora do Pilar impressiona pelo interior ricamente ornamentado em ouro, refletindo a opulência do período. A Matriz de Nossa Senhora da Conceição, além de sua relevância arquitetônica, abriga o túmulo de Aleijadinho, reforçando a dimensão simbólica da cidade para a arte nacional.
Além do patrimônio religioso, Ouro Preto oferece uma sólida rede de museus que ajudam a contextualizar a história local. O Museu da Inconfidência, situado na Praça Tiradentes, é essencial para compreender os desdobramentos da Inconfidência Mineira e o papel da cidade nesse episódio. A Casa dos Contos amplia essa leitura ao abordar aspectos econômicos e administrativos do período colonial, enquanto o Museu do Oratório apresenta uma coleção singular de arte sacra, revelando traços da religiosidade cotidiana da época.
Outro ponto alto da experiência está nas visitas às antigas minas de ouro, que oferecem uma perspectiva concreta sobre a atividade que originou a cidade. A Mina do Chico Rei proporciona uma imersão histórica ao narrar a trajetória de um dos personagens mais emblemáticos da região. Já a Mina da Passagem, localizada a poucos quilômetros, se destaca por sua dimensão e pela experiência de descida em carrinho, conduzindo o visitante por galerias que evidenciam a complexidade da mineração no século XVIII.



ǟ Igreja São Francisco de Assis: considerada a obra-prima de Aleijadinho, encanta pela fachada curva e pelo teto pintado por Mestre Ataíde que simula o céu.
ǟ Matriz de Nossa Senhora do Pilar: um dos templos mais ricos do Brasil, decorada com mais de 400 kg de ouro que brilham intensamente sob a luz das velas.
ǟ Museu da Inconfidência: instalado na antiga Casa de Câmara e Cadeia, guarda os restos mortais dos inconfidentes e objetos da vida colonial.
ǟ Igreja Santa Efigênia dos Pretos: erguida pela irmandade de negros, oferece uma visão única da fé e da resistência africana durante o período escravocrata.
ǟ Museu de Ciência e Técnica: localizado na histórica Escola de Minas, abriga um acervo mineralógico fascinante com cristais e equipamentos antigos.
Mais do que um destino turístico, Ouro Preto se consolida como um espaço de reflexão sobre identidade e patrimônio. Para o viajante contemporâneo, especialmente aquele que valoriza experiências com densidade cultural, a cidade oferece um equilíbrio raro entre contemplação estética e profundidade histórica.
Em Ouro Preto, cada percurso não é apenas um deslocamento geográfico, mas uma travessia simbólica por um dos capítulos mais decisivos da formação do país.
A tecnologia mudou a maneira como uma venda ocorre e, também, a relação entre vendedores e clientes. Se antes era necessário comparecer a uma concessionária para adquirir um automóvel, atualmente a maior parte do processo vem se tornando cada vez mais digital, desafogando colaboradores para que eles possam se concentrar nos processos onde o contato pessoal é mais fundamental.
Com a ajuda da Inteligência Artificial (IA), em poucos segundos, é possível pesquisar sobre o SUV que pretende adquirir, sanar dúvidas, agendar um test drive, buscar sugestões que se adaptem ao seu perfil e até finalizar a compra com um clique.
Nada nesse processo torna obrigatória uma ligação telefônica, troca de e-mails ou planilhas manuais. Esse cenário, que poderia parecer futurista há alguns anos, hoje é parte da rotina das empresas.
Segundo a pesquisa The State of AI in Early 2024, da McKinsey, a adoção de IA subiu para 72% globalmente. Empresas utilizam algum tipo de IA em seus processos, seja para automação, análise de dados ou relacionamento com clientes. No Brasil, o avanço é acelerado, especialmente em setores com uso intensivos de dados.
Atualmente, algoritmos inteligentes analisam informações, reconhecem padrões, aprendem com experiências passadas e

apoiam decisões estratégicas. Em diversos segmentos, a IA já é um fator decisivo de competitividade, eficiência e inovação — e o mercado automotivo, especialmente no universo dos concessionários, é um dos exemplos mais claros dessa transformação.
Mais do que substituir tarefas humanas, as aplicações de IA ampliam capacidades, reduzem falhas operacionais e oferecem experiências mais personalizadas ao consumidor. E claro, tende a reduzir custos, à medida que a eficiência aumenta.
Uma das aplicações mais visíveis da IA nas concessionárias está no atendimento. Com chatbots se tornando cada vez mais inteligentes, sendo integrados a sites, aplicativos de mensagens e redes sociais, se tornando cada vez mais eficazes em responder dúvidas frequentes, agendar test drives, informar disponibilidade de veículos e até iniciar processos negociais de venda.
Dados de mercado indicam que o uso de assistentes virtuais pode reduzir em até 30% o tempo médio de atendimento e aumentar significativamente a taxa de resposta a leads. Além disso, esses sistemas operam 24 horas por dia, 7 dias por semana, permitindo que as equipes humanas concentrem esforços em negociações mais complexas e de fundo de funil e no fortalecimento do relacionamento com o cliente.
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Mais do que substituir tarefas humanas, as aplicações de IA ampliam capacidades, reduzem falhas operacionais e oferecem experiências mais personalizadas ao consumidor. E claro, tende a reduzir custos, à medida que a eficiência aumenta. “

Concessionários lidam com grandes volumes de dados: histórico de vendas, perfil dos clientes, sazonalidade, desempenho de campanhas e giro de estoque.
Ferramentas baseadas em IA vêm sendo construídas e evoluindo para analisar essas informações de forma inteligente, identificando padrões e correlações que demoraram muito mais tempo para serem percebidos, ou até mesmo notadas, em análises humanas e manuais. Com isso, algumas decisões passam a ser mais rápidas e eficientes: prever a demanda por determinados modelos, definir estratégias comerciais com mais precisão, planejar campanhas de marketing mais assertivas e até ajustar a gestão da empresa de maneira mais ampla.
A personalização é outro diferencial impulsionado pela Inteligência Artificial.
Cada vez mais tecnologias vêm sendo construídas para prever e se aperfeiçoar ao comportamento do consumidor. São sistemas inteligentes que conseguem sugerir veículos, versões, condições de pagamento e serviços adicionais mais alinhados ao perfil dos consumidores. Uma abordagem ainda em expansão que pode aumentar as taxas de conversão e melhorar a experiência de compra.
No varejo automotivo, soluções de recomendação baseadas em IA poderão em breve demonstrar maior crescimento relevante no engajamento do cliente, aumentando a probabilidade do fechamento de negócios.
Manter o estoque equilibrado é um dos grandes desafios do setor automotivo. Excesso de veículos imobiliza capital; falta de modelos gera perda de vendas. A IA atua diretamente nesse ponto ao cruzar dados históricos de vendas, tendências de mercado, sazonalidade e fatores externos, como períodos promocionais ou mudanças econômicas. Com previsões mais precisas, as montadoras e as concessionárias conseguem reduzir estoques ociosos, melhorar o giro dos veículos e otimizar o uso
do espaço físico. Em alguns casos, a adoção de modelos preditivos resulta em reduções significativas nos custos operacionais ligados à gestão de estoque.
No pós-venda, tem-se trabalhado cada vez mais em aplicações de IA que analisam dados de uso dos veículos, histórico de revisões e falhas recorrentes para antecipar necessidades de manutenção.
Uma abordagem nova, que vem sendo estudada para possibilitar manutenções preditivas, oferecer serviços no momento certo e evitar que pequenos problemas se tornem falhas graves. Além de elevar a satisfação do cliente, essa inteligência poderá em breve ajudar todas as concessionárias a planejar melhor suas oficinas, organizar agendas, prever demandas por peças e melhorar a eficiência operacional.
A adoção da Inteligência Artificial traz ganhos claros para os concessionários: maior eficiência operacional, redução de custos, decisões baseadas em dados e melhoria consistente no relacionamento com o cliente. Em um mercado cada vez mais competitivo, essas vantagens se traduzem em diferenciação e sustentabilidade do negócio.
Profissionais passam a atuar de forma mais estratégica, apoiados por informações qualificadas. As aplicações já são uma realidade e tendem a se expandir ainda mais nos próximos anos e se tornarem mais avançadas.
O avanço dessas tecnologias indica um futuro em que a IA poderá estar presente em praticamente todas as concessionárias, apoiando desde o primeiro contato com o cliente até o pós-venda. Sistemas inteligentes poderão auxiliar na análise de comportamento de compra, prever demandas, otimizar estoques, personalizar ofertas e tornar o atendimento cada vez mais ágil e eficiente.
Nesse cenário, concessionárias que incorporarem a IA de forma eficiente e estratégica estarão mais preparadas para responder às transformações do mercado. Investir nessas soluções não significa apenas acompanhar uma tendência tecnológica, mas preparar o negócio para um futuro em que dados e automações serão parte central da gestão.















