No ano em que a ExpoFlorestal volta a a rmar-se como o grande evento da oresta em Portugal, o Jornal O cial da Expo orestal ouviu José Manuel Fernandes, Ministro da Agricultura e Mar, sobre os principais desa os do setor. Da execução do Plano de Intervenção para a Floresta 2025-2050 ao nanciamento do setor, da prevenção dos incêndios à recuperação dos ecossistemas afetados por fenómenos extremos, passando pela inovação, digitalização, bioeconomia e mercados de carbono, a entrevista traça o olhar do Governo sobre uma leira estratégica para o território, para a economia rural e para o futuro da oresta nacional.
Diretora Catarina Gusmão
Subgerente Luís Seatra
Ministro da Agricultura e Mar
A CarmoFarm desenvolve soluções agrícolas e florestais para apoiar a agricultura moderna. Atuamos em pomares, vinhas, olivicultura, amendoal e culturas tropicais, oferecendo materiais e técnicas que facilitam o trabalho do agricultor.
Com base na madeira e em décadas de experiência, criamos estruturas duráveis, seguras e sustentáveis.
A nossa missão é disponibilizar as melhores técnicas e materiais e acompanhar o desenvolvimento dos mesmos para melhorar e facilitar o trabalho do agricultor
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Entrevista
José Manuel Fernandes Ministro da Agricultura e Mar
“O Governo pretende estimular a produção, a transformação e a bioeconomia florestal”
Passado o primeiro ano de implementação do Plano de Intervenção para a Floresta 2025-2050, que balanço faz o Ministério da execução das ações previstas para 2025 e qual o grau de execução física e financeira?
O primeiro ano do Floresta 2050 foi um ano de arranque sólido e que nos permite ter confiança na estratégia assumida para os próximos 25 anos da floresta nacional. São 6,5 mil milhões de euros que encontram tradução direta em quatro pilares estratégicos e 19 medidas. O ano de 2025 foi particularmente exigente, onde operámos num contexto marcado por fenómenos climáticos extremos, que testaram a nossa resiliência. No pilar da Resiliência focado para a mitigação de riscos e adaptação às alterações climáticas, avançámos com a maior renovação de meios operacionais e equipamentos para gestão de combustível das últimas décadas. Num esforço de cerca de 52,5 milhões de euros, no âmbito da reprogramação do PRR. Estamos, neste momento, a finalizar a entrega de mais de 480 equipamentos a autarquias, comunidades intermunicipais e organizações de produtores florestais, assim como a reforçar os meios do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF, I.P.).
Pela primeira vez, desde que o Programa de Sapadores Florestais foi criado, procedeu-se à renovação completa dos equipamentos moto-manuais destes operacionais. Mais de 2000 motorroçadoras foram entregues a estas equipas, para melhorar as suas condições de trabalho e a sua produtividade. Também atualizámos o Programa de Sapadores Florestais, aumentámos os valores de financiamento por equipa, simplificámos procedimentos e assegurámos a aquisição de mais dias de serviço público.
Desenvolveu-se ainda o programa de apoio à redução da carga combustível através do pastoreio extensivo, que tem como objetivos a redução da suscetibilidade a incêndios rurais, promover uma gestão ativa e sustentável do território que permita a redução das emissões de gases com efeito de estufa, criando condições mais favoráveis para se alcançarem os objetivos climáticos nacionais, designadamente os previstos no Plano Nacional de Energia e Clima 2030.
Este Programa é composto por quatro medidas simplificadas, pagas pelo IFAP com financiamento pelo Fundo Ambiental, com uma dotação anual de 30 milhões de euros.
No pilar da Valorização, em que se pretende estimular a produção, a transformação e a bioeconomia
florestal, temos programas como o Floresta Ativa, um programa que criámos para apoio à gestão florestal em territórios de minifúndio e que, num primeiro aviso de 4 milhões de euros, ultrapassou a dotação, abrangendo mais de 1700 proprietários e uma área de intervenção superior a 6400 hectares.
Podemos também falar das Operações Integradas de Gestão da Paisagem, em que através de uma reprogramação conseguimos antecipar o cumprimento da meta PRR e dar mais tempo de execução às Entidade gestoras destes projetos. São 60 destas intervenções a executar trabalhos numa área contratualizada de 100 mil hectares. A isto somam-se 22 novas OIGP, agora com um modelo reforçado e focadas na região afetada pela tempestade Kristin, que nos vão permitir, juntamente com os Municípios, acelerar a resposta à recuperação das áreas afetadas e dos ecossistemas florestais daquela região. Estamos a falar de 40 milhões de euros de PRR alocados a este projeto.
Também na prevenção os números são claros: em 2025 executaram-se 8 136 hectares de rede primária, 16 204 hectares de mosaicos e faixas e 1 337 quilómetros de rede viária florestal. Ao nível do fogo controlado foram executados desde o dia 1 de Janeiro, 1715 hectares, tendo os mesmo sido apoiados num aviso no montante de 720 mil euros, a que acrescem mais 3700 hectares de queimadas extensivas no âmbito de práticas silvopastoris.
No Pilar da Propriedade estamos a desenvolver um trabalho conjunto como outras áreas governativas, tendo sido já publicado um diploma que reforça os mecanismos de resolução de partilhas, facilitando a
divisão de terrenos e imóveis quando existe impasse entre herdeiros.
Tendo em conta o histórico dos últimos cinco anos e a legislação atualmente em vigor, em que durante os períodos de alerta é proibido às empresas do setor o trabalho na floresta, quer por despacho ministerial quer por falta de resposta dos municípios, conduzindo ao prejuízo de milhões de euros, que resposta prevê o Governo para mitigar esse impacto económico?
Este é um tema que o Governo acompanha com atenção e sentido de responsabilidade. A proteção de vidas humanas e a prevenção de catástrofes impõem limitações operacionais que não podemos dispensar. Isto não quer dizer que sejamos insensíveis aos custos económicos que essas restrições podem implicar, mas quando é necessário fazer escolhas, quero ser muito claro, a nossa prioridade é e será sempre a salvaguarda de pessoas e bens.
Este é de facto um assunto que nos preocupa e ao qual estamos atentos. Nesse sentido, o ICNF está a desenvolver uma plataforma digital que simplificará a tramitação dos pedidos de autorização junto das câmaras municipais, possibilitando uma apreciação mais rápida e informada. Esta solução permitirá, quando estejam reunidas as condições de segurança exigidas, autorização para operar em horários diferenciados.
O acesso ao financiamento e aos incentivos para a gestão florestal continua a ser
apontado como uma dificuldade por muitos produtores, empresas e proprietários. Que medidas concretas estão previstas para ajudar a encontrar fontes de financiamento para a gestão florestal para além das já previstas no PEPAC?
O financiamento da floresta não pode depender exclusivamente de um único instrumento ou de um único ciclo de programação europeia. Essa é uma convicção que orienta a nossa abordagem.
Para além dos apoios já disponíveis via PEPAC, e dois direcionados à floresta estarão disponíveis brevemente, as medidas C.3.2.5 “Promoção dos Serviços de Ecossistemas” e a C.3.2.6 “Melhoria do valor Económico das Florestas”, num valor a rondar os 30 milhões de euros, o Governo tem trabalhado e apresentado outros programas que vão ao encontro dos objetivos muito específicos e identificados pelo setor como essenciais.
Já mencionei o programa Floresta Ativa e menciono agora um outro exemplo de um programa que desenhámos e teve uma adesão brutal, muito superior ao que esperávamos, o programa Mais Floresta, que vem apoiar a aquisição de equipamentos de gestão de combustíveis por pequenas e médias empresas.
Já reforçamos duas vezes a dotação do programa e de um aviso que inicialmente disponibilizava 9 milhões de euros, estamos neste momento a alocar cerca de 28 milhões de euros disponibilizados, para garantir o máximo de candidaturas aprovadas.
Ao mesmo tempo que contamos com estes programas mais direcionados e com o próprio PEPAC, olhamos
Queremos assegurar que os proprietários e gestores florestais vejam no Estado um verdadeiro parceiro “
também com atenção para aquilo que são as novas fontes de financiamento da floresta e a que o setor deve estar atento.
Questões como o mercado voluntário de carbono, os créditos de biodiversidade, a remuneração por serviços de ecossistema e outras formas de remunerar os bens e serviços que muitas vezes os mercados tradicionais não valorizam e devem ser encarados como uma forma complementar de garantir rendimento para os produtores florestais.
Nesse sentido, estamos a desenvolver trabalho, juntamente com o Ministério do Ambiente e Energia, para encontrar respostas que valorizem o setor florestal nacional, seja dentro daquilo que são as metodologias do mercado voluntário de carbono, seja no Plano Nacional de Restauro da Natureza.
Reconhece-se hoje a necessidade de florestação e recuperação de ecossistemas degradados como uma prioridade para o setor, tendo-se agravado a situação com as tempestades ocorridas. Que medidas extraordinárias prevê o Governo para acelerar o cumprimento dessa necessidade?
A tempestade Kristin veio, em certo ponto acelerar, aquelas que eram necessidades já identificadas e introduzir uma nova camada de urgência à concretização das mesmas. Falamos do fenómeno meteorológico mais severo de que há registo em Portugal, com cerca de 30 mil hectares afetados na região Centro e impactos particularmente graves no Pinhal de Leiria e outras Matas Nacionais.
No âmbito do Plano Nacional do Restauro da Natureza está perfeitamente identificada a necessidade de recuperar muitas das áreas que nas últimas décadas têm sido afetadas por fenómenos extremos e que carecem de uma particular atenção no que diz respeito aos espaços florestais.
A resposta do Governo, foi rápida, em menos de seis semanas foi aprovado um regime excecional de intervenção na propriedade florestal privada, que permite garantir que mesmo, em casos de inação dos proprietários, existe uma base legal para que o estado possa, em nome do interesse público e da segurança de pessoas e bens, intervir em propriedade de terceiros e efetuar a necessária remoção de material afetado e respetiva estabilização.
Além disso, foram mobilizados 40 milhões de euros do PRR para 22 novas OIGP nas áreas mais afetadas e está a ser criada uma linha de crédito de 35 milhões de euros para apoiar a indústria florestal na gestão do volume excecional de madeira derrubada. Em simultâneo já temos legislação nesse sentido, para a criação de espaços temporários para acondicionamento de material lenhoso (madeira e biomassa florestal), uma necessidade urgente para garantir a gestão eficiente do volume excecional de madeira afetada que se encontra naquela região. Graças à articulação no terreno, já desobstruímos cerca de 10 mil quilómetros de rede viária na zona Centro. Estamos a trabalhar na prevenção e numa ação concreta junto das autarquias, empresas e cidadãos.
A inovação, a digitalização e os mercados ligados ao carbono e à bioeconomia estão a transformar o setor florestal a nível global. Que papel pretende Portugal assumir nesta transformação e que oportunidades concretas o Governo quer potenciar?
Portugal tem condições para assumir uma posição de referência na floresta do futuro.
Temos fileiras relevantes, capacidade científica instalada e uma estratégia de longo prazo que envolve a academia, os produtores, as associações e a indústria. O Plano Floresta 2050 resulta em boa parte já da coligação de esforços entre todos estes parceiros para identificar desafios e respostas para esse futuro.
Ao nível da modernização e da digitalização, o Floresta 2050 marca claramente a aposta que estamos a fazer em plataformas digitais para a gestão florestal e para a simplificação de procedimentos, para uma resposta operacional mais rápida e eficiente. Ao mesmo tempo, a utilização de tecnologias de deteção remota aplicadas à monitorização fitossanitária e na avaliação do risco de incêndio é para nós uma prioridade clara. Na bioeconomia e nos mercados de carbono, o caminho também está definido. O aviso de 10 milhões de euros que lançámos para a bioeconomia florestal é um primeiro passo e posso também adiantar que está a ser trabalhada uma nova metodologia para o mercado voluntário de carbono, que privilegia a gestão florestal e não apenas as novas florestações.
Mas o objetivo estratégico é mais amplo, queremos garantir que os produtores, os proprietários e gestores florestais vejam e saibam que têm no Estado um verdadeiro parceiro.
Moviter em força na ExpoFlorestal
A Moviter marca presença na ExpoFlorestal 2026 com uma extensa gama de soluções para os setores florestal, de biomassa e do apoio agrícola. As estreias nacionais do harvester John Deere 1270H de oito rodas e do forwarder 1610G lideram uma mostra que junta ainda as cabeças Waratah, os equipamentos Hitachi, a compostagem JT RecTec, o processamento de resíduos
Doppstadt e soluções da Gehl, Avant, Hürlimann, Iseki e Barbieri.
Apresença da Moviter na ExpoFlorestal 2026 foi pensada para mostrar soluções em exposição e em contexto real de utilização, para diferentes fases das operações florestais e não só: abate, processamento, rechega, transporte, movimentação de terras, gestão de biomassa, compostagem e manutenção de espaços agrícolas e florestais. Essa leitura acompanha a própria amplitude do portfólio da empresa, representante em Portugal de marcas como John Deere Forestry, Waratah, Hitachi, Doppstadt, Gehl, Avant, Hürlimann e Iseki.
Dois modelos John Deere em estreia nacional
O destaque principal vai para duas apresentações nacionais da John Deere. A primeira é a John Deere 1270H de 8 rodas, equipada com uma cabeça H424. É um harvester de gama profissional, com um motor 6090 de 9,0 litros de cilindrada, uma potência máxima de 220 kW (299 cv) e um binário de 1445 Nm. A configuração de 8 rodas acrescenta tração, estabilidade e capacidade de progressão em condições exigentes. A cabeça H424 reforça essa vocação produtiva. Com capacidade de corte até 620 mm e u ma abertura máxima dos rolos de 640 mm é uma solução ajustada a desbastes tardios e cortes finais, mantendo precisão no processamento.
A segunda estreia nacional é o John Deere 1610G, um forwarder (autocarregador) com 16 a 18 toneladas de capacidade de carga. A área de carga de 6,1 m² e a grua CF7S XI Power+ colocam-no no centro da oferta para o transporte de madeira em cenários profissionais.
A Moviter aposta numa extensa gama de soluções para os utilizadores profissionais
Cabeças Waratah
Nas cabeças processadoras, a Moviter apresenta as Waratah H212 e H216, duas soluções distintas dentro da Série 200. A H212 é a opção mais compacta: pesa 770 kg e oferece uma capacidade de corte de até 520 mm. É uma cabeça vocacionada para abates iniciais, processamento e trabalhos onde a agilidade conta tanto como a força. Já a Waratah H216 sobe o patamar. Com 1495 kg de peso e uma capacidade de corte até 750 mm, dirige-se a operações mais exigentes. A sua presença associada a uma escavadora Hitachi ZX210-7 mostra também ser uma boa alternativa ao harvester clássico. Aliás, a Hitachi ZX210-7 surge mesmo como uma das bases mais relevantes da exposição. Disponibiliza 166 cv de potência, um peso operativo entre os 21 900 e os 23 900 kg e assegura uma profundidade de escavação entre os 6180 e os 6670 mm. Uma solução versátil, que pode ser utilizada em diferentes cenários, da floresta ao apoio à agricultura na floresta, as vantagens da ZX210 são a robustez, o sistema hidráulico Hitachi e a largura de 2,10 metros.
Na área ambiental, o revolvedor de composto elétrico JT RecTec introduz outro tema forte: a compostagem de leiras com propulsão elétrica e funções semiautónomas. Esta proposta destaca-se pelo menor ruído, pela ausência de emissões locais e pela redução das necessidades de manutenção.
Já a trituração móvel fica a cargo do Doppstadt CoreShred 250, um modelo compacto da Core Shredder Line. Trata-se de um triturador de dois veios, com chassis de
rastos, transporte por hook lift e sistema de troca rápida dos veios.
Oferta alargada
A Moviter completa a presença com uma Hitachi ZX95 com um destroçador Herkulis, uma Gehl de rastos, equipamentos Avant, tratores Hürlimann e soluções da Iseki e da Barbieri, reforçando assim a ideia central desta participação: levar à ExpoFlorestal uma oferta muito completa, tecnicamente coerente e próxima das exigências reais dos operadores.
Programa 2026
29 DE MAIO
(Sexta-feira)
» 10h00 – 12h30
Campanha de sensibilização ‘A Raposa Chama’
Campanha de prevenção de incêndios dedicada a crianças
Organização: AGIF
Local: Auditório principal
» 10h30
Abertura oficial
Participação da Banda JOBRA
Cerimónia com presença do Sr. Ministro da Agricultura e Mar e do Presidente do Município de Albergaria-a-Velhas
Organização: EF2026
Local: Entrada
» 14h30 – 15h30
Mesa Redonda:
A digitalização como motor da eficiência e da competitividade
Debate sobre a importância da digitalização para melhorar a competitividade do setor florestal em Portugal
Organização: Forestwise
Local: Auditório principal
» 15h30 – 16h30
A Resiliência aos Incêndios
O Papel Presente e Futuro das OIGP’s
Discussão com enfoque na urgência da limpeza da floresta, na necessidade de união de esforços entre todas as entidades envolvidas, no apoio à execução das OIGP’s — quer ao nível da limpeza, quer da alteração da paisagem — e ainda na implementação da OIGP 2.0, centrada na limpeza da floresta após eventos críticos.
Organização: Legendary Evolution
Local: Auditório principal
» 16h00 – 17h00
Melisafe - avanços tecnológicos no combate à vespa asiática
Os impactos da vespa asiática na atividade apícola, os resultados do projeto Melisafe e a esperança resultante da aplicação tecnológica no processo.
Organização: FNAP / Melisafe
Local: Stand ANEFA
» 16h30 – 17h30
Gigantes Verdes
O papel das árvores de grande porte na ação climática, na biodiversidade e na valorização do território e a capacitação de Embaixadores para a sua identificação e preservação.
Organização: PEFC PT e Gigantes Verdes
Local: Auditório principal
» 17h00 – 17h30
Compreende
a tua Terra e Atua
A Minha Terra - O sítio onde proprietários compreendem, gerem e atuam para a sustentabilidade da sua terra. A nossa missão é desbloquear o potencial do território para os proprietários e o país.
Organização: LandOS
Local: Stand ANEFA
» 17h30 – 18h00
GNSS Trimble para Cadastro e SIG
Georreferenciação Trimble GNSS com Trimble
Catalyst DA2 e Software TerraFlex - Cadastro e SIG Florestal
Organização: TerraGes
Local: Auditório principal
» 18h30 – 20h00
Sunset na floresta
Atuação DJ
Organização: EF2026
Local: Espaço Restauração
30 DE MAIO
(Sábado)
» 10h30 – 11h30
Sessão técnica
As tecnologias da prevenção à recuperação de incêndios
O potencial da aplicação de tecnologia em várias fases dos incêndios rurais: Na vigilância e deteção, no apoio ao combate e na preservação de provas
Organização: Bomb. Alb. e Proteção Civil
Local: Auditório principal
» 11h30 – 12h30
Florestas Digitais - Sistema
Informático Integrado para Supervisão, Controlo e Monitorização das Florestas
O desenvolvimento de sistemas de supervisão, controlo e monitorização das florestas é fundamental para garantir a sustentabilidade ambiental, a eficiência operacional da gestão florestal e a proteção contra ameaças externas. Estas tecnologias permitem um acompanhamento em tempo real, disponibilizando dados concretos e fiáveis para a tomada de decisões estratégicas e para o cumprimento da legislação.
Organização: Dephos Group
Local: Auditório principal
» 11h00 – 11h30
Laser Scanners e a sua utilização em floresta
Laser Scanner para Inventário Florestal –Tecnologia de varrimento laser para captura massiva de dados dendrométricos
Organização: TerraGes
Local: Stand ANEFA
» 11h30 – 12h30
Melisafe - avanços tecnológicos no combate à vespa asiática
Os impactos da vespa asiática na atividade apícola, os resultados do projeto Melisafe e a esperança resultante da aplicação tecnológica no processo.
Organização: FNAP / Melisafe
Local: Stand ANEFA
» 12h30 – 13h30
Inovação na Floresta
O objectivo desta sessão é apresentar exemplos de práticas e equipamentos inovadores no
âmbito da gestão e da produção florestal
Organização: CAP
Local: Auditório principal
» 14h30 – 15h00
MapCore
GNSS para Cadastro Florestal
Organização: Prisma Neptuniano
Local: Stand ANEFA
» 14h30 – 15h30
Mesa Redonda: A bioeconomia no setor florestal - Da valorização dos recursos à criação de valor
A bioeconomia no setor florestal é uma oportunidade para acrescentar valor aos produtos com origem na floresta e, desta forma, contribuir para a sua gestão, eficiência operacional e sustentabilidade.
Organização: Forestwise
Local: Auditório principal
» 15h00 – 16h00
Digitalização
georreferenciada na Floresta
Venha descobrir como a Floresta está a utilizar os Sistemas de Informação Geográfica para modernizarem a resposta aos desafios de um técnico de campo
Organização: ESRI
Local: Stand ANEFA
» 15h30 – 16h30
Workshop/Colóquio ‘Do gene ao hectare’
Do gene ao hectare: resultados dos projetos de melhoramento florestal em pinheiro da Sonae Arauco
Organização: SONAE ARAUCO
Local: Auditório principal
» 16h30 – 17h30
O que vamos fazer se formos obrigados a parar este verão?
Reunião aberta a todas as empresas do setor para discutir as paragens forçadas no verão e definir uma resposta coletiva caso a nova legislação as venha a impor este ano. Num setor que estimou perdas superiores a 100 milhões de euros em 2025.
Organização: ANEFA
Local: Auditório principal
» 17h30 – 18h00
Laser Scanners e a sua utilização em floresta
Laser Scanner para Inventário Florestal –Tecnologia de Varrimento Laser para Captura Massiva de Dados Dendrométricos
Organização: TerraGes
Local: Auditório principal
» 18h00 – 18h30
Monitorização Florestal: Integração de Dados de Deteção Remota e Automação no Apoio à Decisão
Descubra como a integração de satélite e drone pode reforçar a monitorização e gestão florestal, combinando detalhe local com visão de larga escala. Conheça ainda o potencial do plugin MINDED-FBA na deteção de áreas ardidas e monitorização de fogo técnico, queimas e queimadas.
Organização: Centro de Estudos do Ambiente e do Mar, Departamento de Ambiente e Ordenamento, Universidade de Aveiro
Local: Auditório principal
» 18h30 – 20h00
Sunset na floresta
Atuação DJ
Organização: EF2026
Local: Espaço Restauração
31 DE MAIO
(Domingo)
» 11h30 – 12h30
Melisafe avanços tecnológicos no combate à vespa asiática
Os impactos da vespa asiática na atividade apícola, os resultados do projeto Melisafe e a esperança resultante da aplicação tecnológica no processo.
Organização: FNAP / Melisafe
Local: Auditório principal
» 11h00 – 12h00
Monitorização Florestal: Integração de Dados de Deteção Remota e Automação no Apoio à Decisão
Descubra como a integração de satélite e drone pode reforçar a monitorização e gestão florestal, combinando detalhe local com visão de larga escala. Conheça ainda o potencial do plugin MINDED-FBA na deteção de áreas ardidas e monitorização de fogo técnico, queimas e queimadas.
Organização: Centro de Estudos do Ambiente e do Mar, Departamento de Ambiente e Ordenamento, Universidade de Aveiro
Local: Stand ANEFA
» 12h30 – 13h00
MapCore
GNSS para Cadastro Florestal
Organização: Prisma Neptuniano
Local: Auditório principal
» 15h00 – 16h00
Cantares Tradicionais
Rancho Folclórico ‘Sérgio…’
Organização: EF2026
Local: Auditório principal
» Encerramento
Expositores e Participantes
2Bforest, Lda
Abastena - Sociedade Abastecedora de Madeiras, S.A.R.L
Abolsamia - Edição e Comunicação, Lda (*)
ACT - Autoridade para as Condições do Trabalho, Centro Local do Baixo Vouga
AEAAV - Agrupamento de Escolas de Albergaria-A-Velha
AFBV - Associação Florestal do Baixo Vouga
Afonso O. Costa - Fábrica de Máquinas Agrícolas e Florestais, Lda
AGIF - Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, I.P. (*)
Agricortes - Comércio de Máquinas e Equipamentos S.A
Agripec
Agristarbio, Environmental Solutions, Lda
Agriterra - Informação profissional para a agricultura (*)
Agropeixoto - Comércio de Máquinas Agrícolas e Industriais, Lda
AIMMP - Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal
Alberto de Luís Loureiro (GALICIA INVENTA)
Altri Florestal, S.A
Anadiplanta, Lda
ANEFA - Associação Nacional das Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente
Apcer Certificação S.A
Arjun - Maquinaria e Equipamentos, Lda
Arménio Pereira de Sousa - Comércio e Reparação de Equipamentos Agrícolas, Lda
Art - Corretores Seguros, S.A
Ascendum Máquinas e Equipamentos, Unipessoal, Lda
Associação BioLiving
Associação Cabeço Santo - Recuperação Ecológica e Paisagística
Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-A-Velha
Associação para a Certificação Florestal do Baixo Vouga
ASTURFORESTA
Atronia, Lda
Auto Henrique Braz & Filhos, Lda
Bioflorestal, S.A
Biond - Associação das Bioindústrias de Base Florestal BR 26 Unipessoal, LDA
CAP – Confederação dos Agricultores de Portugal (*)
Carfogo - Comércio de Artigos de Protecção e Segurança, Lda
Carlos A. Fontes
CarmoFarm
Celfor Ibérica, Lda
Centro PINUS - Associação para a Valorização da Floresta de Pinho
Centrocar - Centro de Equipamentos Mecânicos S.A
Cerna
CESAM, Departamento de Ambiente e Ordenamento, U. Aveiro
Cimertex - Sociedade de Máquinas e Equipamentos, S.A
Clube Produtores Florestais - The Navigator Company
CoLAB ForestWISE
Comércio de Máquinas (*)
Crédito Agrícola
Cutplant Solutions, S.A
Dephos Group (*)
DMCAR, Lda
Duromin - Equipamentos Para Minas, Pedreiras e Obras Públicas, Lda
Ecotoro Energia, Lda.
EFI Comercial, Unipessoal Lda
Engenharia José Figueira, Lda
ESAC - Escola Superior Agrária de Coimbra
Esri Portugal
Fabião & Harteley, Lda
Feima - Fabrico Máquinas e Equipamento Industrial, Lda
Fernando da Silva Dias, Unipessoal, Lda
Fersilca - Fernando Manuel Silva Campos
Fjs, Unipessoal, Lda
Forestcorte Máquinas, S.A
Forestis - Associação Florestal de Portugal
Fravizel - Equipamentos Metalomecânicos, S.A
FSC Portugal
GIPS - Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro
GNR - Guarda Nacional Republicana
Gruman - Gruas de Mangualde, Lda / EMSA
Hansa-Flex Portugal, Unipessoal, Lda
Hephaesnus, Lda
Herkulis - Equipamentos Agrícolas e Florestais
Hidrorep - Comércio de Hidráulica e Pneumática, Unipessoal, Lda
HITRAF - Máquinas Agrícolas e Florestais, Lda
HRV - Equipamentos de Processo S.A
Hubel Verde - Engenharia Agronómica S.A
ICC - Indústrias e Comércio de Calçado, S.A.
Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P.
Invepe - Indústria de Veículos Pesados, S.A
J. Costa - Máquinas, Unipessoal, Lda
Patrocinadores Gold
Patrocinadores Silver
Jumaq - Sociedade de Aluguer de Máquinas e Transportes, Lda
Lecitrailer Portugal, S.A
Legendary Evolution, Lda (*)
Liptoflor, S.A
Luso Finsa - Indústria e Comércio de Madeiras, S.A
Manuel Pedreiras & Filhos, Lda Márcio Pereira
MCoutinho Porto - Comércio de Automóveis S.A Methodus - Mediação de Seguros, Lda Michaelis & Martins, Lda
Minho Form - Formação Profissional e Consultoria, Lda MotoG Machines, Unipessoal, Lda Moviter - Equipamentos S.A
Município de Albergaria-a-Velha Município de Mortágua
Mycsa Portugal
Novagril Liscampo, S.A
Olipes, S.L.
PEFC Portugal
Pewag Portugal - Comércio de Produtos e Equipamentos Industriais, Lda
PILANA Group a.s.
Pinto & Cruz - Motores e Equipamentos, S.A
Pousamil - Componentes e Máquinas Industriais S.A
Prisma Neptuniano, Unipessoal, Lda
RESIPINUS - Associação de Destiladores e Exploradores de Resina
Sabores da Praça
Seac - Sociedade de Equipamentos Agrícolas do Centro, Lda
SERQ - Centro de Inovação e Competências da Floresta
Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente - SEPNA
Sociedade Agricola e Pecuaria Melo & Cancela, Lda
Socimavis - Comércio e Reparação de Máquinas, Lda
Sonae Arauco Portugal, S.A
Sorrisos & Aplausos, Unipessoal, Lda
STET - Sociedade Técnica de Equipamentos e Tractores, S.A
STIHL
Suministros Europa Parts S.L.
TerraGes, Lda
Tijardim - Equipamentos de Jardim, Lda
Torre Marco-Comércio de Tractores e Alfaias Agrícolas, S.A.
Toscca - Equipamentos em Madeira, Lda
Tracto-Lena, S.A
Transfialense S.A
Travocar - Lubrificantes, Lda
União Desportiva de Valmaior
UTAD - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Veiga & Silva, Lda
Wood First - Unipessoal, Lda
Wood-Mizer Industries Sp..z o.o.
Zona Fogo
(*) Sem Stand
Em exposição na ExpoFlorestal
ALBERGARIA-A-VELHA
29-31 de maio 2026
[VISITE-NOS]
1270H MAIS QUALIDADE DE TRABALHO E PRODUTIVIDADE
Com um motor eficiente, uma lança robusta e um sistema hidráulico evoluído, o novo 1270H traz mais produtividade e uma melhor eficiência no consumo de combustível. O bloqueio ativo do chassis garante maior estabilidade e amplitude de trabalho. A cabina, com um ângulo de rotação de 220 graus, assegura excelente visibilidade sobre a área de trabalho. Com o 1270H é possível trabalhar mais tempo, sem paragens. Uma nova referência no setor dos equipamentos para a floresta.