Em “A Gosto”, Ana de Andrade abre caminho para que o olhar contemple, questione e sinta. Suas obras, entre colagens vibrantes, bordados intuitivos e pinceladas expressivas, nos conduzem por territórios onde o gosto deixa de ser norma para se tornar linguagem de resistência e prazer. A artista cria um universo em que a estética é vivência, não imposição, propondo que ao leitor que reencontre, sem culpa, o seu próprio gosto — e o saboreie.