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RIO E SUL FLUMINENSE
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07.OUT.23
INSIDE-OUT
BUSINESS
por Bruno Rezende
CEO da 4intelligence
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ECONOMIA
Castro cobra decisão de Haddad sobre RRF
[ SEGURANÇA PÚBLICA]
Os impactos da IA no setor de varejo A importância do varejo para a economia global é indiscutível. Apesar da crise mundial, o setor continua crescendo em ritmo acelerado, com o total de vendas que deve ultrapassar os US$ 30 trilhões este ano, de acordo com um estudo da Juniper Research. No Brasil, o mercado movimentou R$ 812 bilhões em 2022.
Apostar em inteligência artificial é uma alternativa para quem quer sair na frente. Este contexto vem pressionando as empresas a avaliar rapidamente diferentes cenários e tomar decisões que impulsionem os negócios. *Bruno Rezende é economista, especialista em finanças, e CEO da intellingence, startup especializada em ciência da decisão. Leia completo em www.doctv.com.br
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Insegurança custa R$ 8 bi por ano Em Brasília, Governador explica a Haddad que RJ não tem como pagar O governador Cláudio Castro, afirmou nesta terça-feira (3), em Brasília, que o estado não tem condições de seguir com os pagamentos previstos do Regime de Recuperação Fiscal (RRF). A estimativa é que o Rio tenha que pagar R$ 8 bi no ano que vem, de um total de R$ 151 bi. Segundo Castro, o estado pode sofrer de novo com “atraso de salário” (de servidores) e “quebradeira” (de empresas) se as negociações não avançarem.
— Eu entendo as dificuldades que o ministro também tem, mas se não avançarmos nisso, é quebradeira de novo dos estados, que já estão em situação difícil. O nosso problema é um problema que vai causar fome no estado, vai causar atraso de salário e isso é algo que não podemos deixar acontecer de forma alguma — afirmou Castro. Em 2022, a perda de arrecadação no Rio foi de cerca de R$ 3,6 bi. A previsão de perda 2023 é de aproximadamente R$ 10 bi.
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Os consumidores estão cada vez mais bem informados e se tornaram protagonistas de seu consumo, utilizando novos critérios para decidir onde gastam seu dinheiro e com a expectativa de disponibilidade imediata.
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SETORES DE COMÉRCIO, TURISMO E INDÚSTRIA SÃO OS MAIS AFETADOS A crise eterna da Segurança tem custado caro para o Rio de Janeiro. De acordo com estimativa de economistas, baseada em atualização de dados da Firjan e CNI, os setores de Comércio, Turismo e Indústria são os mais afetados pela insegurança e a criminalidade. A insegurança custou R$ 8 bilhões por ano à indústria fluminense desde 2017, com reflexos na captação de investimentos do setor. Segundo dados da Firjan, 44,5% das indústrias fluminenses já relataram ter sofrido algum tipo de crime, e 60,4% delas já foram vítimas de roubos e furtos de cargas. Na região Sudeste a média registrada foi bem menor: 28,2%.